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Robótica educacional da Paraíba ao RS

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As escolas Aruanda, João XXIII e Luis Mendes receberam kits de robótica educacional em João Pessoa (PB). (Crédito: Divulgação)
Entrevista - Os projetos de robótica na educação deixam cada vez mais de ser um sonho inacessível para muitas escolas para virar a realidade em locais no Brasil como Paraíba e Rio Grande do Sul. Na Paraíba, a Secretaria de Educação Municipal investiu em robótica educacional para as escolas públicas da região. No Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, uma escola inovou com experiências independentes em robótica educacional. Marcello C. Gouvêa Duarte, da PNCA, contou um pouco mais sobre o projeto na Paraíba, que envolveu os produtos de robótica educacional de sua empresa de São Carlos - SP. Leia mais "Robótica educacional da Paraíba ao RS"

Publicado por renata em 31 de outubro de 2007

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Professor deve opinar sobre escolhas em tecnologia

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"A escola pode matar a curiosidade do aluno em tecnologia", afirma educadora. (Crédito: Arquivo Pessoal)
Entrevista - Margarita Gomez é professora formada em Ciências da Educação na Argentina, com pós-graduação em Comunicação na ECA-USP em Educação na FE-USP, e ensina no Mestrado em Educação na Unincor (MG). Autora do artigo "Paulo Freire: Re-Leitura Para Uma Teoria Da Informática Na Educação", Margarita foi entrevistada pelo Yahoo! Busca Educação. Quais são as expectativas para o professor que utiliza tecnologia em sala de aula? Como educadores e alunos se relacionam quando se trata deste assunto? O artigo de Margarita, republicado aqui com autorização, foi escrito no contexto da pesquisa da ECA-USP e Instituto Paulo Freire em 99, "Perfil sobre a inter-relação Comunicação/Educação no âmbito da cultura latino-americana". Veja as idéias que a professora agora traz que complementam estas questões. Leia mais "Professor deve opinar sobre escolhas em tecnologia"

Publicado por renata em 6 de agosto de 2007

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Tecnologia educacional no PDE em várias ações

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Entrevista - O MEC (Ministério da Educação) anunciou ontem o PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação), um conjunto de medidas que irá melhorar a educação no Brasil. Já apelidado de PAC da Educação, o plano traz a idéia de levar laboratórios de informática a escolas de todo o Brasil. O programa Proinfo do MEC já atuava nas principais cidades para a distribuição de tecnologia educacional. Na nova fase, as áreas rurais serão contempladas. O Secretário substituto da SEED, Hélio Chaves Filho, conversou com o Yahoo! Busca Educação sobre o PDE. Leia mais "Tecnologia educacional no PDE em várias ações"

Publicado por renata em 26 de abril de 2007

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Árvores sob vigilância

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Gabriel Ribenboim responde sobre aquecimento global. (Crédito: CO2 Soluções)
Entrevista - Aquecimento global é um tema que já saiu da pauta de ecologistas e governo e passou para as telas de cinema e para a sala de aula. Conheça o trabalho da CO2 Soluções e veja uma interessante iniciativa contra o problema. Confira ainda dicas para se trabalhar o assunto em sala de aula e uma sugestão de atividades. Leia mais "Árvores sob vigilância"

Publicado por renata em 23 de março de 2007

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Inclua a pesquisa na sala de aula

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”O grande desafio do professor é incentivar a pesquisa”, afirma Marilse. (Crédito: Divulgação)

Entrevista - O que é pesquisar para o aluno e para o professor? Marilse Araújo, coordenadora nacional do Projeto Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião, responde. Ela foi entrevistada pelo Yahoo! Busca Educação e trouxe pontos de vista muito interessantes ainda sobre ética na pesquisa e os planos do projeto. Leia mais "Inclua a pesquisa na sala de aula"

Publicado por renata em 2 de março de 2007

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Mediação, conhecimento e informação

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Edmir Perroti, professor da disciplina de pós-graduação Infoeducação. (Crédito: Arquivo Pessoal)

Entrevista - O professor Edmir Perroti, do Centro de Biblioteconomia e Documentação da ECA/USP, ministra uma disciplina que estará na ponta da língua dos educadores em 2007. Infoeducação é um termo que designa a preocupação de unir ao cotidiano tradicional da sala de aula um dos bens mais importantes atualmente. A informação, por si só, não é o único objetivo da infoeducação. Absorver o conhecimento e interpretar a informação é maior trabalho que, segundo o professor, não pode ser deixado de lado. Veja a entrevista. Leia mais "Mediação, conhecimento e informação"

Publicado por renata em 23 de janeiro de 2007

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No ritmo do aprendizado

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Entrevista - A empresa de telefonia celular TIM investigou, para seu projeto de responsabilidade social, o casamento de duas áreas bastante interessantes. O projeto TIM Música nas Escolas surgiu há alguns anos e é um grande sucesso e será uma das atrações das férias de 2006 em São Paulo. Em 20 de dezembro, no Parque do Ibirapuera, alunos do projeto se apresentarão mais uma vez no auditório planejado por Oscar Niemeyer. Leia mais "No ritmo do aprendizado"

Publicado por renata em 27 de novembro de 2006

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Como ouvir 1 Milhão de Histórias de Jovens

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Jovens de Fortaleza contam as primeiras histórias de um milhão. (Crédito: 1 Milhão de Histórias)
Entrevista - Um projeto do Museu da Pessoa e da ONG Aracati traz uma perspectiva inédita para a criação de conhecimento compartilhado. Na iniciativa, chamada de "Um Milhão de Histórias de Jovens", jovens de 15 a 29 anos de várias partes do Brasil poderão gravar depoimentos e interligá-los em um mapa online que pode ser pesquisado e comentado. As histórias ligarão os jovens em rede, através de comunidades e outras ferramentas típicas de sites de relacionamento. A primeira experiência aconteceu em Fortaleza, Ceará. Entrevistamos a coordenadora do projeto, Carolina Misorelli, sobre a articulação das organizações e a realização do projeto. Carolina também faz parte da equipe do Museu da Pessoa e foi uma das facilitadoras da primeira fase do projeto. Leia mais "Como ouvir 1 Milhão de Histórias de Jovens"

Publicado por renata em 25 de outubro de 2006

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Sete blogs e 1 milhão de idéias

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Com sete blogs, a professora Andrea Toledo dá dicas para projetos com internet. (Crédito: Divulgação)
Entrevista - A experiência da educadora Andrea Toledo é única dentre os especialistas que o Yahoo! Busca Educação já trouxe. A professora trilhou um caminho próprio, descobrindo técnicas e acumulando muitas experiências diferentes. Seu trabalho inclui uma experiência com o Museu da Pessoa, parceiro do Yahoo! Busca Educação. Leia a entrevista exclusiva e veja os links dos projetos da educadora. Leia mais "Sete blogs e 1 milhão de idéias"

Publicado por renata em 4 de setembro de 2006

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É importante planejar aulas com tecnologia

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Para Andrea Filatro, a tecnologia deve ser usada sempre com objetivo pedagógico. (Crédito: Divulgação)
Entrevista - O design instrucional é um campo de atuação ainda pouco explorado no Brasil. Trata-se da área responsável pelo planejamento, desenvolvimento e aplicação de métodos, técnicas e atividades de ensino para facilitar a aprendizagem. A autora de "Design Instrucional Contextualizado - educação e tecnologia" (Ed. Senac), Andrea Filatro, deu uma entrevista para o Yahoo! Busca Educação sobre as interseções dessa área do conhecimento e o trabalho cotidiano do professor. Confira as dicas da autora. Leia mais "É importante planejar aulas com tecnologia"

Publicado por renata em 14 de agosto de 2006

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Especialista fala sobre blogs em educação

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Fátima Franco, pesquisadora de tecnologia educacional.
Entrevista - Fátima Franco é educadora e "contadora de histórias" no meio digital. Mestre em Linguística com especialização em Educação à Distância, é assessora pedagógica em projetos de atualização de professores em internet. Como sempre escreveu para crianças, desde o tempo de professora primária, Fátima decidiu criar o blog Historinhas, já em segunda versão, com o objetivo de analisar as diferentes formas de interação entre leitor-autor, na construção de textos narrativos, de forma colaborativa. Fátima também é moderadora da lista de discussão Blogs Educativos. Fátima foi entrevistada pelo Yahoo! Busca Educação. Confira e comente as opiniões da professora. Leia mais "Especialista fala sobre blogs em educação"

Publicado por renata em 1 de junho de 2006

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Ética online vira tema de debate nas escolas

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"Uma pessoa agredida pode pedir providências às autoridades", diz a professora Cleide na aula de ética online.

Entrevista - A preocupação com o uso adequado da internet dentro e fora da sala de aula fez com que educadores tomassem uma nova atitude sobre a ética online. O assunto passou a ser de debate em escolas. Tendências como o "cyberbullying" ou a agressividade online atingem muitos jovens, que são tentados a ser algozes ou viram vítimas da falta de ética. Conversamos com Cleide Muñoz, educadora especializada no assunto. Leia mais "Ética online vira tema de debate nas escolas"

Publicado por renata em 10 de maio de 2006

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MEC lança Portal Mundo Acadêmico em maio

Notícia - O portal Mundo Acadêmico, uma iniciativa da SESu/MEC, está em fase de testes e será lançado oficialmente em maio reunindo conteúdo de 15 universidades brasileiras. Além de apresentar conteúdo acadêmico, o portal terá ainda páginas desenvolvidas pelos professores. Os professores interessados em participar precisam apenas cadastrar seu CPF na sua universidade. Leia mais "MEC lança Portal Mundo Acadêmico em maio"

Publicado por renata em 26 de abril de 2006

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Os desafios na formação de professores

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Marcelo C. Bueno, coordenador responsável pelo curso de formação. (Crédito: Divulgação)

Entrevista - A Escola Estilo de Aprender promove cursos de formação de professores em São Paulo. Coordenados por Marcelo Bueno, os cursos acontecem periodicamente com inscrições gratuitas e taxas apenas para material didático. Conversamos com o coordenador para saber um pouco mais sobre a experiência da Estilo de Aprender e os desafios na formação de professores. Leia mais "Os desafios na formação de professores"

Publicado por renata em 29 de março de 2006

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Como escolher um curso de EAD

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Regina Ribeiro, coordenadora de EAD do Senac dá as dicas para escolher um bom curso. (Crédito: Divulgação)

Entrevista - Com a notícia do lançamento de um curso de graduação na USP, muitos professores ficaram interessados na área de Educação a Distância (EAD). O site do MEC traz a lista de cursos de EAD reconhecidos no Brasil. Conversamos com Regina Helena Ribeiro, coordenadora do Núcleo de EAD do Senac São Paulo sobre como escolher um curso de EAD. Leia mais "Como escolher um curso de EAD"

Publicado por renata em 16 de março de 2006

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TV digital é a nova área para educação

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Aguinaldo Silva, do Instituto Genius e projeto de educação via TV digital. (Crédito: Instituto Genius)

Entrevista - Aguinaldo Silva, gerente de projeto do Genius Instituto de Tecnologia.concedeu uma entrevista ao Yahoo! Busca Educação sobre um projeto inovador do estado Amazonas. Lá, professores obtém cursos de formação através de um sistema de TV digital. Trata-se de conteúdo interativo pela TV, que já divulgamos aqui antes. Saiba mais sobre o que seria essa nova área para educação. Leia mais "TV digital é a nova área para educação"

Publicado por renata em 17 de janeiro de 2006

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Primeiro podcast Yahoo! Busca Educação

Entrevista - Começamos hoje, no Yahoo! Busca Educação, uma série de podcasts com participantes do programa e especialistas em tecnologia e educação que darão dicas e sugerirão atividades para nossos leitores. No nosso primeiro podcast, nossa coordenadora pedagógica, Flávia Aidar, conta um pouco sobre o nascimento do Yahoo! Busca Educação. Para ouvir o nosso podcast basta baixar o arquivo MP3 que pode ser tocado em qualquer programa de áudio, como o Windows Media Player. Clique aqui para baixar o arquivo (878KB). Saiba mais sobre podcast aqui no Yahoo! Busca Educação.

Publicado por renata em 29 de novembro de 2005

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Internet na sala de aula para universidades e ensino médio

Entrevista - Pesquisar as novas tecnologias em educação atrai professores de diversos níveis de ensino. Monica Mandaji é um exemplo de profissional que transita em diversas áreas da educação e aumenta cada vez mais sua formação em tecnologia educacional. Professora universitária, Monica é professora de Novas Tecnologias em Comunicação na PUC-SP e finalizou um trabalho de formação de professores no projeto Teia do Saber. Conversamos mais com a professora sobre tecnologia e educação em diversos níveis de ensino.

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"Dar notas baixas a quem faz trabalhos com material de sites é perda de tempo", diz Monica Mandaji. (Crédito: Reprodução)

Conte um pouco sobre sua participação no projeto Teia do Saber. Dentro da esfera pública, a tecnologia educacional é vista como uma ferramenta importante na sala de aula?

Bem, o Teia do Saber é um programa do governo estadual que visa capacitar professores, através de uma atualização de saberes. Eu tive a oportunidade de trabalhar por um ano e meio junto a professores da rede da região da Grande São Paulo. Tive contato com professores em níveis diferenciados de conhecimento em informática. Trabalhamos com editores de texto básicos até a navegação na Internet (criação de blogs, bate-papos e outros recursos que podem ser utilizados na sala de aula). Sobre essa experiência escrevi um trabalho chamado "Internet na Prática Social". Nele, conto um pouco do processo de ensino e aprendizagem destas novas tecnologias mostrando a realidade dos grupos apresentados.

Na sua experiência na PUC-SP você dá aulas sobre a utilização da tecnologia como ferramenta profissional. Como é essa experiência no dia-a-dia?

Na PUC-SP sou professora de Novas Tecnologias em Comunicação e apesar do público universitário ter mais acesso às tecnologias de informação, também precisa de orientação na utilização da Internet. Em termos de carreira, o aluno universitário acaba sendo levado a sonhar com algo bem tradicional. Ainda não compreende as mudanças criadas pela internet. Quando apresentamos a dimensão que se abre com a tecnologia, em principio há resistências mas logo são modificados alguns paradigmas.

Há diferenças entre os alunos que acessam a internet apenas para copiar informações e os que têm optam por produzir um trabalho? Como você vê as questões da ética e da criatividade no uso da web?

Tudo que é proibido sempre atrai alunos rebeldes. Tenho discutido muito com meus colegas professores sobre a utilização da Internet em pesquisa, alguns professores proíbem seus alunos de utilizarem a internet em trabalhos, dando notas baixas caso consigam identificar o material em algum site. Na minha opinião, isso é uma grande perda de tempo. O aluno que não quer estudar sempre vai dar um jeitinho de fazê-lo. Eu tento discutir com meus alunos as fontes que foram utilizadas, sua credibilidade, e os encorajo a utilizarem sempre mais de uma fonte tentando abarcar vários pontos de vista sobre um mesmo assunto.

Publicado por renata em 1 de agosto de 2005

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Segredos do ofício em tecnologia educacional

Entrevista - Cláudia Frederico é parte do trio que move a Teiaoito Tecnologia Educacional. A empresa paulistana desenvolve projetos de educação e tecnologia para clientes como Senac-SP, Senai-SP e diversas outras instituições. Conversamos um pouco com Cláudia para saber os segredos do ofício em tecnologia educacional.

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Teiaoito: Rosemary Soffner, Paulo Candido e Claudia Frederico, da esquerda para a direita (Crédito: Divulgação)

A Teiaoito possui casos voltados para as áreas de EAD, software, jogos e consultoria. A seu ver, a relação da educação com a internet está presente hoje em todas essas áreas de ensino e, talvez, até mesmo em outras mais tradicionais?

O uso do computador está cada vez mais presente e é claro que isso influencia o uso na educação. Cresce a importância da inclusão digital, pois o acesso às informações passa a ser extremamente importante para todos. Especificamente na educação, é possível criar novas alternativas, atingir públicos em diferentes regiões, reduzir custos, facilitar o contato das diferentes culturas regionais. Essas possibilidades podem ser usadas não só na educação básica como em treinamentos, cursos profissionalizantes etc.

Entre os produtos já desenvolvidos pela Teiaoito, há aqueles dirigidos para adultos e outros para crianças. Produzir um projeto de tecnologia educacional precisa de elementos determinados, seja qual for o público?

O uso de recursos depende não só da faixa etária como da proposta. É possível usar de maneira equilibrada animação, música, filme etc; da mesma forma que é possível criar um projeto baseado totalmente em texto e ser interessante e estimulante. Isso depende da definição dos objetivos educacionais a serem alcançados, das limitações técnicas envolvidas e do escopo do projeto. É claro que um ponto muito importante é a interatividade pois essa é a grande possibilidade que o computador e a internet trazem e que muitas vezes é deixada de lado. Daí a necessidade de equipes multidisciplinares para desenvolver essas soluções, o que pode levar a um melhor aproveitamento do meio pelos alunos, seja através de jogos, simulações ou outras atividades.

Uma das preocupações do projeto Yahoo! Busca Educação é com a busca na internet. O fato de utilizar a internet cotidianamente tem tornado os alunos mais prontos para projetos de tecnologia educacional?

Só o fato de utilizar a internet no cotidiano não é garantia nenhuma nem de abertura, nem de percepção das possibilidades que existem para a educação. Depende de como você usa, de que tipo de informação procura, de como está lidando com a internet. Por exemplo, podemos pensar que de uma maneira geral a leitura é muito boa para o desenvolvimento. Mas e se a pessoa só procura textos repetitivos, simplistas, que não tragam nenhum desafio, apenas para "passar o tempo", será que essa pessoa está de fato aproveitando o que poderia? Com a internet é a mesm coisa: tanto pode ser usada para ampliar os horizontes, ver o que está acontecendo em vários cantos do mundo, trocar idéias e experiências; quanto pode ser usada como consulta sistemática, pontual, como um instrumento qualquer de trabalho, desprovido de interesse ou crítica a respeito. Existe uma reclamação muito grande sobre a facilidade de "copiar textos da internet" em trabalhos de escolas e faculdades, por outro lado, existem iniciativas educacionais sérias que se baseiam em buscas na internet, como o Webquest, criado por Bernie Dodge, professor da Universidade da Califórnia.

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Um dos projetos da Teiaoito para o Senac-SP (Crédito: Reprodução).

E você, educador? Quais os seus segredos profissionais? Conte-nos sua experiência comentando essa entrevista.

Publicado por renata em 29 de julho de 2005

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Conheça o método Webquest

Entrevista - Jarbas Novelino Barato é um dos professores que mais divulga no Brasil uma metodologia considerada uma jóia do ensino com tecnologia. O Webquest (tradução literal: busca na web) é um sistema para propor tarefas educacionais com auxílio da Internet. Nessa entrevista, o professor conta mais sobre o assunto.

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Jarbas Novelino Barato, pioneiro de webquests no Brasil e autor do blog Aprendente (Crédito: Arquivo pessoal)

Como começou seu interesse por tecnologia e educação e pelo Webquest?

Comecei a trabalhar com educação e tecnologia quando fui fazer mestrado em 82 na San Diego State University. Já trabalhava no Senac e, ao voltar, trabalhei no PIE (Programa de Informática em Educação do Senac-SP). Criávamos softwares educacionais e o uso de computadores na sala de aula já era uma grande preocupação. Quando estudei na San Diego State University, conheci o trabalho de Bernie Dodge, criador do método webquest. Traduzi os textos de Dodge e trouxe-os para o Senac-SP. Em 2000, consegui trazer Bernie para o Brasil. Após isto, algumas pessoas comecaram a utilizar esse tipo de proposta. Com a ajuda de pesquisadores americanos, fizemos ainda o Sherlock, software educacional ainda comercializado pela Editora Senac. Em 2001, Carlos Seabra da Escola do Futuro/USP conversou comigo para fazer um site para webquest no Brasil. Lançamos esse site e adotei o webquest como uma das coisas que os alunos podem fazer para usar a internet em educação. O percurso inteiro foi marcado por conhecimento e amizade com Bernie Dodge.

Quais os conceitos fundamentais do webquest?

Todo mundo sabe que hoje temos a maior biblioteca do mundo à disposição, a web. O problema é que, quando você manda alguém apenas buscar informações, não se tem resultados significativos. Para pesquisar na Internet, é preciso ter critérios, o que significa ter algum conhecimento prévio do que se está procurando. O webquest é uma proposta de organização de informação para trabalhar com a Internet. O professor precisa fazer um trabalho prévio que ajude os alunos a conseguir informação significativa. Ao fazer o primeiro trabalho, o que Bernie fez foi dividir o assunto em 3 ou 4 fontes diferentes. Dividiu seus alunos em grupos de trabalho com tarefas específicas. Quando os integrantes dos grupos se reuniam novamente, cada um tinha um conhecimento especial, diferente dos outros. Trata-se de uma idéia de aprendizagem cooperativa. O webquest em si não é um provedor de conteúdo, é um modo de organizar informações. Hoje se pode encontrar milhares de webquests online.

Como os professores vêem essas mudanças nas propostas de atividades em sala de aula?

Os professores são sempre injustamente culpados pela defasagem entre a presença da tecnologia na sociedade e na educação. Todas as reclamações vão para o professor. Não gosto disso. Para que dê certo usar a tecnologia na educação, é preciso que existam mudanças na organização. Apenas colocar um laboratório e botar o professor para usar computadores não funciona. Tem que mudar até mesmo a relação da administração da escola com o professor. São mudanças significativas em termos de carga horária, currículo etc. Outro erro é acreditar que boa tecnologia substitui maus professores. A escola que quer começar a usar tecnologia para valer, tem que começar com os melhores professores.

Qual a sua opinião sobre o problema do plágio online?

A metodologia webquest é uma boa resposta para diminuir isto. O coração do webquest é a tarefa, um desafio que o professor cria para que os alunos resolvam. A tarefa tenta imitar o que as pessoas precisam produzir na vida prática. Assim se evita aquele trabalho que pode ser feito por cópia. É importante notar que não adianta apenas proibir o plágio. Mais inteligente é ter modelos de informação e propostas para que o que estude e o que se apresente em termos de resultado não possa ser copiado. O essencial é modificar a educação que temos, onde cobramos mais acumulação de informação que resolução de problemas. Com as novas tecnologias temos oportunidade de virar o jogo, fazer propostas para que os alunos possam estudar informações para transformá-las.

Publicado por renata em 9 de julho de 2005

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Sônia Bertocchi fala sobre plágio e formação com web

Entrevista - Sônia Bertocchi iniciou na área de educação como professora de Língua Portuguesa e Literatura em uma escola pública do ABC paulista. Há cerca de nove anos, Sônia decidiu montar seu próprio site para ministrar aulas. Desde então, a professora experimentou diversas maneiras de incorporar a Internet à sua prática pedagógica. Hoje, Sônia é formadora do Cenpec, coordenadora de projetos do EducaRede e responsável pelo blog Lousa Digital, que tem o objetivo de ser um espaço para reflexão coletiva sobre o uso pedagógico da Internet. Confira a nossa conversa com a professora sobre os aspectos interessantes e os problemas da formação com Internet.

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Sônia Bertocchi, educadora e especialista em tecnologia educacional (Crédito: Lousa Digital)

Recomendar aos alunos que utilizem a Internet já é um procedimento adotado por muitos professores. Há, no entanto, algum cuidado que se deva ter com essa recomendação? É possível que maus alunos usem a Internet apenas para copiar conteúdo e trabalho duro?

Sim, é possível mas é preciso ter cuidado com a generalização desse medo. É necessário notar que a prática de copiar trabalhos é anterior à Internet. Desde os anos 70 se podem ver anúncios nos murais das faculdades de venda de trabalhos. O que acontece agora é só a transposição de uma prática existente para o mundo virtual. Para solucionar esse problema, basta agir como no mundo real. Há quem acredite em medidas tecnológicas para inibir a cópia ou a visita a certos sites. No entanto, mais interessante é ter um direcionamento para as tarefas que favoreça mais o processo de criação que o produto final. Privilegiar a criação e monitorar todas as suas fases torna a possibilidade de plágio muito menor.

É possível ter um programa pedagógico com Internet 100% a prova de plágio?

Não, 100% de sucesso será sempre impossível. Mas há como inibir bastante essa prática. As webquests, por exemplo, são um tipo de proposta pedagógica que inibem o plágio. As tarefas não são iguais para todos no grupo, o que dificulta a busca de algo específico para copiar. Importante é a capacidade do professor de propor algo novo e acompanhar a criação. O professor deve tomar cuidado apenas para não ser muito direcionador, restringir o aluno a determinadas fontes ou formatos. Ser interdisciplinar também favorece muito.

O que você espera que será mais forte no futuro da educação?

Acho muito importante a autonomia do aluno. A questão do plágio tem a ver com isso também. O professor tem que deixar o aluno buscar informação e interpretar. A grande mudança será quando tanto professor quanto aluno deixarem de ser meros consumidores de informação na Internet. Outro aspecto importante é a apropriação do espaço. Todos podem se apropriar do espaço cibernético. Tem a ver com cidadania, inclusão, igualdade. Estamos ainda um pouco longe disso mas sou bem otimista, consigo enxergar novidades vindo por aí.

Links recomendados por Sônia Bertocchi

* Um presente de Dia das Mães inesquecível - Relato do início de Sônia na Internet.
* Avaliação: o combinado não sai caro – Por Sônia Bertocchi
* Lousa Digital – Blog para reflexão coletiva sobre o uso pedagógico da Internet
* Entender, criticar e incorporar novas tecnologias - Por Sônia Bertocchi
* As coisas boas da minha terra - Projeto "de estimação" que Sônia atua no momento. Em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.
* Internet & Cia – Informática na Escola – Seção do portal EducaRede

Publicado por renata em 7 de julho de 2005

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Aposte em humildade para educar com Internet

Entrevista - O jornalista e ambientalista Ricardo Anderaos atua há mais de quinze anos com novas tecnologias, inclusive com projetos na área de educação. Casado com uma educadora e responsável por projetos de web como portais para o Colégio Vera Cruz e criador do projeto Rumos Novas Mídias do Instituto Itaú Cultural, Ricardo tem muita história para contar. Atualmente, ele toca o novo projeto do caderno de informática do jornal Estado de S. Paulo, o Link. Definido por Anderaos como um "cross media" (junção de mídias), o Link também funciona como uma comunidade online onde os leitores opinam sobre as matérias. Nessa entrevista exclusiva para o Yahoo! Busca Educação, Anderaos aponta conceitos essenciais para educadores hoje.

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Ricardo Anderaos em sua página no Link (Crédito: Reprodução)

Nas suas crônicas no Link, você se preocupa muito com a relação entre os jovens e Internet. Você acha que há discussão suficiente sobre assuntos como babás eletrônicas e pedofilia online na grande mídia?

A impressão que eu tenho é que não. A mídia está desatenta para questões que hoje são importantes no dia-a-dia de todos. Essas são questões que qualquer pai ou educador tem que se preocupar. As pessoas se defrontam com a Internet todo dia e, estranhamente, a imprensa continua olhando para esse universo com olhar de deslumbramento, da novidade ou apenas querendo vender produtos.

Mesmo no Link, um projeto inovador de união de mídias, enfrentamos essas dificuldades. Até os próprios profissionais de mídia e tecnologia têm que ficar atentos para não ter uma abordagem deslumbrada da tecnologia de modo que as pessoas entendam as questões.

Unir diferentes mídias, como no Link, e torná-las mais ricas é algo que vem sendo feito intensamente no Brasil? Os leitores estão preparados para isso?

Acho que ainda se faz pouco cross media. É algo novo, um aprendizado, mas algo fundamental. No começo, com a Internet, as pessoas tinham visões apocalípticas de fim da TV, fim do impresso... Já temos dez anos de Internet comercial no Brasil e se vê que uma mídia não mata as outras mas vem a acrescentar. Tanto nos meios eletrônicos quanto nos impressos o que acontece é que vão se somando, se complementando para um determinado tipo de comunicação. A Internet permite um outro tipo de participação, de interatividade, que o jornal ou o rádio nunca vão ter. No Link, temos 15 mil pessoas e uma grande preocupação dos membros com o que falam.

No Yahoo! Busca Educação, os professores podem sugerir ao aluno novas maneiras de utilizar a web. Você acha que é essencial a participação do professor no processo de aprendizado da tecnologia? Por quais motivos?

Com certeza, algo que a tecnologia faz para todos é obrigar a ter uma certa humildade. Eu trabalho com computador há quinze anos. De vez em quando chega um garoto que ensina algo novo em um programa que você usa todo dia. Nunca vamos saber tudo. Temos que ter humildade. Minha esposa é educadora e eu sou pai e já desenvolvi projetos para escolas. Em um projeto para o Colégio Vera Cruz, convivi com educadores e vi seus anseios em relação à tecnologia. Há um grande medo, resistência e fascínio. O maior problema é a resistência em abraçar as ferramentas, o medo da competição, de que seja tirado algo do professor. Nesse ponto, assim como com o profissional de mídia, o educador precisa sair do pedestal.

A partir do momento que você tem acesso à Internet, é possível pode descobrir qualquer conteúdo. É preciso repensar a abordagem construtivista da educação e lembrar que ninguém mais detém conhecimento. O aluno pode aprender junto com o professor a melhor maneira de obter a informação. A aula não deve ser mais apenas um lugar de passar informação bruta. A questão é como fazer a busca. Clicou, encontrou a informação. Então resta ao professor abandonar o autoritarismo, descer do pedestal, nada mais construtivista que isso. Ainda que os educadores falem muito sobre isso, praticar ainda é difícil. Na relação professor-aluno ou jornalista-leitor, ninguém mais tem o monopólio, as tecnologias mudaram isso. O importante agora é articular idéias e realizar trabalhos em grupo.

Publicado por renata em 21 de junho de 2005

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CEDAC e a aventura de educar

Entrevista - O Cedac (Centro de Educação e Documentação para a Ação Comunitária) atua desenvolvendo projetos na área de formação continuada de educadores (professores, coordenadores pedagógicos, diretores e equipes técnicas das Secretarias de Educação). Conversamos com Paula Stella, educadora do CEDAC, sobre as atividades do centro.

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Paula Stella, educadora do CEDAC (Crédito: Divulgação)

- Fale um pouco das áreas de atuação mais importantes do CEDAC. Atualmente, você está mais envolvida com algum projeto específico?

Eu acabo de concluir um trabalho de Coordenadora Local da formação de educadores na Serra Pelada (PA) e agora sou uma espécie de "coordenadora virtual" de nosso principal projeto, com material pedagógico dirigido às formadoras de formadores de professores.

- O trabalho de formação de professores deve levar em conta a necessidade de se compreender a amplitude da Internet?

Penso que nos dias de hoje tanto na formação do professor quanto na do aluno o acesso à Internet e o domínio dessa ferramenta de pesquisa deve ser assegurado para que ninguém seja excluído do mundo da informação. Antes disso, porém, uma condição que não deve faltar é a chamada alfabetização digital e até a alfabetização convencional, direitos ainda não garantidos a todas as crianças brasileiras.

- Quais os maiores obstáculos, a seu ver, para que o professor utilize mais a Internet em sala de aula?

Os maiores obstáculos são basicamente dois: a inexistência de computadores nas escolas e a falta de conhecimento de informática por parte do professor. Muitas vezes os alunos sabem até mais do que o professor, embora também tenham pouco acesso à tecnologia.

- O CEDAC tem parcerias com organizações públicas. Quais as vantagens e desvantagens desse tipo de pareceria com relação a formação de professores?

A parceria com o setor público pode ter vários resultados, não se pode generalizar. Há casos em que há compromisso com a formação dos professores, e há muito empenho neste sentido. Por outro lado, há casos bem opostos e nosso trabalho encontra uma barreira bem difícil de ser transposta. O pior é quando ocorre mudança da gestão pública no meio do desenvolvimento do programa. Com muitos imprevistos, sempre podem acontecer problemas na continuidade na formação dos educadores.

- Você conhece o Manual do Yahoo! Busca Educação? Gostaria de dar sua opinião?

Conheço o manual do Yahoo! e acho que ele é muito adequado e útil para professores e interessados em geral em aprender a fazer pesquisa na Internet.

Informe-se de eventos e debates sobre formação de professores na busca de notícias do Yahoo!. Basta digitar "formação professores", sem necessidade das aspas ou da preposição "de". Para saber sobre novas instituições que oferecem programas de formação de professores, digite as mesmas palavras e selecione alguns parâmetros em busca avançada. Digite no campo expressão exata os termos "formação de professores" sem aspas, procure páginas atualizadas nos últimos três meses, no Brasil e confira os resultados.

Publicado por renata em 3 de junho de 2005

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Receita para a inclusão digital

Entrevista - Para a diretora do canal Futura, Lúcia Araújo, divulgar inclusão digital é um trabalho que o canal exerce em vários programas. Lúcia nos contou um pouco sobre o programa Escola Digital e as iniciativas do Futura.

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Cena do programa Escola Digital (Crédito: Reprodução)

- Quais as iniciativas do canal para inclusão digital?

A capacitação em informática educativa é uma das linhas de programação do Futura. Dentro desta temática, além do Escola Digital, podemos destacar séries como "Clique e Entre" ,"Info@Futura", "Nota 10 - Informática Educativa", "Circuito Educação" e "Sua Escola a 2000 por Hora", produzidas para os mais diversos públicos, em parceria com o Instituto Ayrton Senna.

- Com a chegada dos computadores nas escolas, a TV vai perder a importância para a educação? Como o Futura atua nesse novo cenário?

Assim como os livros e a TV, o computador é mais uma ferramenta de apoio ao processo educativo, sendo complemento e nunca um substituto do professor ou de outras mídias. O Futura em todos os seus projetos, seja pela TV, computador ou pela ação presencial da mobilização, objetiva prover conteúdos que sejam úteis ao aprendizado nos mais diversos espaços.

- O programa recebe cartas ou e-mails de escolas brasileiras? O que as escolas brasileiras mais querem saber sobre inclusão digital?

Recebemos mensagens através do site do programa (www.programaescoladigital.org.br). Professores, alunos e o público em geral solicitam o acesso aos 13 episódios da série, para serem utilizados em suas escolas e comunidades. Também recebemos cartas e e-mails pedindo informações sobre os personagens da série e o contato das escolas participantes. O programa é focado no protagonismo do jovem, estimulando esta iniciativa em seus episódios e na própria criação série, que contou com a participação do jovem em todo o processo de produção. Para dar continuidade a este processo fora da "telinha" e estimular iniciativas direcionadas à inclusão digital, veicularemos em breve, uma promoção onde o público poderá enviar projetos ou idéias que serão disponibilizadas no site do programa.

Confira entrevistas sobre o programa com representantes da Microsoft e Instituto Ayrton Senna.

Saiba mais sobre a programação do Canal Futura na busca do Yahoo!. Digite "programação Canal Futura" sem aspas para ver sites sobre o assunto. Saiba também as últimas notícias sobre programas do canal através da busca avançada. Utilize a expressão exata "Canal Futura" e limite sua busca por data.

Publicado por renata em 30 de maio de 2005

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Parceria para aprendizagem na TV

Entrevista - A iniciativa Parceiros da Aprendizagem, da Microsoft, apóia o programa Escola Digital do canal Futura. A série de 13 episódios tem ainda o apoio do Instituto Ayrton Senna e mostra projetos que levam tecnologia às escolas no Brasil. Conversamos com Márcia Teixeira, coordenadora de projetos educacionais da Microsoft, para saber um pouco mais.

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Blog do professor Claudinho, personagem do programa Escola Digital (Crédito: Reprodução)

- Como surgiu a idéia para o programa Escola Digital?

A Microsoft participou desde a idéia inicial do programa. Já tínhamos uma parceria anterior com o Futura, com a série de documentários em 2002 do "Sua Escola a 2000 por hora". Iniciamos o programa Parceiros da Aprendizagem em 2003 e decidimos investir mais ainda em educação. Queremos trazer a tecnologia para a escola integrando todos os participantes, alunos, professores e gestores. Vimos que a melhor maneira de fazer isso era através da TV. Muitas escolas podem nem ter computadores ainda, mas já têm uma TV. O Escola Digital é um programa que mistura ficção e realidade para mostrar para todas essas pessoas como é possível usar a tecnologia na educação. Para integrar as mídias, criamos um site onde as pessoas podem ver o programa, acessar o blog do professor e debater temas.

- A série é fiel ao cotidiano das escolas brasileiras?

Sim, realizamos várias pesquisas de escolas que passaram por dificuldades. Nenhum dos casos é algo futurista, não é algo que ainda não aconteceu, mostramos escolas onde o uso da tecnologia já existe e como os obstáculos foram superados.

- Quais são outras iniciativas de inclusão digital importantes que vocês investirão agora?

Até 2006, teremos ainda o Escola Digital. Em paralelo, temos o Parceiros da Aprendizagem, programa de apoio onde assinamos acordos de cooperação com estados onde fazemos ações de capacitação como Paraíba, Alagoas, São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais (Belo Horizonte). Os acordos prevêem a capacitação de alunos monitores, gestores de escolas e outras orientações. Temos ainda um projeto de capacitação de professores e lançaremos, no segundo semestre de 2005, um portal para que professores possam trocar idéias, em um modelo de aprendizagem colaborativa.

Confira entrevistas sobre o programa com representantes do Instituto Ayrton Senna e Canal Futura.

Já viu iniciativas de inclusão digital na prática? Procure com a busca de imagens e de vídeos do Yahoo!. Vá na busca avançada de imagens e digite os termos "computador escola", sem aspas, e confira imagens de projetos que já funcionam. Na busca avançada de vídeos, você pode selecionar ainda os tipos de vídeos que quer ver, experimente digitar os termos "educação Brasil", sem aspas.

Publicado por renata em 30 de maio de 2005

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Instituto Ayrton Senna e o desenvolvimento humano

Entrevista - O programa Escola Digital, sobre iniciativas de inclusão digital em escolas de todo o Brasil, está sendo veiculado no Canal Futura. Uma das instituições responsáveis pela realização do programa é o Instituto Ayrton Senna. Conversamos com Adriana Martinelli, coordenadora do IAS, para saber mais sobre o projeto.

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Viviane Senna representou o IAS no lançamento do Escola Digital (Crédito: Divulgação)

- Por que o Instituto Ayrton Senna tem interesse em inclusão digital?

O Instituto trabalha para o desenvolvimento humano, através de esporte, arte, comunicação e tecnologia. Fazemos isso desde 1999 em parceria com empresas como a Microsoft e o Futura. O programa Escola Digital é uma iniciativa essencial nesse sentido pois aborda questões técnicas de como fazer o computador chegar na escola e o que fazer com ele para complementar a educação.

- Qual a importância da inclusão digital para educação?

Inclusão digital depende do entendimento que se tem sobre isso. Apenas colocar uma máquina na escola e dar acesso à Internet não gera desenvolvimento humano. Qualquer tecnologia deve ser inserida em um contexto maior de desenvolvimento de competencias pessoais, relacionais, produtivas e cognitivas. Colocar computadores numa escola não é suficiente para que se promova desenvolvimento humano. É preciso entender inclusão digital de um modo mais abrangente, dentro do conceito de inclusão social.

- Quais os próximos objetivos do Instituto com o Escola Digital?

O Escola Digital não é um programa de tecnologia nem de informática. É um programa de educação tecnológica, por isso tem que falar de pessoas, casos verdadeiros de inovação pedagógica. Não queremos apenas que um um professor que usava quadro negro passe a usar Powerpoint. Não é só alterar a ferramenta, ver o computador como uma máquina de escrever moderna. Queremos potencializar a mudança estrutural que deve acontecer na pedagogia. Cada vez mais mostraremos casos de sucessos reais, que estamos ajudando a fazer acontecer, como nas cidades de Araxá (MG) e Rio das Ostras (RJ), além de muitos outros.

Confira entrevistas sobre o programa com representantes da Microsoft e Canal Futura.

Você conhece o trabalho do Instituto Ayrton Senna? Saiba mais em uma busca no Yahoo!. Basta colocar "Ayrton Senna", com as aspas, para obter os resultados com a expressão exata. Leia ainda as últimas novidades sobre desenvolvimento humano na busca de notícias. Utilize a busca avançada para obter apenas notícias publicadas no último mês no Brasil.

Publicado por renata em 30 de maio de 2005

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Professor pode indicar caminho seguro para pesquisa

Entrevista - A professora Marisa Lucena, da PUC-Rio, sabe quais as maiores preocupações em implementar projetos de educação e tecnologia. Ela é a coordenadora no Brasil do projeto Kidlink, uma rede internacional de inclusão digital de crianças na web. Para Marisa, o educador é essencial no ensino com tecnologia e só ele pode "indicar o caminho seguro para a pesquisa e para o conhecimento".

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(Crédito: Divulgação)

- Como surgiu o Kidlink Brasil?

O Kidlink é uma organização internacional, iniciamos o Kidlink Brasil através de um projeto de pesquisa meu na PUC-Rio sobre educação e tecnologia. O Kidlink surgiu na Noruega há 15 anos, quando um festival juntou crianças de lá, do Canadá e dos EUA para conversas através do computador. A partir dessa experiência, o projeto continuou em vários países estimulando a comunicação global entre as crianças.

Desde 1990 o Kidlink Brasil existia como listas de discussão. Em 1994, fiz parte do Comitê Gestor e desenvolvi projetos para a Internet brasileira e para a expansão do Kidlink. Agora temos um site internacional do projeto, o Kidlink.org. Contamos com traduções voluntários e somos uma organização sem fins lucrativos. Em maio, estarei na Noruega para o 10o. Encontro Internacional de Coordenadores Kidlink divulgando o projeto brasileiro. O Kidlink está em 164 países e atende 100 mil professores e alunos.

- Quais as preocupações que se deve ter na implantação de programas de educação e tecnologia?

Quanto mais cedo uma criança for introduzida ao computador, menos medo ela terá. O receio de errar será bem menor. É importante lembrar, no entanto, que uma criança não deve ser alfabetizada através do computador. O computador deve ser usado de uma forma mais lúdica por crianças não-alfabetizadas. Tenho outros projetos de como o EduKbr que se preocupa com os parâmetros curriculares relacionados à educação e tecnologia.

O Edukbr é voltado para sugestão de atividades em diversas matérias partindo de um tema geral. O portal é todo nacional. A partir de setembro, pretendemos ainda lançar dois novos sites, uma área de lazer e outro para crianças não-alfabetizadas chamado "Gugu Dadá". Tenho netos e sei que as crianças sempre querem brincar com o computador, estamos trabalhando com ícones, desenhos e outros elementos para que as crianças possam desenvolver suas atividades cognitivas desde cedo.

- Quais as providências que você acha que um educador deve tomar para estimular um uso proveitoso da web?

Um dos primeiros projetos do Kidlink Brasil, o EstúdioWeb, tem cerca de 6 mil sites analisados para o professor usar na sala de aula. A idéia do projeto surgiu do fato de que o professor tem que ter muitas preocupações, não basta apenas assegurar a qualidade do conteúdo do site mas também a segurança e a relevância de seus links. À vezes, dentro de um site com ótimo conteúdo há links que não são apropriados para educação. Também há sites que não tem finalidade educacional mas que podem ser adaptados ao tema. Analisamos e acompanhamos os sites para facilitar o trabalho de seleção do professor de material para sala de aula.

A personalização da aula é muito importante. O professor pode sugerir a busca indicando palavras-chaves para que os alunos aproveitem mais a aula. Senão a criança passa horas fazendo buscas na web e não chega a lugar algum. O professor pode indicar o caminho mais seguro para a pesquisa. Essa atitude é essencial para que a aula renda sempre mais.

Você sabia que a PUC-Rio usa a tecnologia de busca do Yahoo!? Experimente entrar no site da universidade e fazer uma busca por Kidlink. Observe que você encontrará inclusive resultados de diversas partes do site do próprio Kidlink Brasil. Isso acontece porque o projeto já está completamente indexado na busca do Yahoo!.

Publicado por renata em 17 de maio de 2005

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