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Feira traz atrações para alunos do ensino médio e fundamental. (Crédito: Divulgação)
Agenda - A Robótica - Salão Internacional de Robótica e Inteligência Artificial - acontecerá entre 11 e 15 de abril em São Paulo. A feira reunirá uma grande variedade de robôs em diversas atividades e tem como público-alvo principalmente alunos do ensino médio e fundamental.

Robôs disputarão até campeonato de futebol. (Crédito: Divulgação)
A Comau levará um robô, programado para ter habilidades artísticas, que reproduzirá filmes da Disney em desenhos de alta qualidade. Ao final da apresentação, o robô distribuirá balas e doces. A Symphony terá projetos interativos como o ROVER, que, por meio de sensores, procura água no planeta Marte.
O evento terá ainda competições e campeonatos de futebol de robôs, damas, e outros jogos entre equipes de colégios e universidades. Um deles é o Mundo Lego com a realização da FIRST LEGO League, resultado de uma parceria entre a Fundação FIRST (For Inspiration and Recognition of Science and Technology) e o Grupo LEGO, representado no Brasil pela LEGO Education - Edacom Tecnologia. Os jovens, de 10 a 15 anos, terão a oportunidade de trabalhar em equipe e construir um robô utilizando as peças LEGO em conjunto com sensores, motores e engrenagens, entre outros.
Na Robótica mais de 50 equipes do Brasil e da América do Sul disputarão o Campeonato Sul Americano nos dias 13, 14 e 15 de abril.
Para escolas há um pacote especial, voltado às crianças maiores de oito anos, que inclui acompanhamento de monitores e guias, entrada especial na feira, estacionamento para ônibus, um kit especial, com mapa e informações, lanche, brinde, além de outros diferenciais. O valor por aluno é de R$ 20 (vinte reais). O pacote escolar é válido para os dias 11, 12 e 13 de abril.
Mais informações com Juliana pelo telefone (11) 2193-7740 ou por e-mail.
ROBÓTICA – Salão Internacional de Robótica e Inteligência Artificial
Data: De 11 a 15 de Abril 2007
Quarta a sexta, das 13 às 21 horas, sábado e domingo, das 10 às 20 horas.
Local: Centro de Convenções Imigrantes – Rodovia dos Imigrantes km 1,5.
Ingressos: R$ 20 – estudantes pagam meia. Menores de 6 anos não pagam.
Pacote Escolar: R$ 20
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29 de março de 2007
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Comemoração do Dia do Circo no Colégio Pentágono em SP. (Crédito: Divulgação)
Dica - Esta semana foi repleta de comemorações em escolas de todo o Brasil do Dia do Circo, 27 de março. Além de ser uma preocupação entre os educadores que buscam sugestões de atividades aqui no Yahoo! Busca Educação, este dia também recebe homenagens de escolas de todo o Brasil.
Em São Paulo e Santana do Parnaíba, o Colégio Pentágono foi uma das escolas a fazer uma homenagem com a Semana do Circo. Durante esta semana, as bibliotecas foram enfeitadas com palhaços, panos coloridos e um mini-palco simulando um picadeiro. As infoeducadoras contaram histórias da literatura infantil relacionadas ao circo aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental I (1ª a 4ª série). E o livro Circo da Lua de Eva Furnari, que conquistou uma das categorias do Prêmio Jabuti 2004, foi um dos escolhidos para ser contado às crianças nesta semana do Circo.
O IBGE Teen, site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, tem uma seção especial sobre o Dia do Circo. Visite, leve o tema para sua sala de aula e conte a experiência depois aqui no Yahoo! Busca Educação.
Publicado por renata em
29 de março de 2007
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Agenda - A Mostra TIC 2007 - Mostra de Soluções em Tecnologia da Informação e Comunicações Aplicadas ao Setor Público, acontece até 29 de março em Brasília. O evento promovido pelo Serpro une uma exposição e série de palestras sobre tecnologia para profissionais ligados ao setor público. As inscrições para o evento podem ser feitas no local. Os trabalhos técnico-científicos apresentados estão descritos no site do evento.
Mostra TIC 2007
Data: Dias 27, 28 e 29 de março
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
SDC - Setor de Divulgação Cultural
Eixo Monumental - Brasília - DF
Horário: A partir das 8:30
Publicado por renata em
27 de março de 2007
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As florestas em uma sugestão de atividade na sala de aula. (Crédito: CO2 Soluções)
Atividade sugerida - Muito tem sido discutido sobre um tema que mantém todos interessados: o aquecimento global. A professora de biologia Ariela nos enviou uma Atividade Sugerida com várias idéias para levar o assunto para a escola. Veja a entrevista com a empresa CO2 Soluções e confira a atividade. Deixe suas dúvidas nos nossos comentários ou, se quiser enviar sua própria atividade, use nosso canal Participe.

O aquecimento global pode ser tema de ensino médio e fundamental. (Crédito: CO2 Soluções)
Aquecimento global: de quem é a culpa?
Público-alvo
Para professores do ensino fundamental ou do ensino médio, preferencialmente da área de ciências.
Objetivos
* Desenvolver a capacidade de pesquisar e procurar soluções para situações-problema.
* Desenvolver no aluno a noção de agente transformador do ambiente e mostrar a possibilidade de discussão e intervenção nas ações humanas.
* Discutir os diversos pontos de vista e interesses de uma situação-problema.
* Perceber a internet como mais um instrumento pedagógico auxiliando a produção de trabalhos em grupo.
Atividades
Faz-se necessário, antes da proposta da atividade, ressaltar algumas premissas e preparar os alunos para um debate. As premissas variam conforme a série utilizada.
O nosso aluno tem em geral a idéia de que toda floresta tem as características da floresta amazônica ou da mata atlântica. Elas, na verdade, representam só 7% da cobertura vegetal do planeta, mas quase a totalidade da diversidade vegetal. Falar dessa diversidade e discutir os ecossistemas e suas relações como predatismo, parasitismo, regulação dinâmica das espécies e sua importância para o equilíbrio do ecossistema (comunidade clímax), as variações da biodiversidade conforme a latitude, entre outros, são aspectos fundamentais para o ensaio da atividade.Prepare o aluno para que perceba que quanto mais próximo dos pólos menor é a biodiversidade e que esta diminuição está relacionada a quantidade de energia que a Terra recebe do Sol. Esta energia impõe variações climáticas que em regiões equatoriais são mais brandas (principalmente no inverno) determinando, assim, a biodiversidade.
Sugira para os alunos que pesquisem (veja alguns sites abaixo) em um mapa-múndi sobre a vegetação no mundo tendo uma noção de localização das principais florestas, número de espécies (em grandeza) vegetais e animais, variação de temperatura ao longo do ano, distribuição de água doce (noção dos rios) – fator muito importante para a biodiversidade e para determinação climática por regulação do ciclo hídrico. Isto dará embasamento para se entender como todo o processo de aquecimento global vem ocorrendo.
Se estivermos falando de alunos de Ensino Fundamental, pode-se discutir, agora, o ciclo do carbono de uma forma mais simples mostrando o que produz CO2 e como é consumido (seqüestro de carbono), dando noção dos processos de fotossíntese, respiração, o que acontece com o seqüestro de carbono depois dos desmatamentos e depois das queimadas, onde ocorre a interrupção do ciclo do carbono, como entra o combustível fóssil no ciclo, qual a diferença entre a queima do combustível fóssil e a queima do biocombustível, entre outras. Mostre que o biocombustível é renovável enquanto que o combustível fóssil não será pelo menos no período da existência humana.
Pode-se ainda abordar também a questão dos desmatamentos. Muitas madeiras são usadas para construção de móveis, por exemplo, como podemos fazer isto de forma sustentável (se é que é possível?)? Discuta com os alunos o que é floresta de manejo, qual o preço de uma madeira com esse selo (algo em torno de 30% mais caro), compare com a do mercado negro. O que você, aluno, pode então fazer no seu dia-a-dia?
Faça uma produção de texto em dupla que proponha ações no dia-a-dia que minimizem os gases de efeito estufa.
Para Ensino Médio, depois destas (poucas) preliminares, divida a classe em dois grupos: um defenderá os paises desenvolvidos que mais produzem CO2 e o outro os paises em desenvolvimento.
O professor pode levantar algumas questões que nortearão as pesquisas do grupo para que busquem argumentos que defendam os seus propósitos.
Lembre o aluno que não importa se não está no grupo que concorda, faz parte da atividade argumentar e perceber os diversos lados de uma mesma situação. A proposta é que o aluno se aproprie de informações sobre este assunto e que perceba as divergências científicas e políticas que envolvem a questão. Essas discussões deverão gerar muitas polêmicas.
Sugestões
* Quais são os efeitos para o meio ambiente de um desmatamento? E de uma queimada?O que acontece com o seqüestro de carbono nestes casos?
* Qual a porcentagem de gases de efeito estufa emitidos pelo Brasil que vem de queimadas da Amazônia?
* Quanto de CO2 uma árvore de porte médio pode capturar por dia?
* Qual a média anual de desmatamento na Amazônia? Proponha medidas efetivas para conter este desmatamento.
* Algumas empresas fazem propaganda de que fizeram reflorestamento. Isto é suficiente para amenizar o impacto ambiental? Como fica a diversidade se quando fazem reflorestamento usam em geral um único tipo de vegetação?
* Os maiores produtores de gases de efeito estufa estão na América do Norte e Europa Ocidental e são paises com mais recursos financeiros e tecnológicos do que os em desenvolvimento. Quais países serão mais afetados pelo aquecimento global?Lembre, aqui, dos problemas causados por secas, inundações, surtos de doenças, entre outros. Levante essas questões.
* Qual a importância do protocolo de Kyoto para conter o aquecimento global? O que diz o acordo? Os EUA são responsáveis por 36% das emissões globais de gases que contribuem para o aquecimento e não assinaram o acordo. O que isto implica?
* O governo brasileiro tem dito nas negociações internacionais que o país faz a sua parte investindo em energias renováveis. O que são energias renováveis? Como sua produção interfere no meio ambiente? Isto realmente é suficiente?
Feche a discussão lembrando do tema principal: “Aquecimento global: de quem é a culpa?”. Será que há um? Proponha que escrevam coletivamente ações que os governos dos paises desenvolvidos e em desenvolvimento deveriam fazer para diminuir as emissões de gases e aumentar o seqüestro de carbono.
Sites e leituras iniciativa para discussão (a escolha deve ser feita de acordo com a faixa etária)
* Sariego, J.S. “Educação Ambiental: As ameaças ao Planeta Azul”. Ed. Scipione, SP, 1994.
* Yahoo! Busca Educação
* CO2 Soluções
* Scientific American Brasil, nº 53, outubro de 2006. Ed. Ediouro. São Paulo. P. 30-37. ”Um plano para manter o carbono sob controle”.
* Scientific American Brasil, nº 53, outubro de 2006. Ed. Ediouro. São Paulo. P. 60-65. “Aposta no biodiesel”.
* Ciência Hoje, nº 224, março de 2006. São Paulo. P. 20-25. “A Amazônia e as mudanças globais”.
* Jornal de Debates. “Aquecimento global já é realidade no Brasil”.
* ComCiência. “Dossiê - Aquecimento global”, nº 85, março 2007.
http://www.comciencia.br
* ComCiência. “Dossiê - Mudanças climáticas”, nº 34, agosto 2002.
* IBGE – Mapa de biomas e vegetação
* Uma Verdade Inconveniente – Site do filme sobre o tema do aquecimento global (em inglês).
Por Ariela J. Strozberg, professora formada em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências da USP, formadora de professores e colaboradora nos fascículos de Ciências da Natureza e Matemática das Escolas Associadas.
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23 de março de 2007
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Gabriel Ribenboim responde sobre aquecimento global. (Crédito: CO2 Soluções)
Entrevista - Aquecimento global é um tema que já saiu da pauta de ecologistas e governo e passou para as telas de cinema e para a sala de aula. Conheça o trabalho da CO2 Soluções e veja uma interessante iniciativa contra o problema. Confira ainda dicas para se trabalhar o assunto em sala de aula e uma sugestão de atividades.
Qual a proposta da CO2 Soluções?
A CO2 Soluções é uma empresa voltada antes de tudo para a conservação ambiental e o uso sustentável dos recursos naturais, contribuindo para o desenvolvimento de técnicas e tecnologias que garantam a manutenção da biodiversidade, dos recursos hídricos e do equilíbrio climático global.
O Projeto Manejo Florestal Sustentável Fazenda Rio Guariba, na Amazônia, é um dos projetos da empresa e abrange várias atividades de caráter sustentável, incluindo plantação, pesquisa e preservação de árvores nativas da região de 60 espécies diferentes, em uma área de 9680 hectares.
Garantindo o crescimento e a reprodução vegetal e assim, colaborando para a manutenção da biodiversidade amazônica e do equilíbrio climático global, um dos intuitos do projeto é mapear e monitorar essa região de diversas maneiras.
A ação está atrelada aos cálculos individuais de absorção de carbono atmosférico, permitindo associá-los à neutralização de produtos, eventos, atividades, que recebem a certificação ambiental ECO2 de neutralização de CO2 [gás carbônico]. Através deste sistema também é possível adotar árvores, isto é, manter sua conservação ou enviar um desses certificados na forma de um presente para alguém.
Sabemos da importância deste seu projeto no contexto do aquecimento global, mas gostaríamos de saber qual a força política efetiva desta iniciativa para forçar pessoas e países a mudarem seus procedimentos?
Projetos florestais que visam mitigar o efeito estufa como o nosso projeto piloto devem manter relação estrita com a sociedade, com órgãos governamentais e não governamentais a fim de integrar todos os setores e devem levar consigo, através de ações de efeito, uma mensagem da urgência e da necessidade da utilização correta dos recursos naturais.
Provar que um projeto ambientalmente correto pode gerar mais lucro e desenvolvimento baseados na sustentabilidade do que os projetos de exploração florestal indevida é poder contribuir para a constituição de uma sociedade mais justa e respeitosa com o meio ambiente.
Este projeto também atinge a dimensão política na medida em que conscientiza o cidadão que pode tanto fazer uso dos seus direitos, participando ativamente das questões que afligem a todos na sociedade contemporânea, quanto ter informações suficientes que o colocam em posição de igualdade para cobrar de seus representantes as ações necessárias para o desenvolvimento social sustentável.
Neste sentido, a tecnologia torna os cidadãos mais autônomos, isto é, ele mesmo pode monitorar e propor ou exigir ações que preservem o meio ambiente e a vida de qualidade no planeta.
Você pode nos explicar, de maneira simples, como se fazem os cálculos de seqüestro de carborno?
Para realizar a quantificação do sequestro de carbono é necessária a medida do diâmetro na altura do peito de cada árvore (resumida na sigla DAP). Esta medida é feita a uma altura de 1,30 metro do solo ou em torno da altura do peito do medidor e é utilizada para estimar o volume de biomassa presente em cada árvore.
Uma relação alométrica de biomassa é uma fórmula matemática desenvolvida para os diferentes ecossistemas e para as diferentes regiões florestais e estima a quantidade de carbono que uma árvore pode seqüestrar em função do seu DAP.
Um dos ineditismos do trabalho da CO2 Soluções é a medição individual da capacidade de seqüestro de carbono em cada árvore, aumentado a confiabilidade dos dados e produzindo conhecimento científico refinado.
Você acha que monitorar as árvores por meios tecnológicos é um ato educativo? Por que?
O monitoramento proposto pela CO2 Soluções tem dois focos estratégicos: o administrativo, referente ao processo de certificação e de manejo florestal, e o demonstrativo, voltado para o público em geral, tornando possível para ele, observar e acompanhar a preservação da árvore que ele “adotou”. Com este exercício concreto, torna-o sensível e apto a conhecer, refletir e discutir as questões que levam às mudanças climáticas.
O monitoramento é feito através de imagens aéreas e de esforço de campo, cujos dados poderão ser vistos na internet por aqueles que adotarem as árvores.
Com isso esperamos despertar a sociedade, sempre agregando e disponibilizando conteúdo, para a preservação do meio ambiente e para a necessidade de alterar o modo atual de produção, reutilização e consumo de bens.
Entendemos que os esforços de mitigação dos efeitos climáticos devem vir de duas frentes integradas. A principal é a modificação dos hábitos de uso e consumo e a redução das emissões de poluentes, fazendo uso do consumo consciente, do transporte alternativo, usando racionalmente os recursos hídricos, reciclando, produzindo menos lixo e desenvolvendo novas tecnologias. Outra forma é compensar as emissões inevitáveis de CO2 realizando o plantio de árvores e a conservação das áreas verdes existentes.
Se uma professora quiser indicar para seus alunos o tema “aquecimento global ou sequestro de carbono” e sugerir seu site como fonte de pesquisa, como poderia orientá-la a monitorar uma árvore ou região de plantio?
O conteúdo do site está sendo liberado gradativamente e em breve abrangerá o máximo de questões relacionadas à mudança climática.
Por enquanto, a liberação dos dados só é possível para quem participar do sistema de adoção de árvores. A partir da posse de um certificado com os dados de sua árvore, pode ser proposto ao estudante levantar questões como:
* Qual o ecossistema onde esta árvore se encontra?
* Quais as características principais deste ecossitema?
* Quais condições climáticas presentes neste ecossistema?
* O que significa coordenada geográfica? Em qual coordenada a árvore que ele ou sua escola “adotou” se encontra?
* Quais são as ameaças para este ecossitema e suas conseqüências?
* Quais as características da árvore que está sendo monitorada?
* O que é diâmetro na altura do peito e qual é a medida para esta árvore?
* Quanto de carbono ela pode absorver?
* Isso equivale a que? (a x km rodados de carro, a x % da energia consumida pelo prédio da escola que ele freqüenta e etc.)
Quanto custa adotar uma árvore? E como devo fazer para isto?
Custa R$ 40,00 e basta entrar no site.
Por Januária Alves e Flávia Aidar
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23 de março de 2007
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Notícia - Quer por a mão na massa e ajudar o projeto "Um Laptop por Criança" (OLPC, em inglês) mas não sabe por onde começar? Vá ao Rio de Janeiro. Professores e alunos da UFF (Universidade Federal Fluminense) já fazem testes da rede mesh, que servirá ao laptop do projeto, e divulgam todas as novidades.
No dia 23 de março, uma palestra na UFF em Niterói buscará voluntários interessados em participar da iniciativa. As informações podem ser encontradas no blog Digital Media Universe. O professor Luiz Claudio Schara Magalhães realizou os testes e o trabalho científico resultante da experiência também pode ser lido no site da UFF. Fique atento para novidades semelhantes em outros estados aqui no Yahoo! Busca Educação.
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20 de março de 2007
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Dica - O semestre mal começou e muitos alunos e professores já estão enlouquecidos com a carga horária. Com aulas extras e um monte de feriados no ano, é ainda mais difícil se organizar. O professor Luiz Lorena, de São José dos Campos (SP), enviou através do canal Participe do blog uma boa dica: o uso de programas para organizar o horário escolar.
Dá a dica o professor Luiz: "O problema de formação de horários escolares consiste em arranjar encontros entre professores e alunos em um período de tempo previamente combinado, tipicamente uma semana, de modo a satisfazer um conjunto de restrições de horário que podem ser de vários tipos. Foi lançado um software online de uso livre, o TimeS'Cool, que considera restrições referentes a situações que envolvem preferência de determinados horários do dia ou semana por alguns professores e horários vagos para os professores. Para uso do TimeS'Cool é necessário preencher um cadastro e permitir a instalação do plugin Flash Player 9."
Para quem procura apenas organizar seu calendário, há a opção de criar tabelas com seu horário em programas de edição de texto ou planilhas. Um conjunto de programas do tipo em português, gratuito, de código livre e com revisão é o OpenOffice. Se você procura algo ainda mais simples e disponível online, para acessar de qualquer lugar, pode usar a Agenda do Yahoo!. Caso tenha outras sugestões ou avaliação das dicas, deixe seu comentário sobre organização de horários abaixo.
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19 de março de 2007
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Agenda - O sistema de conteúdo e gerenciamento de informações online Moodle é um dos mais utilizados em educação a distância atualmente. Livre e fácil de personalizar, o Moodle tem atraído cada vez mais pesquisadores independentes. Neste sábado, das 14h às 15h30, uma palestra online gratuita será feita sobre a tecnologia.
A palestra será uma "oportunidade única de conhecer um pouco mais sobre o LMS - Moodle, suas funcionalidades, vantagens e outras informações", de acordo com o palestrante e gestor da Panambi EAD, Fabrício Boechat. O público-alvo é de professores, gestores, acadêmicos e outros profissionais ligados a treinamentos e educação online. O evento é gratuito e promovido pelo portal Aula Vox. Acesse a palestra aqui.
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15 de março de 2007
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Agenda - Hoje e amanhã pesquisadores se reúnem na PUC-SP, na primeira conferência da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura. Serão definidas a estrutura e os rumos da instituição recém-criada. A conferência é uma iniciativa do CENCIB - Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Comunicação e Cibercultura, do Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da PUC-SP.
Fundada em 27 de setembro de 2006, durante o I Simpósio Nacional de Pesquisadores em Comunicação e Cibercultura, a Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura visa contribuir para o enriquecimento das reflexões sobre o fenômeno da cibercultura no país. A idéia é estimular à produção científica e o desenvolvimento científico.
Veja a pauta da conferência:
Data: 15 e 16 de março de 2007.
Local: Prédio Bandeira de Mello, 5o. andar, sala 500-B (Rua Monte Alegre, 984, Perdizes, São Paulo/SP).
Programação:
14h15-14h30 Abertura dos trabalhos | Introdução geral | Sinopse das atividades realizadas em prol da Associação
14h30-18h Reunião científica [primeira sessão sobre a pauta prevista]
18h-18h30 Coffee break
18h30-22h Reunião científica [segunda sessão]
Dia 16/03 [sexta-feira]
9h-12h30 Reunião científica [terceira sessão]
12h30-14h Almoço
14h-18h Reunião científica [quarta sessão]
18h-18h30 Coffee break
18h30-18h30 Sistematização e procedimentos finais | Encerramento dos trabalhos
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15 de março de 2007
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Projeto Guri de Guaratinguetá em apresentação no lançamento. (Crédito: Divulgação)
Notícia - Foi lançado esta semana o projeto Letras de Luz. O programa pretende incentivar a leitura entre as crianças do ensino fundamental em 51 municípios brasileiros. A Fundação Victor Civita e a empresa Energias do Brasil realizaram o investimento de R$ 1,6 mi.
O projeto atingirá os quatro Estados onde atuam as empresas controladas da Energias do Brasil – São Paulo (Bandeirante), Espírito Santo (Escelsa), Mato Grosso do Sul (Enersul) e Tocantins (Enerpeixe). Serão 15 pólos multiplicadores que procurarão capacitar 1.700 agentes.
São três as áreas do programa: oficinas de fomento à leitura, capacitação e apresentações teatrais e doação de acervo de livros literários. As oficinas gerarão ações culturais de estímulo à leitura, como contadores de histórias, saraus, círculos e sacolas de leituras, entre outros. Bibliotecas e escolas dos municípios participantes receberão doações de acervo literário relacionado às atividades desenvolvidas. Mais de 10 mil livros serão doados no primeiro ano do projeto.
Os municípios que participam do projeto são os seguintes
São Paulo: Aparecida, Biritiba Mirim, Caçapava, Cachoeira Paulista, Canas, Caraguatatuba, Cruzeiro, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guaratinguetá, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Jacareí, Jambeiro, Lorena, Mogi das Cruzes, Monteiro Lobato, Pindamonhangaba, Poá, Potim, Roseira, Salesópolis, Santa Branca, São José dos Campos, São Sebastião, Suzano, Taubaté, Tremembé.
Espírito Santo: Alegre, Baixo Guandu, Cachoeiro do Itapemirim, Ecoporanga, Guarapari, Linhares, Nova Venécia, São Mateus, Vila Velha, Vitória.
Mato Grosso do Sul: Água Clara, Campo Grande, Corumbá, Dourados, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Ladário, Ponta Porã, Ribas do Rio Pardo.
Tocantins: Gurupi, Paraná, Peixe, São Salvador.
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6 de março de 2007
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Agenda - A 14ª Educar, feira e congresso de educação, acontece dia 3 a 5 de maio no Expo Center Norte em São Paulo. Os interessados em visitar a feira poderão imprimir o convite gratuito pelo site do evento que dará acesso livre nos dias 3 e 4 (quinta e sexta-feira) de maio.
No sábado – dia 5 -, último dia do evento, será cobrado ingresso (exceto dos portadores de convites distribuídos pelos expositores e pelo Grupo PromoFair) no valor de R$ 7,00. A feira pode ser visitada das 10 às 20 horas.
O Congresso Internacional de Educação – Educador – já tem inscrições abertas. O congresso, que terá lugar nos dias 4 e 5, discutirá os “Novos caminhos para um velho desafio: transformar a educação”. São 36 palestras com Flávio Gikovate, Tânia Zagury, Rubem Alves, José Ângelo Gaiarsa, entre outros.
O evento inclui ainda o 3º Educador Management – Seminário de Gestão em Educação. O primeiro dia do evento será dedicado aos gestores. Entre os palestrantes estão Richard Pring e Gustavo Ioschpe.
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6 de março de 2007
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Agenda - O V Congresso Brasileiro de Gestão Educacional (GEduc 2007), acontecerá nos dias 20, 21 e 22 de março em São Paulo. O Fórum de Direito Educacional e a Jornada de Marketing Educacional também integram o GEduc. A abertura do congresso será feita pelo ex-ministro da economia Mailson Ferreira da Nóbrega. Entre as apresentações está o Colégio Bandeirantes com "o impacto da tecnologia nos processos acadêmicos e pedagógicos".
O evento é destinado a reitores, mantenedores e diretores. A organização é da Humus Consultoria Educacional, que estima a presença de 600 gestores educacionais. O local do congresso é o Hotel Maksoud Plaza.
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6 de março de 2007
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”O grande desafio do professor é incentivar a pesquisa”, afirma Marilse. (Crédito: Divulgação)
Entrevista - O que é pesquisar para o aluno e para o professor? Marilse Araújo, coordenadora nacional do Projeto Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião, responde. Ela foi entrevistada pelo Yahoo! Busca Educação e trouxe pontos de vista muito interessantes ainda sobre ética na pesquisa e os planos do projeto.
O Projeto Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião trabalha com professores a questão da importância da pesquisa na escola. Como você vê essa questão?
O projeto que coordeno propõe o uso pedagógico da pesquisa de opinião em sala de aula, principalmente nas escolas públicas. Trata-se de uma metodologia que pretende impactar as práticas educativas dos professores, tendo como ponto de partida as inúmeras perguntas que as crianças/jovens têm sobre o mundo, ou seja, uma aprendizagem por meio da pergunta.
Nesse processo, antes de elaborar a pesquisa de opinião, propriamente dita, é preciso qualificar o tema da investigação – precisamos de informações para elaborarmos as perguntas. Nessa etapa, sugerimos que os professores lancem mão de bibliografia, estatísticas etc. que podem ser encontradas tanto nas bibliotecas quanto na internet.
O que nós observamos é que a importância da pesquisa – seja qual for, está diretamente relacionada ao interesse/curiosidade do pesquisador. É muito comum que a pesquisa (online ou offline) seja solicitada apenas como uma tarefa escolar, em cumprimento do programa curricular e aí ela se torna uma pesquisa burocrática: os alunos copiam o conteúdo do livro da mesma maneira que copiam as páginas da Internet, sem muita reflexão ou entusiasmo. É a escola que não está enraizada na vida, chata e desinteressante.
Pode nos dar dicas de como incluir a pesquisa como ferramenta fundamental em quaisquer disciplinas ou séries?
Acredito que é preciso:
1. Convencer-se sobre a importância dessa ferramenta;
2. Saber dos possíveis usos da ferramenta e sobre a importância de ouvir os alunos, em suas indagações;
3. Ter contato com exemplos práticos de uso da ferramenta e articulação dela com a disciplina/conteúdo a ser desenvolvido.
Como você tem trabalhado os diferenciais da questão da pesquisa na internet, como, por exemplo, a questão da ética?
Ainda são raras, nas escolas públicas, oportunidades em que alunos e professores têm acesso a computadores – mais raro ainda, o acesso à internet. Quando isso é possível, essa ferramenta é utilizada para buscar informações que qualifiquem o tema e também na digitação dos questionários, tabulação dos dados e elaboração dos gráficos da pesquisa.
Quando se fala em ética na pesquisa online, é interessante lembrar algumas situações. Já trabalhei há alguns anos numa biblioteca pública infantil. Vi então a prática da cópia como professora e como profissional da biblioteca. A cópia não tem a ver com o suporte. Seja cópia de livros ou sites na internet, o aluno a faz quando não está orientado sobre a diferença entre pesquisar e copiar. Na biblioteca, os alunos chegavam a nos perguntar que trecho deveriam copiar dos livros, não tinham nem a capacidade de filtrar as informações.
Assim, há um problema anterior à ética da pesquisa online que é como orientar o aluno. A pesquisa é, infelizmente, encarada como uma tarefa a ser cumprida, não é uma busca para satisfazer a curiosidade, responder questões que sejam questões que sejam da autoria do próprio aluno etc. Nesse sentido, não acho que a internet tenha piorado nem melhorado a prática da cópia. Os professores reclamam mas, acho que essa prática já existia. E, na internet, pelo menos o aluno tem que aprender a fazer uma busca no computador, o que exige um aprendizado mínimo de um conjunto de habilidades.
É difícil pensar em lidar com o problema da cópia no caso dos professores das escolas públicas. Tem um problema muito sério que é o pouco acesso que eles têm à tecnologia. Hoje em dia, os alunos dominam muito mais a tecnologia do que os professores. Acho que a solução depende muito de cada professor, da sua intimidade com a ferramenta. Muitos fazem pouco uso da pesquisa online e têm resistência ao uso de computadores. No entanto, reconhecem que os alunos têm mais acesso e dominam mais. Assim, não sei se os professores estariam em condição de orientar os alunos sozinhos.
O grande desafio para os professores é incentivar os alunos para os temas da pesquisa. Que estratégia se pode usar para que o jovem fique mobilizado e saia buscando a informação correta? No projeto, estamos sempre chamando atenção do professor para o conceito de pesquisa. Não deve ser apenas uma mera técnica. Não é trocar o giz e a lousa pela pesquisa de opinião como um método de trabalho. Além da ferramenta, há o propósito, a proposta e o envolvimento dos alunos.
Quais os próximos passos do projeto?
Temos duas frentes de atuação: a expansão do projeto para novos locais e a consolidação em escolas que já visitamos. Contamos com o apoio das diretorias de ensino e temos parcerias mais livres com as secretarias de educação municipais, até pois não há uma obrigatoriedade aos professores de participação no projeto. Temos pouca experiência ainda em uso de tecnologia pois á poucos laboratórios nas escolas mas, nas poucas que os possuem, há muitos ganhos. No Sul, por exemplo, os laboratórios da Universidade de Caxias do Sul foram usados em um dos projetos. Uma das expansões possíveis seria nessa área.
Em março, estaremos em Senhor do Bonfim (BA), em parceria com a organização Save The Children. Deveremos ainda ir à Colômbia este ano em uma parceria com um instituto de pesquisa. O projeto já está na Argentina, Chile e México e outros países latinos ainda poderão vir a nos conhecer.
Publicado por renata em
2 de março de 2007
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