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O Yahoo! Busca Educação e o Curta na Escola prepararam uma Cinemateca para educadores. Aqui estão alguns filmes realizados por cineastas brasileiros com indicação para utilização na sala de aula. Veja os filmes e leia a indicação pedagógica para saber quais as disciplinas que podem utilizar o material e para quais atividades. Este espaço será permanentemente atualizado. Utilize o material e deixe seu comentário no Yahoo! Busca Educação. Visite o Curta na Escola e o Porta Curtas para mais curtas online.
Leia mais "Cinemateca Curta na Escola"
Publicado por renata em 7 de novembro de 2007
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Relembre esta e outras atividades sobre blogs. (Crédito: Reprodução)
Atividade sugerida -Segundo o Technorati, indexador de diários virtuais, o número de blogs ativos no mundo alcança 70,6 milhões. De 2005, quando sugerimos o uso pedagógico dos blogs por meio da atividade "Mar de Vozes", o número de blogs girava em torno de 30 milhões.
Leia mais "Fronteiras do conhecimento"
Publicado por renata em 27 de junho de 2007
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As florestas em uma sugestão de atividade na sala de aula. (Crédito: CO2 Soluções)
Atividade sugerida - Muito tem sido discutido sobre um tema que mantém todos interessados: o aquecimento global. A professora de biologia Ariela nos enviou uma Atividade Sugerida com várias idéias para levar o assunto para a escola. Veja a entrevista com a empresa CO2 Soluções e confira a atividade. Deixe suas dúvidas nos nossos comentários ou, se quiser enviar sua própria atividade, use nosso canal Participe.
Leia mais "Discuta aquecimento global em sala de aula"
Publicado por renata em 23 de março de 2007
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Atividade sugerida - As eleições 2006, em que elegeremos Presidente, Governadores, Senadores, Deputados Federais e Deputados Estaduais, estão se aproximando. Os professores, rapidamente se organizam para propor atividades que possam colaborar para que, desde crianças, os alunos se prepararem para o exercício da democracia, expresso também e particularmente no ato de elegermos, pelo voto direto, nossos representantes nas diversas instâncias de poder.
Leia mais "Votar em quem?"
Publicado por renata em 14 de setembro de 2006
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Mapa que circula na internet em arquivo Powerpoint.
Atividade sugerida - As CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito) exaustivamente televisionadas, foram a prova cabal da possibilidade do uso dos meios de comunicação para além do entretenimento.
Leia mais "Política nas mídias: pesquisa na internet"
Publicado por renata em 14 de setembro de 2006
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Atividade sugerida - Pesquisas recentemente divulgadas revelam que a esmagadora maioria dos eleitores não consegue se lembrar em quem votou e eventualmente ajudou a eleger particularmente para os cargos de vereador, deputado estadual e deputado federal.
Leia mais "Em quem mesmo votei?"
Publicado por renata em 14 de setembro de 2006
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Torcida para o Hexa começa na sala de aula. (Imagem: FIFA)
Atividade sugerida - É quase inevitável aproveitarmos um evento como a Copa do Mundo para trabalhos escolares. Contar com o interesse natural dos alunos é sempre um bom indício e garantia para o envolvimento dos estudantes, matéria indispensável para o sucesso do projeto.
Como estamos na 16a. copa do Mundo - a primeira aconteceu em 1930 no Uruguai, e sabendo que apenas durante a Segunda Guerra Mundial e no pós-guerra, o evento deixou de ser realizado em 1942 e 1946, respectivamente - muitos professores já pensaram e realizaram atividades e projetos valendo-se do tema em questão.
Mas, como foram muitos e diversos os pedidos feitos neste blog por professores de diversas disciplinas solicitando sugestões de atividades com o tema “Copa do Mundo”, publicamos hoje algumas propostas e convidamos vocês a colaborarem encaminhando para nós seus projetos e atividades, propostas ou já desenvolvidas, sobre a Copa do Mundo de 2006. Para isso, utilizem o Participe do blog.
Leia mais "Copa do Mundo na sala de aula"
Publicado por renata em 26 de junho de 2006
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Atividades para a Copa do Mundo fazem sucesso na sala de aula. (Imagem: Sxc.hu)
Atividade sugerida - Achei interessante a professora Vandrea Bertolani nos solicitar sugestão de trabalho em artes relacionada à Copa do Mundo. Vejam se este é um bom caminho, trabalhem com seus alunos e nos dêem a sua opinião. Lembro que as atividades em torno do maior espetáculo da Terra, que é a Copa do Mundo, tanto podem servir de “texto” como de pretexto para um bom trabalho pedagógico e educacional. Vamos às idéias ou sugestões:
Leia mais "Futebol arte ou artes e futebol"
Publicado por renata em 26 de junho de 2006
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A idéia de argumento e o trabalho com a Copa do Mundo. (Imagem: Sxc.hu)
Atividade sugerida - Confira a segunda atividade sugerida relacionada ao tema Copa do Mundo.
“O brasileiro não está preparado para ser "o maior do mundo" em coisa nenhuma. Ser "o maior do mundo" em qualquer coisa, mesmo em cuspe à distância, implica uma grave, pesada e sufocante responsabilidade”. (Nelson Rodrigues)
Esta atividade sugerida trata-se de desenvolver um texto argumentativo que afirme ou refute esta afirmação de Nelson Rodrigues. Lembre-se de ‘atualizar’ esta afirmação do autor trazendo-a para o contexto da Copa do Mundo 2006, em que iniciamos como um time ‘imbatível’ e logo no primeiro jogo contra a Croácia já nos vimos acometidos pelo sentimento de fracasso. Trabalhar esta ambigüidade em que vivemos mergulhados, expressa com grande força, particularmente no universo futebolítisco, será de grande valor pedagógico.
Leia mais "Copa em literatura e língua portuguesa"
Publicado por renata em 26 de junho de 2006
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Trabalhe com a Copa do Mundo na disciplina de História. (Imagem: Sxc.hu)
Atividade sugerida - Em 2006, a Alemanha receberá a 18ª Copa da história em momento diferente de quando recebeu o torneio pela primeira vez, em 1974. À época, o país era dividido pela Guerra Fria em Ocidental e Oriental. Os alemães do oeste viram a seleção da casa faturar seu segundo título.
Uma sugestão de atividade básica, usando a Copa do Mundo que acontece na Alemanha, poderia ser de acordo com os seguintes passos.
Leia mais "A Copa do Mundo sob a lente da história"
Publicado por renata em 26 de junho de 2006
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Atividade Sugerida - "O vídeo ajuda o professor, atrai os alunos, mas não modifica a relação pedagógica." (Edgar Morin)
O que Edgar Morin quis dizer? Na verdade, saber usar o vídeo em sala de aula é o que faz a diferença. O que será que é preciso saber para usar o vídeo, a internet, o cinema, o jornal etc. na sala de aula? Para que, de fato, se estabeleça uma relação pedagógica consistente, inteligente, produtiva e crítica? (Saiba mais sobre o autor Edgar Morin).
É necessário que o professor conheça os elementos que compõem a linguagem videográfica, saiba identificar o gênero a que o vídeo escolhido pertence, bem como seja capaz de contextualizar sua respectiva produção. E assim proceda como todos os outros tipos e suportes de textos e de imagens.
Leia mais "Põe pra rodar!"
Publicado por renata em 15 de maio de 2006
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Site da UFRGS ensina a utilizar mapas conceituais. (Crédito: Reprodução)
Atividade sugerida - Confira na segunda parte da atividade sugerida do mês como construir mapas conceituais. As sugestões estão prontas para utilização na sala de aula e o conhecimento dessa ferramenta pode auxiliar muito o educador e o aluno.
Leia mais "Construa mapas conceituais"
Publicado por renata em 10 de março de 2006
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Ferramentas, como a da University of West Florida, auxiliam a fazer mapas conceituais. (Crédito: Reprodução)
Atividade Sugerida - Confira mais uma atividade sugerida por Flávia Aidar, coordenadora pedagógica do Yahoo! Busca Educação. Utilizando mapas conceituais, você pode tornar o aprendizado com tecnologia educacional muito mais interessante. Na primeira parte, entenda o que são mapas conceituais.
Leia mais "A geografia do conhecimento: Mapas Conceituais"
Publicado por renata em 10 de março de 2006
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A professora Neli Maria Mengalli, mestranda no Programa de Pós-Graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e pesquisadora de Novas Tecnologias em Educação é nossa convidada esta semana. Ela sugeriu uma ótima atividade para uso em sala de aula com o Yahoo! 360º, confira.
Leia mais "Melhore seus conhecimentos com o Yahoo! 360º"
Publicado por renata em 20 de janeiro de 2006
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Veja como se divertir guardando seus favoritos para ver depois das férias. (Foto: usuária do Flickr Alida)
Atividade sugerida - Você conhece a ferramenta que o Yahoo! disponibiliza chamada My Web? Pois é, pensando no final do ano letivo, logo veio à minha cabeça que a melhor sugestão de atividade que teríamos a propor às vésperas do Natal seria oferecer aos professores as dicas de uso desta ferramenta.
Leia mais "Presente de Natal, presente de grego ou ócio criativo?"
Publicado por renata em 30 de novembro de 2005
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O educador Paulo Freire. (Crédito: Divulgação)
Atividade sugerida - "Ler o mundo: o primeiro objetivo, a verdadeira competência das competências". (Paulo Freire)
Público-alvo – para professores do ensino fundamental ou do ensino médio, preferencialmente de Língua Portuguesa.
Como favorecer as competências escritoras nos alunos? Segundo Perrenoud, competência é a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes, capacidades, informações etc) para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações. Competências estão ligadas a contextos culturais, profissionais e condições sociais.
Isto posto, qual seria o papel da escola na formação de competências leitoras de seus alunos? E ainda, como se apropriar da linguagem web para este mesmo objetivo?
Já dissemos em outra ocasião que a linguagem que caracteriza a internet, se compõe dos vários elementos que o computador favorece: cortar, recortar, colar, negritar, colorir, incluir áudio, imagens, vídeos, ícones, emoticons, fazer links, hipertextos, consultar e/ou produzir sites, blogs etc. são algumas de suas possibilidades que podem e devem ser incorporados na escola, particularmente em trabalhos de produção de textos, que é do que vamos tratar nesta atividade.
Escrever não é uma tarefa muito fácil, ainda mais quando se pensa que se está escrevendo para que alguém leia nossa produção, seja o professor, os colegas ou, no caso de publicação na internet, todos que quiserem e tiverem interesse. Neste sentido, escrever com a intenção de publicar o texto num blog (veja o que é um blog aqui no Yahoo! Busca Educação: “Use blogs como instrumento pedagógico”), requer uma série de procedimentos que precisam ser devidamente acompanhados pelo professor, no caso de considerarmos esta iniciativa uma proposta de atividade escolar.
Quer algumas sugestões? Inicie pesquisando na internet (veja as orientações do Manual Yahoo! de Pesquisa), quais os gêneros de texto que se produz mais comumente nos blogs?
Utilize a busca do Yahoo! para encontrar endereços de blogs de artigos de opinião, de produção literária como crônicas, poemas etc.
Sugiro, dentre muitos outros, que se visite também o blog “Taxitramas”, de um taxista de Porto Alegre, Mauro Castro, que conta histórias que se passam em seu táxi, tendo os passageiros como persongagens.
Cientes de que a escrita além de ser um ato de expressão de idéias, de sentimentos, de experiências, quando cientes de que teremos na “outra ponta da linha” leitores, nos vemos obrigados a organizar as idéias, estabelecer relações entre elas, ter e ampliar o repertório sobre o assunto sobre o qual vamos escrever, redigir atentos às normas ortográficas e principalmente, conferirmos um sentido ao próprio ato de escrever, mesmo que seja o de aprender a escrever.
Sugerimos que proponham a seus alunos que considerem um gênero de texto para a escrita e posterior publicação em um blog. É preciso que se tenha domínio de conteúdo e do gênero de texto que se quer produzir, portanto, caberá a você professor, propor um gênero de texto que quer trabalhar com seus alunos ou deixá-los livres para escolher dentre os que já trabalhou com o grupo. Eis alguns exemplos de gêneros textuais: diálogo interrogatório, depoimento, conto, crônica, romance policial, poesia, receita culinária, instrução, notícia, reportagem, carta de leitor, artigo de opinião, verbete de enciclopédia etc. etc.
Aproveitando a grande polêmica em torno do Referendo sobre a questão do comércio ou não de armas no Brasil, talvez seja interessante propor que trabalhem com artigos de opinião. Lembrando que artigos de opinião exigem o uso da argumentação e o tema em questão coloca os jovens diante de um fato que afetará toda uma coletividade, é preciso que se saiba selecionar os argumentos pró e contra com discernimento e fundamentação.
Passos
1 - Aprofundar o repertório de informações sobre o assunto, buscando na internet os vários sites e blogs que tratam do assunto. Sugerimos alguns que foram citados no documento produzido pelo Sinpro – SP [Sindicato dos Professores de São Paulo], que é uma Cartilha dirigida aos professores, intitulada “Os professores e o referendo sobre o desarmamento”:
* Instituto Sou da Paz
* Viva Rio
* Núcleo de Estudos da Violência da USP
* Instituto São Paulo Contra a Violência
* Educapaz
* Control Arms (em inglês, espanhol e francês)
* Small Arms Survey (em inglês)
* Referendo no Senado Federal
* Organização das Nações Unidas (ONU)
* Brasil Sem Armas
* Pelo Direito à Legítima Defesa (confira a posição do vice-presidente da Comissão Deputado Luiz Antônio Fleury Filho/PTB-SP)
* Utilize a busca do Yahoo! para encontrar outros sites contra o desarmamento.
2 - Depois de bem informados sobre o assunto, o que significa dizer que não só pesquisaram as diversas fontes, mas que a contextualizaram, isto é, sabem quem está falando, de onde está falando e quais os interesses que representam, oriente os alunos para que selecionem os argumentos de que deverão se valer para construir o seu artigo de opinião, de alguma forma, produzindo um diálogo com a outra posição. Vale lembrar que estudiosos da argumentação propuseram diferentes classificações de argumentos (citados em material de autoria de Jacqueline P. Barbosa):
* Argumento de autoridade: a conclusão se sustenta pela citação de uma fonte confiável, que pode ser de um especialista no assunto ou dados de instituições de pesquisa;
* Argumento de princípio: a justificativa é legítima, faze apelo a princípios, o que torna a conclusão quase que incontestável;
* Argumento por causa: a(s) justificativa (s) e a conclusão têm uma reversibilidade plausível;
* Argumento por exemplicação: a justificativa remete a exemplos comparáveis ao que se pretende defender
3 - Escrita do texto, com base na argumentação assumida, levando em conta nesta argumentação os possíveis argumentos contrários à posição assumida.
4 - Conclusão, afirmando a posição assumida.
5 - Debate, se há no grupo a divisão de opiniões sobre o tema tratado, poderia ser feito um debate oral.
6 - Publicação na internet e debate, a publicação tanto pode ser dos diferentes pontos de vista expressos pelas diversos argumentos produzidos, resultando portanto na divulgação dos textos dos alunos, ou da síntese do debate oral.
Caso ache mais produtivo, o debate poderá ser na internet (em blogs, por exemplo), com isto, cria-se a oportunidade de um debate mais público, convidando grupos de outras escolas a interagirem com seus alunos.
Por Flávia Aidar, coordenadora pedagógica do Yahoo! Busca Educação
Publicado por renata em 17 de outubro de 2005
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Atividade sugerida - O computador é uma máquina de digitar ou possibilita a proposição de linguagens?
Com o advento do computador, lá atrás, nos seus primeiros tempos, muitos achavam que a escrita teria seus dias contados e a produção de papel seria bastante reduzida. Para o bem ou para o mal, estes prognósticos não se efetivaram. Não só vimos aumentar o trânsito de documentos escritos – formais ou informais – como também as impressoras cumpriram a função de aumentar a circulação de papéis em todos os setores do mundo letrado.
Para nós, educadores, alguns desafios permanecem os mesmos, ou melhor, estão sendo atualizados por novas questões, do tipo: será que a linguagem de que os jovens se valem ou criam para suas conversas via e-mails, messengers, blogs ou comunidades de interesses, estimulam a escrita ou se confrontam, de modo desestabilizador, isto é, na contramão do que a escola pensa, quer e propõe para a formação das competências escritoras de seus alunos?
Voltando novamente no tempo, assisti de dentro da escola, aos dilemas sobre como deixar ou não o computador/internet fazer parte do projeto político-pedagógico das instituições educacionais. Muitas escolas, as que se viam como “vanguardas”, faziam questão de colocar nos seus folhetos promocionais o grande diferencial de que dispunham para atrair maior número de alunos/clientes: “temos laboratório de informática”. Como pais, não escapávamos do roteiro de visitas que incluía conhecer a sala que contava com inúmeros computadores enfileirados, cada um partilhadao por dois estudantes, o que deveria ser visto como um grande avanço tecnológico!
Bem, o desafio era e continua sendo o mesmo, isto é, independentemente do números de máquinas que se tem disponível na escola, a questão é: como incluir as linguagens que o computador e, particularmente, a internet disponibiliza para o trabalho pedagógico propriamente dito? Como promover os aprendizados que constam dos planejamentos pedagógicos, se ainda não conseguimos dar conta de fazer com que jornais, cinema, tv, rádio, tenham seu lugar garantido não como mídias, mas como linguagens que podem favorecer a leitura crítica das mesmas, a leitura de mundo e seu uso como expressão cultural de nossos alunos?
Inclusão digital - Um falso problema?
Cabe ressaltar que para muitos brasileiros o acesso aos computadores só acontece nas escolas, portanto, é nesses lugares que o estudante e mesmo muitos professores, que não podem dispor de um computador em suas casas, terão para aprender a lidar com a máquina e ao mesmo tempo fazer uso de suas linguagens no processo de ensino-aprendizagem escolar. Não é tarefa fácil para os educadores, tratarem eles mesmos de aprender a usar computadores, fazer uso das ferramentas disponíveis pela internet e ainda considerar suas linguagens como conteúdos e objetivos do ensino de suas respectivas disciplinas acadêmicas.
Quando falamos em falso problema, gostaria de trazer a seguinte questão para debate entre nós: o da própria palavra inclusão – acompanhada de alguns complementos hoje recorrentes, tais como, “social”, “cultural” e “digital”– que traz um problema que merece esclarecimentos. Se clamamos por inclusão, penso que já consideramos que alguns estão de fora. Até aí, só nos resta constatarmos, mais ou menos perplexos, que no contexto das desigualdades econômicas, sociais e culturais em que vivemos, há os que têm acesso aos bens materiais e culturais produzidos (os incluídos) e os que não têm (os excluídos). Bem, o que será que é incluir os excluídos? No caso da inclusão digital trata-se de oferecer computadores aos alunos? Pode ser também, mas não só. É ensinar-lhes a digitar e acessar a internet? Pode ser também, mas não só.
Necessário x suficiente
Bem, do que estamos falando então? Estamos falando do fato de que ter computador e acesso à internet e, saber usá-los é condição necessária, mas não suficiente para resolvermos a inclusão de que falamos. Ou ainda, podemos incluí-los, apenas reproduzindo as diferenças, isto é, dependendo do lugar que o sujeito permanece ocupando ele continua excluído, pois na verdade ninguém está fora ou dentro da sociedade, mas está sempre ocupando um lugar, que pode ser de “poder” ou de “falta de poder”. Isto é, poder se apropriar das linguagens que a rede mundial de computadores (a web) disponibiliza, favorecendo a leitura e a expressão cultural é o que fará a diferença. Do contrário, estaremos oferecendo para muitos de nossos jovens apenas a agilidade na digitação, que nada lhes garantirá pessoal ou profissionalmente.
Por Flávia Aidar, coordenadora pedagógica do Yahoo! Busca Educação
Publicado por renata em 17 de outubro de 2005
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Atividade sugerida - Partindo da imagem da internet como um "mar de vozes" e entendendo o aprendizado como um processo de socialização, estamos propondo um grande desafio aos professores. Lançar mão dos recursos tecnológicos disponíveis para experimentações mais radicais do uso e do sentido da produção coletiva de conhecimento.
O primeiro passo é pesquisar o que é um blog e como se pode construir um blog. Em seguida cabe ao professor discutir com seus alunos a apropriação da linguagem do blog para o trabalho pedagógico e sistemático que a produção de conhecimento, pelo
menos dentro da escola, requer. Confira os detalhes da nossa sugestão de atividade.
Blogs da Escola João Costa(Crédito: Reprodução)
Público-alvo: Professores do Ensino Fundamental, do Ensino Médio ou Universitário.
Objetivos:
* Trabalhar o blog como linguagem e, ao mesmo tempo, como ferramenta pedagógica.
* Usar este recurso como um instrumento, de fato, de construção coletiva do conhecimento.
* Ampliar, de maneira criativa, os repertórios culturais e tecnológicos de seus alunos.
Blog Memória da Escravidão (Crédito: Reprodução)
Passos para realizar a atividade
1) Sugestão de tema para debate - Cidadania e Corrupção
2) Definir uma questão-problema que deverá ser alvo de publicação e debate no blog que será criado. Seja qual for o tema que estiver sendo estudado dentro de uma determinada área de conhecimento, cabe ao professor selecionar afirmações feitas pelos alunos (escritas ou orais), com o objetivo de, ao mesmo tempo em que se verifica os conhecimentos prévios que seus alunos têm do assunto, problematizá-los, isto é, provocar a reflexão a partir de um debate que justifique a solicitação para que os alunos busquem e pesquisem mais informações de maneira a construírem sua argumentação para serem publicadas como conclusões, mesmo que provisórias, que contribuam para o adensamento do debate. Tomando o tema Cidadania e Corrupção como exemplo, começamos pela problematização do tema, propondo a seguinte questão - cidadania e corrupção podem conviver bem? Ou ser cidadão e ser corrupto, cabem no mesmo sujeito? São idéias compatíveis?
3) Organizar a classe em grupos e sugerir que pesquisem na internet a partir das seguintes palavras chaves - cidadania, cidadão, corrupção, política, ética, congresso, parlamentares, impeachment, CPI ou outras.
4) Selecionar informações que possam se constituir em notas que tratem ou se relacionam com o tema em debate, isto é, notas
sobre o "mensalão" , os depoimentos da CPI dos Correios, opiniões recolhidas de jornalistas, por exemplo, Contardo Calligaris escreveu na Folha de S.Paulo dia 23 de junho de 2005 - "Inventar o cidadão é a maior dificuldade moderna. Sua formulação básica é a seguinte: como se constitui uma consciência que dê valor à coletividade numa cultura em que, sem retorno, o indivíduo é o valor prioritário?" Esta citação poderá remeter algum texto publicado pelos alunos e ampliar as possibilidades de conversa e debate sobre o assunto.
5) Dividir a classe em duas grandes equipes (vermelha e azul) e cada um deles em grupos de 3 ou 4 alunos.
6) Solicitar que os grupos pertencentes à equipe vermelha se concentrem em selecionar argumentos que defendam que "cidadãos podem ser corruptos", ou seja, que a idéia de corrupção não é incompatível com a de ser cidadão, em outras palavras, nada impede que alguém que pratique a corrupção seja considerado um cidadão. Já os grupos pertencentes ao azul devem defender a tese de que os "cidadãos não podem ser corruptos", ou seja, alguém que pratica a corrupção não pode ser considerado um cidadão.
7) Organizar as informações encontradas e selecionar argumentos que defendam a tese de seu grupo em "resposta" à pergunta-problema.
8) Criar o blog e publicar as notas (posts) sobre a questão do "mensalão" e outros assuntos e as primeiras argumentações que
os grupos azul e vermelho chegaram sobre o tema, em função de suas teses.
Comunidade do Orkut Uso de blogs pedagógicos (Crédito: Reprodução)
9) Visitar o blog e ler com os alunos as duas teses e os argumentos publicados. Se houver contribuições externas aos grupos, melhor ainda.
10) Se julgar oportuno e valioso que haja contribuições de outras pessoas, um bom expediente seria convidar, por email, pessoas estratégicas para aprofundar o debate.
11) Voltar a discutir nos grupos e construir outras argumentações a partir das que foram publicadas.
12) Se for o caso, empreender novas pesquisas e criar outros posts.
13) Animar o debate, caso você perceba que uma ou outra argumentação possa render uma discussão mais apurada. Portanto, pesquisar para aprender, requer uma elaboração por parte do estudante, tendo o professor como um importante orientador neste percurso.
14) Como se trata de uma experiência educativa e pedagógica, cabe ao professor "encerrar" o blog, publicando a sua síntese sobre o debate produzido e fazendo observações sobre as argumentações e o nível de elaboração que seus alunos foram capazes de fazer sobre o assunto.
15) Indicar no próprio blog resenhas de alguns livros e links que os alunos poderão ler e investigar para ampliar o repertório sobre o assunto.
16) Uma outra possibilidade ainda, seria propor um debate neste formato entre duas ou mais escolas.
Blog Mulher na História (Crédito: Reprodução)
Por Flávia Aidar, educadora e autora da concepção pedagógica do Yahoo! Busca Educação
Publicado por renata em 13 de julho de 2005
E qual é a sua opinião sobre o assunto? (31) Comentário(s)
Atividade sugerida - Falar em blog hoje já não causa tanto estranhamento, dispensa as aspas e os parênteses explicativos. Por outro lado, corre-se o risco de pensar que por trás dele há um grupo de adolescentes ávido por trocar experiências através da publicação de seus diários.
Nós, do Yahoo! Busca Educação, estamos propondo formar uma comunidade de aprendizagem colaborativa, disponibilizando por meio deste blog um conjunto de informações, notas, dicas e sugestões de atividades para serem desenvolvidas por professores e seus alunos em sala de aula.
Blogs de Jonas Galvez (Crédito: Reprodução)
Site e blog são diferentes
Propusemos um blog e não um site. Por que? Qual a diferença entre eles?
Nesta sugestão de atividade estamos propondo a pesquisa sobre as possíveis funções dos blogs para fins educativos.
Na verdade, queremos potencializar o uso das ferramentas de busca para ampliar as possibilidades de pesquisa no processo de formação de estudantes. Propusemos conversar diretamente com vocês, os professores destes alunos, na perspectiva de construirmos coletivamente e diariamente um espaço de troca e de aprendizado em um novo território, onde pudéssemos nos sentir mais livres para debatermos nossas idéias e publicarmos nossas experiências.
Blog de Suzana Gutierrez (Crédito: Reprodução)
De certa maneira, um site pressupõe autorias e não a co-autoria como o blog sugere. Supõe-se que o site disponibilize informações organizadas, já um blog propõe a construção de conhecimento a partir das informações selecionadas e eleitas por seus participantes.
A concepção de blog favorece o trabalho do professor que se pensa um orientador de processos de aprendizagem e um co-autor na busca e elaboração de conhecimento.
Que tal propor a criação de blogs em que seus alunos poderão debater entre si e com você e com todos os que quiserem entrar na conversa, determinado assunto que se considera importante ser aprofundado?
Blog Lousa Digital (Crédito: Reprodução)
O que é um weblog ou blog?
O blog é uma página web atualizada freqüentemente, composta por pequenos parágrafos apresentados de forma cronológica. É como uma página de notícias ou um jornal que segue uma linha do tempo com um fato após o outro. O conteúdo e tema dos blogs abrange uma infinidade de assuntos que vão desde diários, piadas, links, notícias, poesia, idéias, fotografias, enfim, tudo que a imaginação do autor permitir.
Usar um blog é como mandar uma mensagem instantânea para toda a web: você escreve sempre que tiver vontade e todos que visitam seu blog tem acesso ao que você escreveu.
Vários blogs são pessoais, exprimem idéias ou sentimentos do autor. Um outro tipo são os utilizados por empresas que querem manter com seus clientes uma relação particular entre fornecedor/consumidor, ouvindo-os sobre lançamentos de produtos e fidelizando-os de uma maneira inusitada. Vale lembrar que os próprios consumidores se valeram inicialmente dos blogs para falar, defendendo ou destruindo, determinados produtos de seu interesse, organizando grupos de aficcionados pelo modelo x da moto, ou do último lançamento tecnológico.
Quando nós nos propusemos a criar um blog para falarmos do uso que as ferramentas tecnológicas podem ter pelos educadores, estávamos exatamente propondo isto, a apropriação dos novos meios buscando explorar todos os seus recursos e com isto ampliar as fronteiras e as possibilidades do trabalho educativo.
"Ninguém aprende sozinho. Tampouco ninguém ensina ninguém. Os homens aprendem em comunhão, mediatizados pelo mundo". Paulo Freire
Blog de Mary Grace (Crédito: Reprodução)
Tire suas dúvidas
* O que é blog?
Encontre a resposta em uma busca com a expressão exata no Yahoo!
* Quais são os exemplos de melhores blogs do Brasil?
Visite concursos, rankings e dicas de jornais e sites com os endereços de blogs brasileiros de destaque.
* Onde aprendo a fazer um blog?
Procure por tutoriais de blog, artigos que ensinam a melhor maneira de começar a publicar seu diário virtual.
* O que posso usar para construir um blog?
Veja sites para criar um blog de todos os tipos com uma busca no Yahoo!. Escolha o que mais oferece os requisitos que você procura.
Por Flávia Aidar, educadora e autora da concepção pedagógica do Yahoo! Busca Educação
Publicado por renata em 11 de julho de 2005
E qual é a sua opinião sobre o assunto? (25) Comentário(s)
Atividade sugerida - Confira a sugestão de atividade para professores do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
Exercício para a sala de aula
1. Disciplina – Artes
2. Público-Alvo – Alunos da 8a. série do EF ou do 1o. ano do EM
3. Tema – Grafite
4. Questão problematizadora – O grafite é ou não é arte?
5. Estratégia – Em grupos, os alunos deverão ser solicitados a pesquisar na Internet, divididos em duas grandes equipes, subdivididas em grupos de 5 alunos cada. Os subgrupos que compõem o grande Grupo A terão que pesquisar na internet em busca de argumentos que defenderão a tese de que o grafite é arte. Os do Grupo B defenderão a tese de que o grafite não é arte.
6. Palavras-Chaves – Artes Visuais / Arte Pública / grafite / arte popular
7. Seleção de sites encontrados – caminho a ser construído com a orientação do professor (observem, por exemplo, que o Yahoo! já pré seleciona os sites por critérios que colaboram no refinamento da pesquisa)
8. Organização de registros que possam interessar – No Word, podem ser recortados e copiados textos; nomes de artistas; imagens de grafite; imagens de outros tipos de produção similar, tal como os murais (que servirão como elementos de comparação para se chegar ao conceito do que é um grafite e se é arte ou não) etc.
9. Elaboração do trabalho – observe que a proposição de uma pesquisa como esta, faz da internet um instrumento valioso, pois:
- Propõe ao professor o papel fundamental de orientador no processo de aprendizagem dos alunos;
- Sugere a construção dos caminhos de uma pesquisa que constrói conhecimentos e exige reflexão em oposição ao já famoso processo cópia/impressão;
- Colabora para a criação de um processo de elaboração do conceito de arte; de arte pública de grafite; a diferença entre grafitagem e arte-mural, etc.
- Colabora na formação de competências e habilidades de leitura de diversos tipos de texto – incluindo aqui imagens;
- Oferece caminhos que contribuem para a construção do raciocínio argumentativo.
- Instrumentaliza os alunos para a leitura, seleção e produção de textos em diversos suportes e com diferentes linguagens.
10. Apresentação dos trabalhos – os trabalhos poderão ser apresentados oralmente, na forma de um debate entre os grupos A e B. A apresentação dos trabalhos pode ser enriquecida ainda por uma pesquisa de imagens na Internet. Na busca do Yahoo!, digite o termo grafite e confira os resultados encontrados em imagens. Em seguida, utilize a busca avançada de imagens do Yahoo! e procure apenas por imagens em preto e branco. Veja que os resultados em preto e branco mudaram o sentido da sua busca. Utilize o nosso espaço para comentários e discuta por que.
Professor, você aplicou essa atividade em sala de aula? Deixe seu comentário no nosso blog.
Clique na imagem acima para ver a busca sugerida. (Crédito: Reprodução)
Fotos: stock.xchng
Por Flávia Aidar, educadora e autora da concepção pedagógica do Yahoo! Busca Educação
Publicado por renata em 24 de maio de 2005
E qual é a sua opinião sobre o assunto? (20) Comentário(s)
Atividade sugerida - No Yahoo! Busca Educação, professores do Ensino Fundamental e do Ensino Médio encontrarão duas novas sugestões de atividades por mês. Estas sugestões poderão ser utilizadas em sala de aula e têm como componente fundamental o uso de uma ferramenta de busca como o buscador do Yahoo!.
Clique na imagem acima para ver o exemplo de busca. (Crédito: Reprodução)
As transformações provocadas pelas novas tecnologias exigem que repensemos as nossas práticas pedagógicas e tiremos partido de suas vantagens. Num mundo de informações disponibilizadas diariamente por todos os canais de comunicação, cabe perguntar: o que os educadores podem fazer para preparar crianças e jovens para lidarem de forma mais saudável com as informações que circulam à nossa volta? O caminho parece ser o mais óbvio, o que não quer dizer o mais simples: significa prepará-los para lidar com critérios de seleção, com criticidade e poder de avaliação.
A ferramenta de busca permite que o professor, de toda e qualquer disciplina, na sua função de orientador do processo de aprendizagem de seus alunos e de propositor de novos territórios a serem explorados, saiba prepará-los para fazerem as perguntas certas, a construírem seu próprio caminho de conhecimento, levando em conta suas necessidades e o seu papel no mundo em que vivemos.
Como o computador e a internet são hoje instrumentos fundamentais para qualquer área de trabalho e de produção de conhecimento, qual a melhor maneira de utilizar seus recursos de maneira inteligente e eficaz para o processo de ensino e de aprendizagem? Nesta seção você vai encontrar sugestões de atividades que vão transformar a sua sala de aula. Mãos à obra!
Sonhar e Amar X Pesquisar e Estudar
Ler, amar e sonhar, tal como afirma o professor e escritor francês Daniel Pennac, não suportam imperativos. Por outro lado, pesquisar, estudar e entregar os trabalhos escolares, não só devem ser competências a serem exigidas pelos professores, como devem ser conteúdos a ser ensinados aos alunos, de qualquer faixa etária e em qualquer área de ensino.
Proposta – Como pesquisar na Internet valendo-se dos buscadores como ferramentas?
O que é pesquisar e o que é pesquisar na Internet? Pesquisa escolar sempre foi um desafio. A confusão entre colagem de textos ou simplesmente de cópias integrais de textos, adiou a necessidade, que a Internet agora evidencia, que é a de ensinar e aprender a fazer pesquisas.
Concepção de pesquisa
Na Internet, mais do que em qualquer outro suporte, a pesquisa tem de ser devidamente concebida e planejada. A sorte necessária para se encontrar aquilo que realmente se pretende depende da capacidade em se definir claramente aquilo que se procura. Conceber e planejar a pesquisa obriga a ter respostas claras para os seguintes pontos:
1) Qual a informação pretendida (endereços url, endereços de correio eletrônico, software)?
2) Que palavras-chaves podem conduzir a essa informação? Note-se que os buscadores tanto permitem buscar informações específicas como mais genéricas, dado que os resultados da pesquisa são um conjunto de sites onde se poderá encontrar o que se pretende.
3) Definição clara do tema a ser pesquisado.
4) Definição precisa do que se quer encontrar sobre o tema.
5) Clareza de objetivos sobre o tema ou assunto que se quer pesquisar.
6) Deixar claro para o aluno que uma pesquisa escolar pressupõe o professor como leitor e implica na avaliação do processo do aluno. Portanto, pesquisar para aprender, requer uma elaboração por parte do estudante, tendo o professor como um importante orientador neste percurso.
7) Orientação do processo de seleção e organização dos dados encontrados, visando a elaborar e trabalhar o resultado das informações encontradas, enriquecido com um conjunto de informações disponibilizadas em outras linguagens, tais como gráficos, mapas, imagens etc. além do texto.
Por Flávia Aidar, educadora e autora da concepção pedagógica do Yahoo! Busca Educação
Publicado por renata em 18 de maio de 2005
E qual é a sua opinião sobre o assunto? (20) Comentário(s)
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são gratuitas e em português. Saiba mais sobre como utilizá-las na nossa
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