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Encontro sobre laptops em educação no RJ

Agenda - O 2º Encontro sobre laptops na Educação acontece no Rio de Janeiro, dia 25/04/08, das 9h às 18h, no Auditório da Fundação Getúlio Vargas, Centro. Promovido pela educadora Denise Vilardo o encontro vem aproveitar "a trégua sobre o assunto "laptop educacional" - entre um pregão e outro e as discussões se os computadores fazem bem ou mal às crianças". A idéia é compartilhar as informações sobre o assunto. O encontro terá a participação de professores que estão atuando diretamente no Projeto UCA (Um Computador por Aluno).

O 1º Encontro sobre Laptops na Educação trouxe David Cavallo do MIT como palestrante. Para saber mais sobre o Projeto UCA, visite o blog dos pilotos da UFF.

Publicado por renata em 6 de março de 2008



Comentários

Olá gostaria de ver mais dicas de cursos, obrigada

Publicado por bruna em 7 de março de 2008


BOA TARDE,
ESTOU INGRESSANDO NO ESTADO E ESTOU COM ALGUNS PROBLEMAS QUE GOSTARIA DA AJUDA DOS COLEGAS NA MINHA ÁREA.
ME FORMEI EM ARTES EM 1984 E NUNCA MINISTREI AULS AO CONTRÁRIO FUI PARA ÁREA COMERCIAL DE UMA GRANDE EMPRESA. AGORA INGRESSEI NO ESTADO E NÃO TENHO NENHUM MATERIAL POIS SE PERDEU AO LONGO DESTE TEMPO. PRECISO DE DICAS DE AULAS E ATIVIDADES PARA 1ªS SÉRIES fund I, 5ªS E 6ªS SÉRIES DO FUND II , 1º E 2º DO ENSINO MÉDIO E AINDA TENHO 2 CLASSES DO EJA QUE NÃO SEI COMO INICIAR O TRABALHO.
CASO HAJA ALGUÉM QUE POSSA ME AJUDAR EU AGRADEÇO MUITO....
ABRAÇOS
CÉLIA

Publicado por Célia Lopes em 9 de março de 2008


Gostaria de receber idéias sobre atividades que levem o interesse em crianças de 4 e 5 anos para leitura e a escrita.

Publicado por Girliane em 9 de março de 2008


Eu tenho algumas dúvidas sobre esse programa:
1ª Se esses laptops chegarem a todos os 30 mil professores (o que ainda duvido), como alguns poderão usá-los se ainda existem escolas que a rede elétrica é deficitária e não há cobertura de telefonia celular?
2ª Algumas escolas não têm nem mobiliário completo para aluno e professores, como usar os laptops?
3ª A SEED tem informado que os 30 mil laptops estão comprados e estocados. Uma compra dessas deveria ter sido licitada em alguma data e por que não se tem notícias claras de tal volume de negócios?
4ª De onde vem o dinheiro (segundo o governo, 70 milhões) se o Executivo diz estar sem caixa para dar aumento para os servidores. No ano passado, o governo queria dar um reajuste aos servidores de 24% dividido em 24 vezes, como agora aparecem 70 milhões para essa compra?
Não sei se os senhores estão sentido o mesmo que eu, tem algo cheirando mal nesse negócio. Eu não quero ser enjoado, mas isso não parece que não está certo? Tem alguém levando o reajuste dos servidores! Estão metendo a mão no nosso bolso?
Luiz Nolasco

Publicado por Luiz Nolasco em 25 de março de 2008


Respondendo a suas dúvidas Luiz,

1o. e 2o. A principal iniciativa, que é da fundação OLPC (http://www.olpc.org) fez um laptop resistente com tela legível até sob sol forte e que tem bateria de longa duração que pode ser carregada com fontes alternativas de energia (solar, humana, etc...). A intenção desta fundação é dar mais alternativas em lugares de estrutura muito mais precária que o Brasil, por exemplo.
Mas no caso brasileiro tais laptops só chegariam acompanhados de toda uma infra-estrutura e outras melhorias pedagógicas. O projeto piloto que está programada com 150 mil crianças em 300 escolas nos mais diversos pontos do país só ocorrerá em escolas com alguma infra-estrutura e com professoras que já desempenham alguma atividade relacionada com a tecnologia. E isso não limitou a escolha aos grandes centros urbanos! Nossa diversidade de experiência educacionais é de fato muito grande, para menos e também para mais.

Veja os laptops como parte de todo um processo de reformulação da educação no Brasil. Eles só fazem sentido quando acompanhados de outros benefícios, alguns básicos, como luz, carteira e professor, outros avançados, como computadores, laboratórios e bibliotecas.

3o. A SEED não comprou nenhum laptop até agora. Todo o processo de compra é licitado e nem tem como fazer diferente. A primeira e única licitação foi feita em dezembro, mas foi cancelada porque os preços oferecidos pelos concorrentes fugiram em muito do empenho orçamentário feito pelo governo.

4o. Uma coisa não tem nada ver com a outra. O dinheiro para investimento em educação é um percentual do orçamento obrigatório definido na Constituição complementado com verbas de fundos, convênios e outras coisas. O dinheiro para o salário do funcionalismo público vem da verba de custeio, também está definido na constituição sem percentual orçamentário mas como a obrigatoriedade do reajuste anual (sem índice mínimo). É o congresso nacional que dá a palavra final sobre o reajuste do funcionalismo quando aprova o orçamento anual. Que eu saiba no ano passado o governo federal manteve a trajetória de reajustes, mas as negociações anteriormente fechadas com o funcionalismo foram bombardeadas pelo fim da CPMF, que de fato diminui a previsão de arrecadação (lembrando que "previsão" e diferente de "real", mas seria estranho fazer orçamento sem considerar uma previsão).

Há quantos funcionários públicos federais no Brasil? O valor que você disse de "70 milhões" num ano representaria quanto de abono para estes funcionários? O pagamento anual com pessoal concursado está na casa das dezenas de bilhões de reais e mesmo a compra de laptops para todas as crianças (que demoraria no mínimo 5 anos) representaria uma fração ínfima desse gasto e uma parcela não muito significativa de qualquer reajuste salarial.

Não. Não foram os laptops baratos que ainda nem foram comprados que "roubaram" o reajuste deste ano dos servidores. Nem são os gastos efetivamente feitos com saúde, educação e infraestrutura. Podemos culpar a má administração, a corrupção e outros males (menos o FMI que já pagamos). O fim da CPMF é com certeza um dos culpados e principal desculpa para muita coisa e na minha opinião é justificado, já que atinge em cheio a tese de "previsão dos gastos" e ocorreu numa época em que nada havia de alternativa e muitas promessas já haviam sido feitas.

Publicado por Jaime Balbino em 25 de março de 2008


Bom Vou dar meu pitaco ai....

O recurso que vem para equipamentos é diferente do recurso que vem para folha de pagamento, tem um regra que diz que so se pode gastar 60% dos recursos com folha de pagamento. Uma coisa que as pessoas não fazem é consultar o site do MEC que informa sobre os recursos de educação de cada município. Assim como é muito fácil ir ao conselho de educação do município e solicitar a prestação de contas. Estou falando isso porque já foi no conselho do meu município e solicitei e prontamente me atenderam assim como a conselheira ficou quase 3 horas me explicando como era feita a prestação de contas.

Quanto a compra não entendi porque o Brasil tem muito mais do que 30.000 professores ai vai depender de qual cidade e/ou estado ele esta falando. Uma coisa é certa muitas licitações são publicadas mas as pessoas não sabem aonde veriifcar. Normalmente no site da cidade ou do estado vem relacionando todas as licitações realizadas e/ou andamento.

Não sei qual é a relidade da região que o cidadão esta fazendo a pergunta mas aqui em vitoria-es sei que cada escola tem seu caixa escolar sua verba para pequenas reformas, mobiliário, equipamentos e etc... cabe ao caixa escolar (que é formado por professores, alunos e comunidade) gerir este recurso.

Se a escola não tem mobiliário etc.... Basta fazer uma denuncia no ministério publico...

Acredito que na lista tem gente mais qualificada do que eu para responder fiz apenas um comentário como cidadão não sou professor e muito menos da área de educação. Sou empresário da área de tecnologia que acompanha o andamento do projeto OLPC.

Publicado por antonio dettmann em 30 de março de 2008


Olá, Renata

Primeiramente, obrigada pelo seu apoio, sempre nos acolhendo no YBE.

Deixarei algumas respostas para os demais companheiros da lista OLPC complementarem a dúvida do leitor Luiz Nolasco.

É bom começarmos esclarecendo que estamos nos referindo ao Projeto UCA (Um Computador por Aluno) que é o projeto do Governo Federal, coordenado pela Secretaria de Ensino a Distância (SEED) do MEC.

O Projeto UCA começou a nascer em junho de 2005, quando o cientista Nicholas Negroponte, fundador do MIT – Media Lab, e o educador Seymour Papert vieram ao Brasil para propor ao governo brasileiro aderir ao programa piloto do projeto de educação OLPC – One Laptop per Child, que foi apresentado ao mundo em janeiro de 2005, no Fórum Mundial de Davos.

Portanto, o UCA é baseado nas idéias inicialmente propostas pela OLPC, mas ganha contornos próprios, para se adequar às necessidades do nosso país.

Mais informações:
http://www.pilotosdoprojetouca.blogspot.com/
http://mobeduc.blogspot.com/
http://tdeduc.zip.net/

1ª - Se esses laptops chegarem a todos os 30 mil professores (o que ainda
duvido), como alguns poderão usá-los se ainda existem escolas que a rede
elétrica é deficitária e não há cobertura de telefonia celular?


A chegada de 30 mil laptops para os professores é uma promessa do Governo Estadual do Rio de Janeiro, que pretende fazer a inclusão digital dos professores da sua própria Rede Estadual. Isso é uma coisa.

Outra coisa é o Projeto UCA do Governo Federal, em que toda essa questão está sendo levada em conta e estudos estão sendo feitos visando dar a mobilidade necessária aos professores e aos alunos. Os detalhes técnicos, deixo pros colegas esclarecerem. Tipos de redes que estão sendo testadas, utilização de baterias, capacidade de rede elétrica, cobertura e não cobertura etc.

2ª Algumas escolas não têm nem mobiliário completo para aluno e
professores, como usar os laptops?


Me deparo constantemente com essa situação e o que vejo são alunos tentando equilibrar livros em uma perna e caderno em outra e, ainda, tentando escrever... O mobiliário escolar é um direito de alunos e professores e de responsabilidade municipal ou estadual - conforme cada caso - essas instâncias têm que ser "cobradas" para cumprirem o seu papel. Essa é uma "briga" que independe dos laptops, certo? O mobiliário é um direito sob qualquer circunstância.

Até lá, esse fato não deve ser impeditivo para que os alunos utilizem os laptops - nesse caso, é até mais fácil escrever num laptop no colo... (não acho isso bom, não, por favor!!!)
Vejam:
http://www.lec.ufrgs.br/index.php/Piloto_UCA_-_O_Processo_de_Inser%C3%A7%C3%A3o_do_Laptop_na_Escola


3ª A SEED tem informado que os 30 mil laptops estão comprados e
estocados. Uma compra dessas deveria ter sido licitada em alguma data e
por que não se tem notícias claras de tal volume de negócios?


Novamente, creio que está se falando da compra de laptops para os professores da SEE do Rio de Janeiro. E aí não tenho notícias se foram comprados ou não.

Quanto ao UCA, nenhuma compra foi feita ainda. A licitação para a compra do primeiro lote de 150 mil laptops está em andamento. Em dezembro passado, depois de alguns dias de pregão público, houve a suspensão do mesmo, por não se ter chegado ao valor pretendido pelo governo, conjugado com algumas exigências do Governo.
Vejam: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u369173.shtml
e http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022008/06022008-16.shl

4ª De onde vem o dinheiro (segundo o governo, 70 milhões) se o Executivo
diz estar sem caixa para dar aumento para os servidores. No ano passado,
o governo queria dar um reajuste aos servidores de 24% dividido em 24
vezes, como agora aparecem 70 milhões para essa compra?


Luiz, vamos tentar esclarecer as coisas, que estão confusas mesmo, devido à falta de informação para todos.
O Projeto UCA é do Governo Federal e a intenção é que, ainda em 2008, seja implantado em escolas de 300 municípios dos 27 Estados do Brasil. Isso é uma coisa, como já disse antes.

Outra coisa é a proposta de compra de laptops para professores da Rede Estadual do Rio de Janeiro - sobre a qual você está se referindo. Só sei que: o dinheiro para o pagamento de servidores é de uma determinada fonte e o dinheiro para a compra dos laptops para os professores é de outra fonte. Não sei de mais detalhes.

Mas sei que o problema do nosso país não é falta de verba, nem para a Educação e nem para a Saúde, como querem que acreditemos.

Não sei se os senhores estão sentido o mesmo que eu, tem algo cheirando
mal nesse negócio. Eu não quero ser enjoado, mas isso não parece que não
está certo? Tem alguém levando o reajuste dos servidores! Estão metendo
a mão no nosso bolso?


Luiz Nolasco

Luiz, não se preocupe em ser ou não ser enjoado, você tem o direito de ser informado sobre o que está acontecendo. Apenas peço que, se as informações não vêm até você, busque-as em fontes variadas e faça isso que você está fazendo aqui: pergunte. Somente dessa maneira poderemos compreender os diferentes contextos e pontos de vista e analisar os fatos com mais isenção e coerência.

Temos discutido bastante esse assunto na Rede Peabirus, para a qual convido a todos, mais uma vez, para participarem.

Vejam as Comunidades:
'Ambientes de Aprendizagem" - http://www.peabirus.com.br/redes/form/comunidade?id=804
e "Educarus" - http://www.peabirus.com.br/redes/form/comunidade?id=321

Peço que os companheiros da lista me ajudem por aqui...

Um grande abraço a todos!

Denise Vilardo

Ah, aguardo vocês no 2° Encontro sobre os Laptops na Educação!

Publicado por denise vilardo em 30 de março de 2008


Luiz Nolasco, estas perguntas, eu fiz a mim mesma várias vezes...o problema não é tão simples como parece. Apesar de não ter tantas qualificações de especialista no assunto, conheço e acompanho as perspectivas do projeto. Todos sabemos que as verbas são direcionadas. É uma questão de prioridade. Uma coisa é o governo instituir um piso salarial para a categoria, votar o PAC, e esta verba vem de um lado, outra coisa completamente diversa é a verba para inclusão digital ou seja lá qual for o nome empregado.
Acredito que só os colegas que trabalham no UCA (talvez) tenham condição de responder a essas perguntas. Ou alguém do MEC, na área administrativa ou orçamentária...
O ideal seria saber mais participando da discussão da lista criada para o projeto:
OLPC Brasil - neste link:
http://lists.laptop.org/pipermail/brasil/
ou visitar o wiki do projeto: http://wiki.laptop.org/go/OLPC_Brazil
No mais, trata-se de uma questão de opção: separar a questão salarial e as condições de trabalho, vejo que não devemos misturar as estações.
É justamente para isso que teremos o segundo encontro aqui no RJ. Lá também todos terão oportunidade de sanar suas dúvidas.

Publicado por Jenny Horta em 30 de março de 2008


complementando o comentário de Denise Vilardo:


> > 1ª Se esses laptops chegarem a todos os 30 mil professores (o que ainda
> > duvido), como alguns poderão usá-los se ainda existem escolas que a rede
> > elétrica é deficitária e não há cobertura de telefonia celular?

O laptop não usa cobertura celular e pode funcionar mesmo sem
internet. Usa uma tecnologia nova chamada mesh network que faz com que
a própria distribuição dos laptops ajude a criar a infra-estrutura
necessária de rede: isso é, como cada laptop é uma mini-antena,
distribuir os laptops é como espalhar milhares de pequenas antenas de
internet no brasil.

O laptop requer energia elétrica para funcionar, claro, mas como
requer bem pouca e rende muito ele é favorável a soluções alternativas
mais ecológicas. Uma roda d´agua um painel solar pequeno ou bateria de
caminhão basta para alimentar diversos laptops durante muito tempo. Há
espaço para soluções criativas, na Índia, por exemplo, montaram uma
estação de carregamento de laptops baseado em animais de tração.

> > 2ª Algumas escolas não têm nem mobiliário completo para aluno e
> > professores, como usar os laptops?

como a Denise falou bem, as escolas brasileiras tem muitas
deficiências e uma não exclui a outra. Pense no laptop como um livro
educacional, uma escola pode estar precisando de uma reforma na parede
e dinheiro para as merendas, mas isso não quer dizer que devemos
cortar a verba para livros por causa dessas faltas.

> > 3ª A SEED tem informado que os 30 mil laptops estão comprados e
> > estocados. Uma compra dessas deveria ter sido licitada em alguma data e
> > por que não se tem notícias claras de tal volume de negócios?

Os leilões de dezembro foram divulgados em todos os principais veículos,
tanto blogs especializados quanto grandes jornais online como g1.com
(da globo). Não tiveram grande destaque por que suponho que os
editores acharam que não daria muita audiência. Até onde eu saiba (alguém me corrija se estiver errado) a informação que eles estão comprados e estocados é errônea, pois o leilão foi cancelado por causa dos preços muito altos e deverá ser remarcado em breve.

Publicado por Alexandre Van de Sande em 30 de março de 2008


Referente a indagação do leitor Luiz Nolasco, eu também complemento dizendo que como pessoa e empresário tenho algumas indagações de o porque o laptop da UCA ou do OLPC esta chegando no Brasil tão caro.

Sou gestor de da VocalTech integradora de tecnologia no Estado do Espírito Santo somos uma pequena empresa que nem tem tanta expressão no mercado nacional.

Porém, através de pesquisa de hardware adequado e de baixo custo nos conseguimos um computador desktop que chega na casa do consumidor a R$ 718,32 utilizando software livre. Assim como distribuidor temos um Notebook de boa configuração que chega na casa do cliente a R$ 741,00. Isso pagando todos os impostos e ainda com suporte técnico e garantia.

Então não consigo entender o porque de uma venda do volume que é o OLPC e o UCA tem que ficar nesse valor.

Por exemplo somente para ilustrar tenho contato com empresas fabricantes na China e equipamentos de excelente qualidade de lá chegam aqui no Brasil pagando todos os tributos, impostos a menos de R$ 1.500,00.


http://www.vocaltech.com.br (ja entregamos 480 equipamentos) sem nenhum tipo de marketing apenas com o Boca-a-Boca.

Publicado por antonio dettmann em 30 de março de 2008


Luiz,

O valor dos notebooks da OLPC ficaram em 640 reais cada (preciso confirmar o preço) se não me engano, com 3 anos de garantia no local, distribuição em 300 lugares em todos os estados, incluindo lugares que só se chega de barco, software para o servidor (cujo hardware ainda não foi especificado) e treinamento.

Mas seu notebook é mesmo "um achado" e se qualificaria plenamente para disputar o próximo leilão, já que o primeiro foi cancelado. Só precisaria se preparar para os softwares exigidos.

Existe alguma revenda em São Paulo que o comercialize?

Outra coisa, seria interessante vocês fazerem testes de desempenho e cases de uso. Uma pesquisa independente auditada com os 480 consumidores também o ajudaria a alavancar as vendas.

Sites como "garota sem fio", BR-Linux e Clube do Hardware também fazem essa avaliação (acho mais fáceis conseguir resenhas independentes com eles do que com as revistas "de mercado").

Fica a sugestão.

Publicado por Jaime Balbino em 30 de março de 2008




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