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Alunos testam o acesso à internet sem fio em escola de SP (Crédito: Divulgação)
Notícia - O Colégio Santo Américo de São Paulo instalou uma rede de acesso à internet sem fio (wi-fi), que permitiu a alunos e professores utilizar a web em qualquer ponto da escola. O Santo Américo é uma das primeiras instituições de educação a usar nessa tecnologia. A coordenadora de tecnologia educacional, Elenice Lobo, contou um pouco mais sobre a novidade.
O acesso à internet, e especialmente o acesso sem fio, envolve questões de riscos de segurança. Como funciona esse tipo de preocupação no Santo Américo?
Possuímos um firewall que bloqueia os sites que consideramos inadequados para os alunos. Por outro lado, nossa rede (wireless e cabeada) só permite acesso mediante login e senha. Uma vez logado na rede, o usuário é "monitorado", ou seja, é gerado um log registrando os sites acessados, tempo de permanência em cada site etc.
O Santo Américo é um colégio privado tradicional. No entanto, os equipamentos para acesso à internet sem fio são um pouco custosos. Qual exatamente é o tamanho do público que se beneficia da novidade? Todos os alunos têm palmtops e notebooks? O colégio não teme frustração por parte dos alunos que não tenham os equipamentos compatíveis com esse tipo de acesso ou sejam simplesmente avessos à tecnologia?
A instalação da rede wi-fi permite que nossos alunos familiarizem-se com essa nova realidade dentro do colégio. Nosso objetivo não é exigir nem incentivar o uso de acessórios wi-fi, mas incorporar os recursos tecnológicos de ponta no contexto pedagógico. Fora isso, nosso colégio recebe muitos convidados internacionais e nacionais, além de sediar vários encontros nacionais e internacionais. A tecnologia wi-fi facilita muito o acesso à internet nessas situações.
Há a possibilidade de ampliar os serviços do site do colégio com o acesso sem fio? O colégio tem planos, por exemplo, de disponibilizar as anotações de um professor em uma lousa eletrônica na rede sem fio imediatamente após o fim da aula ou outros projetos semelhantes?
O acesso wi-fi facilita o acesso à internet e, conseqüentemente, o acesso ao site do Colégio vai aumentar. Nossa intenção é sempre ampliar a gama de serviços que oferecemos em nosso site. O colégio comprou sua primeira lousa eletrônica em 2000. Desde então, esse recurso de disponibilizar o material usado na aula para download no site do Colégio é oferecido, desde que solicitado.
Na rede

Rudolf Riederer, coordenador de tecnologia do colégio testa a internet sem fio. (Crédito: Divulgação)
Com a nova rede do Santo Américo, professores e alunos têm experimentado conectar notebooks e handhelds em todas as dependências da escola através de pontos de acesso 802.11g. A idéia é facilitar a utilização dos recursos acadêmicos disponibilizados no site do colégio como acesso à biblioteca, consulta a notas, e-mails e pesquisas. O Colégio Santo Américo possui aulas em período integral. A escola divide seu ensino ainda nos aspectos pedagógico, religioso, esportivo, artístico e responsabilidade social. O colégio privado, que foi fundado em 1951, tem investido em tecnologia educacional com uma infra-estrutura de informática, robótica e laboratórios.
Publicado por renata em
31 de março de 2006
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Detalhe do software de gestão educacional da Navita. (Crédito: Divulgação)
Notícia - A Navita, empresa de tecnologia, fechou contrato de outsourcing com a Unisul para o desenvolvimento do novo portal da instituição. Além disso, a empresa lançou um programa de software educacional no qual oferece 50% de desconto em seus produtos para instituições educacionais.
Fazem parte deste programa os softwares para portal e gerenciamento de conteúdo, divulgação por e-mail e gerenciamento de e-mails.
Publicado por renata em
30 de março de 2006
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Marcelo C. Bueno, coordenador responsável pelo curso de formação. (Crédito: Divulgação)
Entrevista - A Escola Estilo de Aprender promove cursos de formação de professores em São Paulo. Coordenados por Marcelo Bueno, os cursos acontecem periodicamente com inscrições gratuitas e taxas apenas para material didático. Conversamos com o coordenador para saber um pouco mais sobre a experiência da Estilo de Aprender e os desafios na formação de professores.
Quais os maiores desafios nos cursos de formação de professores da Estilo de Aprender? Você acredita que os professores estão, no geral, bem preparados atualmente?
Encontramos inúmeros desafios em nosso Núcleo de Formação. A começar pelo fato de oferecermos um curso gratuito. O envolvimento e a relação dos participantes são outros: não há muita implicação, dedicação. Por isso, na menor dificuldade, os estudantes acabam por abandonar o curso. Nós seguimos adiante, sem medo de pedir leituras e escritas, sem receio de perguntar e fazer as exigências que devemos fazer. Os que ficam querem sempre continuar outros meses.
Outro desafio é transformar o espaço escolar de Educação Infantil e Ensino Fundamental em espaço de Formação de Professores. É muito interessante verificar a relação que as famílias da Escola estabelecem com esses outros estudantes. Ficam curiosos e, às vezes, encontro-os conversando.
Recebemos muitos professores na Escola para esses cursos. Professores que chegam a tomar mais de três conduções para estudar às 7h00 da manhã! Professores de escolas particulares, públicas, de ONGs, de creches e estudantes de educação. A nossa percepção é a de que há um interesse enorme dos professores em participar de cursos de formação. O que de longe não garante uma boa qualidade no trabalho. O que me preocupa de verdade é a formação daqueles que coordenam esses professores! Na minha opinião, os coordenadores pedagógicos e os diretores de escolas que já passaram por aqui não possuem uma boa formação para exercer a sua função.
No caso específico de tecnologia educacional, como os professores vêem o assunto? Há uma boa receptividade ao uso da tecnologia na educação? Você acha que os professores estão preparados para isso?
Os professores ainda encontram muita resistência para se relacionarem com o computador, por exemplo. Na Estilo de Aprender, o uso de e-mails é o meio que encontramos para nos comunicarmos sobre questões organizacionais, bem como textos, escritas sobre a rotina e outros contatos. O uso em sala de aula é mais difícil ainda. Não podemos negar a força da net para questões referentes à pesquisa. Procuro orientar os professores para que façam um bom uso desse meio de informação, diferenciando a coleta de informações da pesquisa propriamente dita.
Sinto que, aos poucos, professores e escolas acabarão se rendendo às maravilhas tecnológicas! O computador é a primeira delas.
O que deve fazer o professor que deseja melhorar sua formação? Quais os aprendizados (informática, filosofia, aprofundamento na sua matéria específica etc.) que seriam essenciais para um professor atualmente para interagir melhor com os alunos em sala de aula?
O que digo para os professores da minha Escola é que eles precisam mergulhar nas múltiplas possibilidades culturais que a nossa cidade e o nosso país oferecem! Cinema, teatro, música, leitura, são alguns itens essenciais para uma boa formação pessoal. É preciso também se utilizar de meios como o computador para fazer outros “mergulhos” também. A qualidade da experiência vivida é fundamental para sua multiplicação no meio em que vive. É muito gostoso escutar um professor em sala de aula contando sobre um filme que assistiu, a emoção de haver terminado algum livro ou sobre a arquitetura do centro de São Paulo, vista num entardecer de sábado! Além de encontrar e atribuir um valor formativo para essas vivências, o professor não pode deixar de ler, conversar com outros professores e escrever bastante.
Publicado por renata em
29 de março de 2006
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Notícia - O professor Paulo Roberto, de Belém-PA, enviou uma dica muito interessante sobre o educador Paulo Freire. O professor enviou esta dica através do Participe do Blog. Envie você também sua dica sobre informática educacional.
"A exposição denominada "Paulo Freire: Educar para Transformar" - patrocinada pela Fundação do Banco do Brasil através do Projeto Memória.
Na exposição podemos acessar "A vida e a obra de Paulo Freire revelada em 18 banners, com textos, fotos, ilustrações, recortes de jornais, bilhetes, cartas e tudo o mais que expresse as diferentes fases da produção de suas idéias e pensamentos, das pedagogias. "O conteúdo da exposição encontra-se integralmente neste site.
Além disso, acontecerá de 12 a 15 de Setembro de 2006 o V Encuentro Internacional Forum Paulo Freire em Valencia (Espanha) promovido pelo Instituto Paulo Freire de España."
Paulo Roberto, professor da ESMAC, Belém-PA
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28 de março de 2006
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Dica - O professor Paulo Souza relatou sua experiência com os diversos usos do blog na sala de aula. Sua contribuição foi enviada através do Participe do Blog Yahoo! Busca Educação e pode contribuir para que os educadores reflitam sobre as inúmeras funções que um blog escolar pode ter na vida da comunidade escolar. Fonte de pesquisa? Canal de divulgação das notícias escolares? Ponto de encontro entre a comunidade escolar? Se você também usa o recurso do blog em sua prática educativa, entre em contato conosco para divulgar seu relato. Queremos provocar uma reflexão mais aprofundada sobre a questão do uso das novas tecnologias na educação. Contribua para a construção desta comunidade colaborativa de aprendizagem!
"Iniciado em novembro de 2003, o blog da Escola Dinah tem se mantido todos esses anos através de muito trabalho voluntário e força de vontade do grupo de professores e alunos que convive ali.
Contendo trechos de aulas, atividades extra-curriculares e também informação sobre alguns projetos, o blog entretanto não tem uma abrangência muito ampla, sendo restrito à cidade onde se localiza a Escola Dinah e alguns poucos internautas que esbarram neste endereço através de buscas online.
Um ponto positivo de todo o processo, é que os alunos e professores dedicam-se para que trabalhos seus sejam publicados ali.
Atualizado diariamente, o blog tenta mostrar que apesar das dificuldades, a escola pública pode ser sim uma alternativa de qualidade.
Conheça o blog da Escola Estadual Professora Dinah Lucia Balestrero, de Brotas - SP, em www.escoladinah.com.br."
Por Paulo Souza, professor da EE Profa. Dinah L. Balestrero
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27 de março de 2006
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Manuel Antônio de Almeida, autor de "Memórias de um Sargento de Milícias". (Crédito: Reprodução)
Dica - A professora Neli Maria Mengalli, é uma educadora com grande interesse em tecnologia educacional, nos enviou um relato muito interessante. Em um trabalho de interpretação em Língua Portuguesa, alunos da Escola Estadual Rangel Pestana, em Amparo - SP escutaram CDs com histórias adaptadas da literatura brasileira e produziram suas próprias composições. Confira como isso foi feito com a ajuda da tecnologia na sala de aula e baseado no clássico "Memórias de um Sargento de Milícias". Ouça aqui ainda a composição do aluno (arquivo WAV, 341KB)
Proposta - A proposta da aula foi a interpretação de um clássico da literatura. Tínhamos 04 títulos em CD para a escolha das classes. O CD escolhido pelos alunos do 1º ano do Ensino Médio B foi "Memórias de um Sargento de Milícias" de Manuel Antonio de Almeida. O áudiolivro é da coleção Livro Vivo número 10, adaptação livre de Anette Lomaski, com direção de Helena Bagnoli. Composto por três partes, o CD da Editora Abril narra a história do menino Leonardo, filho de Leonardo Pataca e Maria das Hortaliças.
Foram necessárias 3 aulas para toda a atividade, conforme previsto no planejamento com os alunos. Na primeira, todos ouviram o CD de cerca de 41 minutos, uma atividade individual. Na segunda, foram formados grupos de 4 alunos, perfazendo os quatro bimestres para rodízio de funções.
Objetivo - O objetivo era que exercitassem a competência lingüística, visto que era para a disciplina de Língua Portuguesa, a inteligência pictórica para o design do produto final na interpretação, os conhecimentos tecnológicos para inserirem na produção e a habilidade criativa, tendo em vista que poderiam escolher o formato da apresentação.
Passo a passo - Sabíamos que tinha um aluno que gostava muito de compor músicas e cantá-las. Assim, o aluno foi incentivado ao máximo, para que o produto final fosse musical.
Reunidos em grupos, os alunos fizeram as opções de trabalho e tudo foi registrado pela minha máquina fotográfica. Como a produção de um grupo foi a música, com estilo sertanejo, a gravação foi feita no exato momento em que todos ouviam pela primeira vez a música. O cantor e compositor do trabalho é o aluno Patrick Leme e a equipe do trabalho incluiu ainda os alunos Jonas Oliveira, Eduardo Procópio e Carlos H. Favoretto.
Apresentação - A terceira aula foi reservada para as apresentações, como tínhamos 10 grupos, o tempo máximo para as exposições era de 5 minutos.
Resultados - A proposta da aula foi cumprida em 90% do planejado, como o sucesso da música foi grande, foi chamada a equipe gestora, incluindo supervisoras de ensino, para que ouvissem a criação e valorizassem o talento, o que demandou um tempo maior, assim, 3 apresentações foram feitas na aula seguinte.
Pontos positivos da proposta: o objetivo, as metas e as regras estabelecidas antecipadamente e acatadas por todos, o silêncio, o respeito e a admiração foram constantes nas exibições. Na primeira semana de aula, todos tiveram acesso a toda a matéria que seria trabalhada no ano, bem como a divisão em 4 frentes para trabalho e as competências e habilidades que deveriam desenvolver na disciplina. Os alunos seriam os protagonistas de todas as atividades propostas em todas as frentes, apenas seriam mediados pelo professor, todos sabiam e concordavam com o proposto.
Relato de Neli Maria Mengalli, educadora e colaboradora do Yahoo! Busca educação
O áudiolivro "Memórias de um Sargento de Milícias"
Manuel Antonio de Almeida é autor de um único romance: "Memórias de um sargento de Mílícias". Em uma época de histórias adocicadas, surge um romance singular: um herói sem atos de bravura. Publicado inicialmente em folhetins no importante jornal Correio Mercantil, com o pseudônimo de "Um brasileiro", saiu em 1854 em forma de romance. A narrativa, o tema e a concepção dos personagens não se encaixam na cartilha do romantismo, por isto é tido como um romance inusitado, único no quadro geral das obras desse movimento literário.
Memórias de um Sargento de Milícias, focaliza a vida como ela é, entre alegrias e tristezas do cotidiano vivido por pessoas do povo - padres, malandros, majores, parteiras – nem boas nem más, nem certas nem erradas. Apenas pessoas simples e verdadeiras.
O mundo retratado pelo autor é de pessoas que lutam para sobreviver, caricaturas bem-humoradas da vida carioca. Precisavam sobreviver e já recorriam ao "jeitinho brasileiro" de contornar os problemas do cotidiano.
Sinopse por Flávia Aidar, coordenadora pedagógica do Yahoo! Busca Educação
Alunos com a palavra
Os alunos que fizeram a composição musical contaram um pouco mais sobre a experiência. Responderam às perguntas Patrick Leme (interpretação, melodia e letra), Eduardo Procópio e Jonas A. Oliveira (letra); e Carlos H. Favoretto (adequação da obra literária para a letra).
O que você aprendeu com este trabalho?
Eu e o grupo aprendemos a perceber a literatura de uma nova maneira, o fato de compor a melodia e de trabalhar em um grupo com diferentes competências contribuiu para isso. Inserir a música, que eu lido todo dia, foi um modo de trazer a minha realidade para a escola, além de diversificar os trabalhos, não ficamos respondendo apenas perguntas, questionamos nós mesmos.
Você leu e explorou todos os materiais que acompanham a coleção Livro Vivo? Isto é, você leu o livro todo "Memórias de um sargento de Mílícias" de Manuel Antonio de Almeida, leu a Revista e ouviu o CD-ROM?
Apenas ouvimos o CD-ROM, o que foi uma novidade, estávamos acostumados a ler textos ou livros, ao ouvir a história, empolgamos com a idéia de escrever a letra de uma música que representasse nossa interpretação.
Quais foram as dificuldades que você encontrou para desenvolver a proposta da professora?
A maior dificuldade foi desenvolver a letra, consideramos uma tarefa difícil, a composição de uma música de uma hora para outra, o tempo foi curto, mas se fosse longo, talvez, não aproveitaríamos adequadamente.
Quais foram os conhecimentos que você já tinha e que se utilizou para desenvolver a música que você criou?
Para a interpretação trouxe meus conhecimentos de um ano e meio de violão, a língua portuguesa e a vontade de fazer uma criação inovadora.
Foi uma criação individual ou em grupo?
Foi uma atividade em grupo, trabalhamos cerca de duas horas para escrever a letra, a parte melódica necessitou de quinze minutos, foi uma hora e quarenta e cinco minutos de pura concentração, os outros minutos foram de "curtição" que se repetiu na escola.
Como você vê o desempenho dos seus outros colegas de turma no desenvolvimento deste projeto?
Cada um é diferente do outro, mas em alguns momentos foi possível perceber que tínhamos conhecimentos semelhantes, como, por exemplo, o Matheus (Eduardo), que também fazia parte do grupo, tinha algumas habilidades musicais que facilitaram o trabalho.
O que foi diferente e melhor neste trabalho em comparação aos outros que você já fez?
Foi diferente, pois nunca tínhamos trabalhado com música nos trabalhos escolares, trabalhamos com interpretação de texto, nada igual as experiências anteriores e de outras séries, prevalecia nesse trabalho uma vontade de aprender maior, éramos a peça chave da interpretação, fizemos de forma única e de modo que nós protagonizávamos a interpretação, embora houvesse outras interpretações dos colegas, como, por exemplo, maquetes, varal literário, uma interpretação em uma garrafa reciclável. Talentos que não mais se acabarão após essa experiência.
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24 de março de 2006
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Notícia - O Yahoo! Busca Educação recebe com freqüência a visita de alunos, confirmando a proposta do blog de que não só professores entendem que as novas tecnologias são ferramentas essenciais para a educação nos dias de hoje. A equipe editorial do blog incentiva a participação e a troca de saberes e experiências também entre professores e alunos e abre espaço para que os estudantes mandem seus comentários, dúvidas e experiências, especialmente sobre o uso da busca em suas pesquisas escolares. O aluno Frederick do Colégio Santos Anjos de Além Paraíba (MG) nos conta que utiliza o blog com este objetivo. Confira o comentário.
"Gosto muito do Yahoo! Busca Educação. Sou aluno da 5a série do Colégio dos Santos Anjos de Além Paraiba (MG). Acesso sempre o Yahoo! Busca Educação para fazer minhas pesquisas. Parabéns"
Agradecemos ao Frederick e lembramos que, assim como ele, você pode acessar o blog para pesquisas pelo Yahoo! Brasil ou para dar e obter dicas sobre como pesquisar de forma mais eficaz na Internet. Contamos com sua contribuição para a construção desta comunidade colaborativa de aprendizagem no Yahoo! Busca Educação.
Por Equipe Yahoo! Busca Educação
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23 de março de 2006
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Agenda - O CDI (Comitê para Democratização da Informática) lançou o livro "Cidadania Digital – Como o CDI utiliza a Informática e a Educação para promover a Inclusão Social e transformar vidas".
Publicado pela Editora Ediouro, o livro já está disponível em todas as livrarias do Brasil por R$ 29,90.
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22 de março de 2006
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Agenda - O papel do ciberespaço na educação, cultura e cidadania é o eixo do evento Fronteiras Digitais que acontece nos dias 6,7 e 8 de abril, durante o simpósio TEIA, promovido com o apoio do MinC e diversas outras organizações.
O auditório do MAC receberá os palestrantes Sérgio Amadeu, Hermano Vianna, Ronaldo Lemos (Creative Commons Brasil), o Secretário Célio Turino, Cláudio Prado, André Lemos (UFBA), Saulo Barreto (IPTI) e Nélson Pretto (UFBA). A ideía é criar um debate sobre os rumos da cultura digital brasileira.
Entre os destques da programação, estão previstos os temas abaixo:
Quinta-feira, dia 6 de abril
LIBERAÇÃO DA EMISSÃO E NOVAS MODALIDADES COMUNICACIONAIS
REDES
Sexta-feira, dia 7 de abril
INCLUSÃO E CIDADANIA
CULTURA REMIX
Sábado, dia 8 de abril
COPYLEFT?, SOFTWARE LIVRE? E PROPRIEDADE INTELECTUAL
EDUCAÇÃO
Veja os detalhes do evento:
Fronteiras Digitais
QUANDO: 6,7 e 8 de abril
ONDE: auditório do MAC - no predio da Bienal, no parque do Ibirapuera - São Paulo
QUANTO: A entrada é gratuita e a capacidade do auditório é de 400 pessoas.
Saiba mais: http://converse.org.br/fronteirasdigitais
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21 de março de 2006
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Regina Ribeiro, coordenadora de EAD do Senac dá as dicas para escolher um bom curso. (Crédito: Divulgação)
Entrevista - Com a notícia do lançamento de um curso de graduação na USP, muitos professores ficaram interessados na área de Educação a Distância (EAD). O site do MEC traz a lista de cursos de EAD reconhecidos no Brasil. Conversamos com Regina Helena Ribeiro, coordenadora do Núcleo de EAD do Senac São Paulo sobre como escolher um curso de EAD.
Você concorda que o crescimento da EAD no Brasil, incluindo a aprovação recente de um curso de graduação a distância na USP, irá fazer com que os profissionais de educação procurem cada vez mais cursos na área? Isso é uma boa notícia? Por que?
Sim. Porque as pessoas têm cada vez mais responsabilidades e necessidades de buscar conhecimentos, sejam eles adquiridos pela educação formal ou por cursos de curta duração. A USP e a FGV, instituições renomadas, ofertando cursos de EAD, levam ao mercado a informação de que esta modalidade está consolidada e deve ser uma das formas de se adquirir conhecimento, contribuindo com a educação presencial. Conforme dados divulgados, em 2005, pelo Anuário Brasileiro Estatístico de Educação a Aberta e a Distância, nos últimos cinco anos, este tipo de educação cresceu exponencialmente. Nos últimos três anos, a oferta de novos cursos mais do que triplicou. O Senac está entre as grandes instituições que ofertam cursos a distância e comprova o crescimento da procura na modalidade de EAD. Hoje ofertamos ao mercado cursos de curta duração a extensões universitárias, conforme divulgado no site www.sp.senac.br/ead . Lançamos mensalmente novos produtos e serviços para o varejo e projetos sobre medida para organizações.
Ao decidir procurar um curso de EAD, onde o profissional de educação deve buscar informações? O que deve buscar em um bom curso na área?
Em primeiro lugar, é importante buscar referências da instituição que oferta esse produto. Outra dica é conhecer e compreender a proposta pedagógica do curso, a equipe dos professores, como será realizada a tutoria, como se dará a interatividade, qual será a forma de avaliação, entre outras dúvidas que o aluno possa ter. Da mesma forma que a escolha no presencial deve ser bem analisada, na busca de cursos a distância a atenção deve ser redobrada. No site do Senac, por exemplo, informamos as características da EAD que poderão contribuir na hora da escolha de algum produto ofertado pelo mercado.
Caso um profissional de educação não esteja satisfeito com um curso de EAD escolhido, o que deve fazer?
Conversar diretamente com o tutor do curso e com a coordenação da área. Não deixar para o final do curso a avaliação. As dificuldades devem ser compartilhadas com o professor e coordenador a medida que forem ocorrendo. No final do curso, pouco se poderá fazer. O tempo investido não poderá ser recuperado e muitas vezes a devolução do valor investido não adiantará de nada. O mais importante, então, é estar atento à satisfação ao longo do processo de aprendizagem para que os ajustes necessários sejam realizados no decorrer das atividades.
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16 de março de 2006
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Agenda - Os autores do livro "Mídia Digitais", organizado por André Barbosa Filho, Cosette Castro e Takashi Tome, estarão, dia 18 de março, ás 19h30, na Bienal do Livro de São Paulo, no estande da Editora Paulinas, promovendo uma reflexão atualizada sobre as transformações das tecnologias de informação e comunicação a partir de uma perspectiva social.
O livro é uma contribuição importante para a concepção de novos modos de produção das mídias digitais no país, tanto no que se refere às empresas que lidam com esta questão, como no que concerne às políticas públicas para este setor. Como diz o Prof. Dr. José Marques de Melo, que prefacia a obra: "A maior carência denotada na pesquisa brasileira de comunicação é justamente a concepção de novos sistemas, produtos, gêneros e formatos midiáticos capazes de superar a sordidez simbólica dos conteúdos hegemônicos". Esta obra, portanto, espera contribuir para uma mudança neste panorama, especialmente neste momento, em que as mídias digitais já ocupam um lugar de destaque na Comunicação e na Educação brasileiras. Vale conferir!
Januária Cristina Alves - Coord. de Conteúdo do YBE
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16 de março de 2006
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Agenda - No próximo dia 22 de março, quarta-feira, o British Council receberá Nichole Carpenter, representante da London Metropolitan University para uma palestra de apresentação da universidade. A palestra abordará os diversos tipos de cursos que a universidade oferece, inclusive aqueles com opções de estágio, e permitirá que os interessados possam obter todas as informações para ingresso na instituição. Existem bolsas de estudo acadêmicas e esportivas disponíveis.
Confira os detalhes da palestra:
Data: 22 de março de 2006 (quarta-feira)
Horário: Das 18:30 às 20:30 horas
Idioma: A apresentação será em inglês
Local: Biblioteca e Centro de Informação Cultura Inglesa - British Council (Centro Brasileiro Britânico)
Rua Ferreira de Araujo 741- Térreo, Pinheiros.
* Estacionamento pago no local
Como participar: As vagas são limitadas. Reservas pelo telefone (11) 2126-7560, de segunda a sexta, das 9h às 19h.
Publicado por renata em
16 de março de 2006
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Notícia - Encerrou-se a votação do Prêmio BLOPes 2005, que procurou destacar os melhores blogs de educação nos últimos tempos. O Yahoo! Busca Educação teve uma indicação como um dos melhores serviços para a educação.
Confira o resultado aqui.
Publicado por renata em
15 de março de 2006
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Notícia - Nicholas Negroponte, ex-diretor do Laboratório de Mídia do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussetts) afirmou que 1 milhão de laptops de US$ 100 cada um poderão estar disponíveis para as escolas públicas brasileiras já em 2007. De outro lado, o governo do Presidente Lula anuncia que colocará verba para isso no projeto do Orçamento de 2007, a ser elaborado até agosto.
Baratear computadores e disponibilizá-los para os estudantes, particularmente para as escolas públicas, é sem dúvida um grande e necessário avanço. Por outro lado, todos nós sabemos que não bastam computadores para alavancar o ensino aqui ou em qualquer parte do mundo. Precisamos sim ter professores bem preparados para o trabalho com computadores em sala de aula e clareza da concepção pedagógica do uso dessas tecnologias. Assim como a distribuição de lápis e caderno não garantiu ao Brasil superar suas dificuldades na área de alfabetização, o computador em si mesmo não garante que os alunos possam aprender mais e melhor. Para ficarmos apenas em um único exemplo, muitos alunos, diante do olhar impotente de seus professores, "confundem" o ato de imprimir com o de pesquisar. Certamente não é isto o que queremos ou esperamos do uso pedagógico dos computadores no ensino.
Por Flávia Aidar, coordenadora pedagógica do Yahoo! Busca Educação
Publicado por renata em
14 de março de 2006
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Agenda - O CONIP (Congresso de Informática Pública) promove a pré-inscrição do 9o Prêmio Excelência em Informática Pública até o dia 15 de março. O prêmio destacará os melhores trabalhos em inovação na gestão pública com um júri das principais universidades brasileiras. A premiação é parte do 12º Congresso de Informática e Inovação na Gestão Pública, que ocorre de 27 a 29 de junho no Centro Fecomercio de Eventos em São Paulo. Podem concorrer idéias inovadoras que ainda não foram implementadas e iniciativas já que funcionam, tanto em órgãos públicos, ONGs quanto fundações do setor público e privado.
Após a pré-inscrição, os trabalhos devem ser inscritos formalmente e enviados no formato requerido pelo regulamento da premiação até o dia 9 de abril. Confira uma lista dos premiados no CONIP em 2005 aqui.
Publicado por renata em
13 de março de 2006
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Site da UFRGS ensina a utilizar mapas conceituais. (Crédito: Reprodução)
Atividade sugerida - Confira na segunda parte da atividade sugerida do mês como construir mapas conceituais. As sugestões estão prontas para utilização na sala de aula e o conhecimento dessa ferramenta pode auxiliar muito o educador e o aluno.
Construção passo a passo de mapas conceituais
* Iniciar com uma pesquisa [em livros ou pela internet], em que se prioriza observar e registrar como o tema a ser pesquisado foi tratado pelos diferentes autores que se dedicaram a ele. Basta ler os capítulos ou tópicos que compõem um livro para se identificar a abordagem que o autor faz do tema.
* Anotar os principais termos ou conceitos acerca do tema.
* Identificar os conceitos mais gerais, os intermediários e os específicos.
* Começar a construir o mapa de conceitos:
- Os conceitos são contornados com um círculo (oval ou outra forma)
- Localizar o conceito mais geral no topo
- Colocar os conceitos intermédios abaixo do geral e os específicos abaixo dos intermédios
* Traçar as linhas de ligação entre os conceitos
* "Etiquetar" as linhas de ligação com as palavras de ligação para indicar como os conceitos estão relacionados - proposições
* Fazer a revisão do mapa
Para aperfeiçoar o seu mapa de conceitos, confira este link.
Um mapa de conceitos é sempre pessoal. Mas alguns aspectos devem ser levados em conta para conseguir um maior aperfeiçoamento, tais como (de acordo com a informação disponibilizada no site Mind Tools):
* Usar palavras simples ou frases simples para informação
* Usar fontes (tipo de letra) facilmente legíveis
* Usar cores para separar idéias diferentes
* Usar símbolos e imagens sugestivas
* Usar formas diferentes para diferentes grupos de informação
* Usar setas para mostrar relações de causa e efeito
Plano de aula com o uso do software inspiration
Proposta extraída de Classroom Ideas Using Inspiration: For Teachers by Teachers e traduzida pelo Núcleo UE/Minerva (2001).
Introdução
Para introduzir os alunos nos mapas conceituais, propõe-se uma atividade de criação sobre um assunto ou tópico previamente estudado pelo grupo. Esta atividade pressupõe que os alunos utilizem o Inspiration para criar os seus mapas mas eles podem igualmente ser criados com papel e lápis ou outro material.
Recursos necessários
1. Inspiration.
2. Um sistema de projeção (projetor de vídeo) para visualização por toda a turma e/ou um computador por aluno ou por grupo (de 2 ou 3 elementos) de alunos.
Preparação
1. Antes de começar a "mapear" o conceito é importante que todos os alunos estejam familiarizados com o tópico principal a ser mapeado (através de livros, vídeos ou explicação do professor), pois quanto mais informação os alunos tenham sobre o tema, melhor. Ajuda fazer uma apresentação inicial da técnica referente a um tema ou tópico sobre o qual os alunos tenham familiaridade.
No Computador
1. Explicar aos estudantes que o mapa de conceitos é uma representação escrita da relação entre conceitos, idéias, objetos e ou atividades. Depois simular a criação de um mapa:
1a. Fazer uma lista de conceitos a ser inseridos no mapa
1b. Abaixo de cada um dos principais conceitos, listar os conceitos mais específicos para formar um agregado de idéias relacionadas.
1c. Traçar as linhas de conexão entre as idéias principais e as outras idéias
1d. Escrever, sobre as linhas, as etiquetas (elementos de ligação) explicitando como os conceitos estão ligados.
1e. Traçar as linhas das ligações cruzadas que relacionam conceitos de uma parte do mapa a conceitos de outra parte do mapa. As ligações cruzadas podem ser sob a forma de setas que indiquem o sentido da ligação.
1f. Etiquetar estas linhas para explicitar as conexões.
2. Explicar que pode haver diversas formas igualmente corretas de "mapear" o mesmo conceito. Quanto melhor os estudantes compreenderem os conceitos e as suas relações, melhores mapas poderão traçar. Estudando e refletindo acerca dos conceitos que eles pretendem incluir no mapa poderão conseguir fazer mapas mais ricos e sobretudo mais completos e precisos.
3. Em seguida, dividir os estudantes em pequenos grupos. Havendo computadores suficientes distribuir um grupo por computador. Caso contrário, o professor pode utilizar apenas um computador com projeção para toda a turma.[se não houver computadores disponíveis, pode ser feito na lousa].
4. Cada grupo cria alguns dos mais importantes conceitos relacionados com o tópico a ser mapeado contribuindo para a lista que o professor (ou um aluno) registrar no computador utilizando o software Inspiration. Em seguida e de novo em pequenos grupos surgem 10 ou 12 novos termos que os alunos consideram mais importantes para incluir no mapa em construção.
5. Os alunos "supervisionam" o professor que organiza e reorganiza os conceitos que os alunos escolheram e desenha as linhas de conexão para mostrar a ligação entre os conceitos. Quando for necessário ou conveniente representar as ligações por setas, os alunos devem ser encorajados a justificar essa necessidade e a clarificar o sentido dessa ligação. [Este desenho tanto pode ser feito no computador como em uma folha de cartolina por grupo]
6. Durante esse processo, há que encorajar a discussão acerca dos conceitos que podem ou não ser incluídos, da sua relevância relativa e acerca das formas como eles podem se relacionar.
7. Concluído o mapa deve ser gravado e impresso [ou afixado na lousa da sala de aula]
Atividades subsequentes
1. Para concluir propõe-se que os alunos analisem criticamente o mapa. Em pequenos grupos ou em grande grupo (turma) os alunos podem alterar ou adicionar algo ao mapa que reflita os progressos na aprendizagem.
2. Sugerir aos alunos a criação de mapas de conceitos sobre tópicos adicionais, como tarefas independentes.
3. Qualidades a observar num mapa de conceitos.
3a. Trabalho original que traduza a forma de organização da informação dos próprios alunos.
3b. Adequação ao tema. Representa uma boa visão do assunto sem se perder em detalhes. Descrição apropriada das conexões.
3c. Apresentação cuidada e de fácil leitura
3d. Ligações cruzadas ricas em significado e precisas nos termos de ligação.
Plano de aula criado por Mary Anne McMurray, Associate Biology Professor, Henderson Community College, Henderson, KY.
Bibliografia
AUSUBEL, D.P.; NOVAK, J.D. e HANESIAN, H. Psicologia Educacional. Rio de Janeiro: Interamericana, 1980.
FARIA, de Wilson. Mapas Conceituais: Aplicações ao ensino, currículo e avaliação. São Paulo: EPU - Temas Básicos de educação e ensino, 1995.
KAWASAKI, Evelise I. FERNANDES, Clóvis T. Modelos para Projeto de Cursos Hipermídia. Tese de Mestrado, Divisão de Ciência da Computação, Instituto Tecnológico da Aeronáutica. São José dos Campos, 1996.
Por Flávia Aidar, coordenadora pedagógica do Yahoo! Busca Educação
Publicado por renata em
10 de março de 2006
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Ferramentas, como a da University of West Florida, auxiliam a fazer mapas conceituais. (Crédito: Reprodução)
Atividade Sugerida - Confira mais uma atividade sugerida por Flávia Aidar, coordenadora pedagógica do Yahoo! Busca Educação. Utilizando mapas conceituais, você pode tornar o aprendizado com tecnologia educacional muito mais interessante. Na primeira parte, entenda o que são mapas conceituais.
Você sabe o que são e para que servem os mapas conceituais?
Mapas Conceituais são representações gráficas semelhantes a diagramas, que indicam relações entre conceitos ligados por palavras. Baseiam-se na idéia de que ao relacionar graficamente palavras, links e informações que fazem parte de um determinado tema, o sujeito passa a compreender e aprender, de maneira significativa, o conteúdo proposto.
Representam uma estrutura que vai desde os conceitos mais abrangentes até os menos inclusivos. São utilizados para auxiliar a ordenação e a seqüenciação hierarquizada dos conteúdos de ensino, de forma a oferecer estímulos adequados ao aluno.
Esta abordagem dos mapas conceituais está embasada em uma teoria construtivista, entendendo que o indivíduo constrói seu conhecimento e significados a partir da sua predisposição para realizar esta construção. Servem como instrumentos para facilitar o aprendizado do conteúdo sistematizado em conteúdo significativo para o aprendiz.
Mapas Conceituais podem ser usados como um instrumento que se aplica a diversas áreas do ensino e da aprendizagem escolar, como planejamentos de currículo, sistemas e pesquisas em educação.
Em tempos de internet, como transformar informação em conhecimento?
A proposta de trabalho dos Mapas Conceituais está baseada na idéia fundamental da Psicologia Cognitiva de Ausubel que estabelece que a aprendizagem ocorre por assimilação de novos conceitos e proposições na estrutura cognitiva do aluno.
Novas idéias e informações são aprendidas, na medida em que existem pontos de ancoragem. Aprendizagem implica em modificações na estrutura cognitiva e não apenas em acréscimos. Como uma ferramenta de aprendizagem, o mapa conceitual é útil para o estudante, por exemplo, para:
* Fazer anotações
* Resolver problemas
* Planejar o estudo e/ou a redação de grandes relatórios
* Preparar-se/estudar para avaliações
* Identificar e estabelecer nexos de sentido entre os tópicos selecionados para o desenvolvimento dos temas propostos
* Fazer apresentações orais e seminários sobre temas e disciplinas
Como usar o computador para a construção colaborativa de mapas conceituais?
Na prática, os mapas conceituais podem ser utilizados por estudantes do ensino fundamental, médio ou superior e, também, de e-learning. O professor pode dividir a turma em grupos, propor um tema a ser estudado e pedir que construam um mapa que sintetize o percurso cognitivo que fizeram elegendo palavras e links. A partir dessa primeira matriz, os alunos vão refazendo, ampliando, reelaborando o mapa com novas informações adquiridas, opiniões de colegas e observações do professor.
Em cooperação entre EUA [Flórida] e Brasil [RS], investiga-se o impacto de uma ferramenta apoiada em computador e redes capaz de dar suporte para a construção colaborativa de mapas conceituais, desenvolvida pelo Institute for Human and Machine Cognition da UWF-Universidade de West Florida.
Mediante acordo de cooperação com a UWF, a ferramenta (servidor e cliente) foi cedida para uso no PGIE/UFRGS. Trata-se do IHMC Concept Map Software que permite aos usuários construir, navegar, compartilhar e criticar modelos de conhecimento representados como mapas conceituais.
Esta ferramenta está sendo usada pelos alunos da disciplina EDU3375- Computador na Educação e da disciplina Teledução no Pós-Graduação Informática na Educação.
Acesse estes links para obter as informações necessárias:
* Tutorial em inglês do software
* Download: site PGIE ou direto
* Noções básicas de como utilizar o software, em português.
Por Flávia Aidar, coordenadora pedagógica do Yahoo! Busca Educação
Publicado por renata em
10 de março de 2006
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Agenda - Estão abertas as inscrições para o I Festival Universitário de Games promovido pela PUC-SP. Estudantes de graduação e pós e pesquisadores sobre videogames de universidades em todo o país poderão mostrar seus projetos e experimentos em abril na PUC-SP. O festival integra o I Congresso Internacional de Estéticas Tecnológicas.
Podem participar do festival projetos realizados nos últimos três anos, dos gêneros aventura, ação, corrida, esportes, estratégia, arcade, RPGs, MMORPGs, webgames, advergames, jogos sérios, simulações, game art, gêneros híbridos e originais ou outros.
O evento faz parte do projeto Mapa do Jogo, desenvolvido Grupo de Pesquisa Semiótica sobre a Linguagem dos Games da PUC-SP que organiza a produção acadêmica e científica sobre os games no Brasil. Interessados em divulgar pesquisas sobre games no banco de dados do projeto devem entrar em contato pelo e-mail csgames@pucsp.br.
I Festival Universitário de Games
Quando: 1º a 4/6
Inscrições: até 10/4 pelo site www.pucsp.br/festivalgames
Onde: Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP (rua Marquês de Paranaguá, 111- Consolação)
Informações: www.pucsp.br/festivalgames ou pelos telefones (11) 9743-2176 (Ana) ou (11) 8233-9891 (David).
Os trabalhos devem ser enviados até 10/4 para:
I Festival Universitário de Games
a/c Prof.Victor Emmanuel J.S.Vicente
Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP
rua Marquês de Paranaguá, 111- Consolação
cep 01303-050
São Paulo - SP
Publicado por renata em
9 de março de 2006
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Notícia - O livro “A educação na América Latina: direito em risco” apresenta questões discutidas durante a Reunião Paralela da Sociedade Civil ao Grupo de Alto Nível da Educação para Todos, que aconteceu de 8 a 9 de novembro de 2004, em Brasília (DF).
No Rio de Janeiro, a expectativa é que a obra possa ser lançada durante o Fórum Mundial de Educação, marcado para o período de 24 a 27 de março, em Nova Iguaçu (RJ).
O lançamento da versão em espanhol aconteceu no Fórum Mundial de Educação e no Fórum Social das Américas, em Caracas, Venezuela. A versão em português tem lançamento previsto para março no Brasil. O livro pode ser obtido através da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, mas a partir de março também estará disponível nas livrarias. Os contatos da Campanha Nacional pelo Direito à Educação são campanha@acaoeducativa.org e denise@acaoeducativa.org.
Publicado por renata em
8 de março de 2006
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Agenda - A FIAP-SP e a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico promoverão uma palestra sobre inclusão digital e cidadania com inscrições gratuitas. O evento acontecerá dia 08/03 e as inscrições podem ser feitas no site da faculdade.
A programação do evento é a seguinte:
19h: início do cadastramento
19h30: início da palestra
20h30 as 21h15: debates
21h15: encerramento
Tema: A Economia Digital é a base do desenvolvimento sustentável das nações no século XXI. O pressuposto básico para o desenvolvimento sustentável da Economia Digital é a identificação inequívoca das partes de um contrato, com segurança tecnológica, validade jurídica e uso universal. Nesse sentido, a palestra/debate visa contribuir à discussão sobre estas questões, o seu impacto dessas na sociedade e como capacitar indivíduos e organizações para que usufruam, com segurança, dos benefícios dos negócios eletrônicos.
Participantes:
Manuel Matos - presidente da Camara-e.net - Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.
Ludovino Lopes - coordenador do Grupo de Cultura Digital do Conselho Regional de Administração de São Paulo.
Cid Torquato - diretor da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.
Adalton Ozaki - professor do curso de graduação em administração de empresas e coordenador do curso de pós-graduação em Management of Business Technologies da FIAP - Faculdade de Informática e Administração Paulista.
Local:
FIAP-SP (Av. Lins de Vasconcelos, 1.264)
Publicado por renata em
7 de março de 2006
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Agenda - A quarta edição da Olimpíada do Conhecimento acontece de 6 a 14 de março, em Recife. O evento é uma competição que mostra a criatividade de alunos e de professores da educação profissional nas escolas do Senai. São 100 mil pessoas esperadas para a Olimpíada no Centro de Convenções de Pernambuco, em Recife.
Serão promovidas também atividades como a exposição Espaço Brasil de Educação Profissional e a 1ª Conferência Nacional de Educação Profissional, Cultura e Tecnologia, além da Praça da Cidadania, para treinamentos rápidos, destinados aos visitantes.
O Sebrae participará do evento levando informações sobre empreendedorismo. O Sebrae disponibilizará também aos participantes cursos de curta duração, palestras gerenciais e exibição de vídeos sobre empreendedorismo. Todos eles terão entrada gratuita e contarão com consultores à disposição do público.
Publicado por renata em
6 de março de 2006
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Agenda – Estão abertas as inscrições para os cursos do Núcleo de Formação da Escola Estilo de Aprender, no Alto da Lapa. Voltados para professores da rede pública e privada e demais interessados, os cursos são gratuitos, começam em março e tem 8 aulas semanais, com uma hora e meia de duração.
Entre os temas oferecidos estão Currículo e Escola, Letramento e Alfabetização, Matemática no Cotidiano Escolar e Artes na Escola. Maiores informações pelo tels. 3644-7958 e 3836-3292 ou pelo email: estilodeaprender@estilodeaprender.com.br
Publicado por renata em
3 de março de 2006
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Agenda - Estão abertas as inscrições para o Encontro Empresarial e Negócios de São Caetano do Sul (SP), promovido pela Diretoria de Desenvolvimento Econômico (Decon) da Prefeitura. O evento, em 8/3, terá como tema central a Tecnologia da Informação (TI) e a educação nas empresas. Discutindo TI e formação para competitividade estarão representados o Projeto Pulsar (General Motors), a Escola Virtual (Fundação Bradesco) e outros participantes. Está confirmada a presença do secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, João Carlos de Souza Meirelles.
O encontro será realizado no Teatro Santos Dumont (Avenida Goiás, 1.111, Centro), com público-alvo formado por empresários, entidades, associações, faculdades, setor público e segmento de segurança. Os interessados devem fazer inscrição gratuita pelos telefones 4233-7491 e 4233-7469, ou através do e-mail atendefacilempresa@saocaetanodosul.sp.gov.br. Confira a programação e os participantes. Faça suas inscrições também online.
Publicado por renata em
2 de março de 2006
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