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« junho 2005 | Home | agosto 2005 »

Segredos do ofício em tecnologia educacional

Entrevista - Cláudia Frederico é parte do trio que move a Teiaoito Tecnologia Educacional. A empresa paulistana desenvolve projetos de educação e tecnologia para clientes como Senac-SP, Senai-SP e diversas outras instituições. Conversamos um pouco com Cláudia para saber os segredos do ofício em tecnologia educacional.

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Teiaoito: Rosemary Soffner, Paulo Candido e Claudia Frederico, da esquerda para a direita (Crédito: Divulgação)

A Teiaoito possui casos voltados para as áreas de EAD, software, jogos e consultoria. A seu ver, a relação da educação com a internet está presente hoje em todas essas áreas de ensino e, talvez, até mesmo em outras mais tradicionais?

O uso do computador está cada vez mais presente e é claro que isso influencia o uso na educação. Cresce a importância da inclusão digital, pois o acesso às informações passa a ser extremamente importante para todos. Especificamente na educação, é possível criar novas alternativas, atingir públicos em diferentes regiões, reduzir custos, facilitar o contato das diferentes culturas regionais. Essas possibilidades podem ser usadas não só na educação básica como em treinamentos, cursos profissionalizantes etc.

Entre os produtos já desenvolvidos pela Teiaoito, há aqueles dirigidos para adultos e outros para crianças. Produzir um projeto de tecnologia educacional precisa de elementos determinados, seja qual for o público?

O uso de recursos depende não só da faixa etária como da proposta. É possível usar de maneira equilibrada animação, música, filme etc; da mesma forma que é possível criar um projeto baseado totalmente em texto e ser interessante e estimulante. Isso depende da definição dos objetivos educacionais a serem alcançados, das limitações técnicas envolvidas e do escopo do projeto. É claro que um ponto muito importante é a interatividade pois essa é a grande possibilidade que o computador e a internet trazem e que muitas vezes é deixada de lado. Daí a necessidade de equipes multidisciplinares para desenvolver essas soluções, o que pode levar a um melhor aproveitamento do meio pelos alunos, seja através de jogos, simulações ou outras atividades.

Uma das preocupações do projeto Yahoo! Busca Educação é com a busca na internet. O fato de utilizar a internet cotidianamente tem tornado os alunos mais prontos para projetos de tecnologia educacional?

Só o fato de utilizar a internet no cotidiano não é garantia nenhuma nem de abertura, nem de percepção das possibilidades que existem para a educação. Depende de como você usa, de que tipo de informação procura, de como está lidando com a internet. Por exemplo, podemos pensar que de uma maneira geral a leitura é muito boa para o desenvolvimento. Mas e se a pessoa só procura textos repetitivos, simplistas, que não tragam nenhum desafio, apenas para "passar o tempo", será que essa pessoa está de fato aproveitando o que poderia? Com a internet é a mesm coisa: tanto pode ser usada para ampliar os horizontes, ver o que está acontecendo em vários cantos do mundo, trocar idéias e experiências; quanto pode ser usada como consulta sistemática, pontual, como um instrumento qualquer de trabalho, desprovido de interesse ou crítica a respeito. Existe uma reclamação muito grande sobre a facilidade de "copiar textos da internet" em trabalhos de escolas e faculdades, por outro lado, existem iniciativas educacionais sérias que se baseiam em buscas na internet, como o Webquest, criado por Bernie Dodge, professor da Universidade da Califórnia.

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Um dos projetos da Teiaoito para o Senac-SP (Crédito: Reprodução).

E você, educador? Quais os seus segredos profissionais? Conte-nos sua experiência comentando essa entrevista.

Publicado por renata em 29 de julho de 2005

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Mesa educacional brasileira premiada

Notícia - A mesa educacional E-Blocks, para ensinar inglês para crianças da Positivo, foi aprovada no World Summit Awards, prêmio que envolve projetos de 168 países. O produto venceu a etapa brasileira na categoria e-learning, e representará o Brasil na etapa global, cujos vencedores serão apresentados na Cúpula Mundial da Sociedade da Informação (CMSI), em Tunis, na Tunísia, de 16 a 18 de novembro próximo.

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Mesa educacional premiada (Crédito: Divulgação)

A E-Blocks reúne blocos, software, música e flash cards. Complementada por livros para os estudantes e guias detalhados para os educadores, pode ser usada mesmo por professores sem treinamento específico em tecnologia voltada para a educação.

Publicado por renata em 28 de julho de 2005

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Bienal do Mercosul oferece curso de mediador de artes visuais

Agenda - A Fundação Bienal do Mercosul oferece para universitários um curso gratuito de formação de mediadores para a 5ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Para concorrer às 300 vagas, os estudantes devem estar matriculados no terceiro semestre em diante. Não há restrições para os candidatos, que podem ser de qualquer área. O curso será realizado entre os dias 9 de agosto e 1º de setembro, na sede do Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano, em Porto Alegre (RS). Os alunos serão divididos em duas turmas: manhã (8h30 às 12h) e noite (19h às 22h30).

As inscrições podem ser feitas online até 5 de agosto. Os candidatos devem enviar uma mensagem para o endereço eletrônico mediador@bienalmercosul.art.br com currículo resumido, carta de interesse e a preferência de horário para freqüentar as aulas. Os selecionados receberão e-mail no dia 8 de agosto. Os 300 estudantes serão avaliados ao longo do curso e 175 serão selecionados para uma segunda etapa, que começa no dia 8 de setembro. Esses jovens serão contratados para atuar como mediadores da bienal e receberão bolsa-auxílio de R$ 400,00. Este ano, a bienal tem como tema Histórias da Arte e do Espaço, e ocorre de 30 de setembro a 4 de dezembro.

Publicado por renata em 27 de julho de 2005

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MEC prorroga prazo para Prêmio de Ciências

Agenda - O prazo das inscrições para o 2º Prêmio Ciências no Ensino Médio, que seria encerrado em 15 de agosto, foi prorrogado para o final de setembro. Podem se inscrever à premiação escolas da rede pública estadual, municipal e distrital de todo o País. O prêmio é promovido pela Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC), por meio do seu Departamento de Políticas de Ensino Médio (Dpem). Os 27 projetos estaduais selecionados receberão prêmio no valor de R$ 20 mil cada um. Na categoria premiação nacional, serão selecionados três projetos, que receberão prêmios no valor de R$ 60 mil cada um. Os prêmios serão entregues aos vencedores em Brasília, no dia 6 de dezembro. As inscrições devem ser encaminhadas à Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, Bloco L - 5º Andar - Brasília (DF), CEP 70047-900.

Publicado por renata em 26 de julho de 2005

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Multirio premiada no Anima Mundi

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Curta premiado da Multirio (Crédito: Divulgação)

Notícia - A produtora multimídia da Secretaria de Educação Municipal do Rio de Janeiro, Multirio, comemora a conquista do curta O Boto, da série Juro que Vi, dirigido por Humberto Avelar, na 5a. edição do Anima Mundi RJ. A produção foi eleita pelo júri popular como melhor animação brasileira. A Prefeitura do Rio, por meio da Multirio, também festeja a classificação de seus programas de TV para crianças e adolescentes no Prix Jeunesse Ibero-Americano. O festival será em agosto, no Chile. Os classificados foram: O Boto (série Juro que Vi); A Paz (série Conversa de Criança); Diga não! (série Presente do Futuro) e o episódio Lagoas (série Aventuras Cariocas).

Publicado por renata em 25 de julho de 2005

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Programa de rádio Educa Brasil é reformulado

Notícia - O programa Educa Brasil, da Rádio Educação do Ministério da Educação, foi reformulado. O Educa Brasil veicula semanalmente, três programas de cinco minutos todas as sextas-feiras para 720 emissoras brasileiras conveniadas com a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert). A Rádio Educação conta com mais dois programas em sua página: Notícias da Educação, um boletim diário com matérias curtas e factuais, e a Rede de Comunicadores pela Educação, que cobre a educação básica e faz sugestões de pauta para a rede de comunicadores. Os três programas podem ser ouvidos no site do MEC.

Publicado por renata em 22 de julho de 2005

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Newsletter Yahoo! Busca Educação no EducaSampa

Notícia - O portal EducaSampa, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, publicará a newsletter do Yahoo! Busca Educação. Através do portal EducaSampa, você pode ler os últimos destaques do Yahoo! Busca Educação e ver como receber a newsletter. Os destaques são enviados a cadastrados do portal Yahoo! Busca Educação. Para saber mais, fale conosco.

Publicado por renata em 21 de julho de 2005

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Cursos gratuitos de redação na ECA/USP

Agenda - O Projeto Redigir inscreve para cursos gratuitos entre os dias 1 e 13 de agosto. As inscrições acontecem de segunda a sexta, das 11h às 20h, e sábados, das 9h às 13h, no Centro Acadêmico da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). O projeto promove um curso de redação e gramática da Universidade de São Paulo aberto a qualquer interessado.

Publicado por renata em 21 de julho de 2005

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57ª SBPC acontece no Ceará

Notícia - A 57ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) acontece esta semana Universidade do Ceará, em Fortaleza. O secretário de Educação a Distância do MEC, Ronaldo Mota, participou de simpósio sobre educação a distância nesta quarta-feira, 20, e reafirmou a importância do professor na educação. O evento teve ainda a presença do diretor de programação da TV Cultura, Mauro Garcia, que anunciou a transmissão pela TV Escola do programa Baú de Histórias.

Publicado por renata em 20 de julho de 2005

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Mar de vozes: atividade com blog para sala de aula

Atividade sugerida - Partindo da imagem da internet como um "mar de vozes" e entendendo o aprendizado como um processo de socialização, estamos propondo um grande desafio aos professores. Lançar mão dos recursos tecnológicos disponíveis para experimentações mais radicais do uso e do sentido da produção coletiva de conhecimento.

O primeiro passo é pesquisar o que é um blog e como se pode construir um blog. Em seguida cabe ao professor discutir com seus alunos a apropriação da linguagem do blog para o trabalho pedagógico e sistemático que a produção de conhecimento, pelo menos dentro da escola, requer. Confira os detalhes da nossa sugestão de atividade.

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Blogs da Escola João Costa(Crédito: Reprodução)

Público-alvo: Professores do Ensino Fundamental, do Ensino Médio ou Universitário.

Objetivos:

* Trabalhar o blog como linguagem e, ao mesmo tempo, como ferramenta pedagógica.

* Usar este recurso como um instrumento, de fato, de construção coletiva do conhecimento.

* Ampliar, de maneira criativa, os repertórios culturais e tecnológicos de seus alunos.

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Blog Memória da Escravidão (Crédito: Reprodução)

Passos para realizar a atividade

1) Sugestão de tema para debate - Cidadania e Corrupção

2) Definir uma questão-problema que deverá ser alvo de publicação e debate no blog que será criado. Seja qual for o tema que estiver sendo estudado dentro de uma determinada área de conhecimento, cabe ao professor selecionar afirmações feitas pelos alunos (escritas ou orais), com o objetivo de, ao mesmo tempo em que se verifica os conhecimentos prévios que seus alunos têm do assunto, problematizá-los, isto é, provocar a reflexão a partir de um debate que justifique a solicitação para que os alunos busquem e pesquisem mais informações de maneira a construírem sua argumentação para serem publicadas como conclusões, mesmo que provisórias, que contribuam para o adensamento do debate. Tomando o tema Cidadania e Corrupção como exemplo, começamos pela problematização do tema, propondo a seguinte questão - cidadania e corrupção podem conviver bem? Ou ser cidadão e ser corrupto, cabem no mesmo sujeito? São idéias compatíveis?

3) Organizar a classe em grupos e sugerir que pesquisem na internet a partir das seguintes palavras chaves - cidadania, cidadão, corrupção, política, ética, congresso, parlamentares, impeachment, CPI ou outras.

4) Selecionar informações que possam se constituir em notas que tratem ou se relacionam com o tema em debate, isto é, notas sobre o "mensalão" , os depoimentos da CPI dos Correios, opiniões recolhidas de jornalistas, por exemplo, Contardo Calligaris escreveu na Folha de S.Paulo dia 23 de junho de 2005 - "Inventar o cidadão é a maior dificuldade moderna. Sua formulação básica é a seguinte: como se constitui uma consciência que dê valor à coletividade numa cultura em que, sem retorno, o indivíduo é o valor prioritário?" Esta citação poderá remeter algum texto publicado pelos alunos e ampliar as possibilidades de conversa e debate sobre o assunto.

5) Dividir a classe em duas grandes equipes (vermelha e azul) e cada um deles em grupos de 3 ou 4 alunos.

6) Solicitar que os grupos pertencentes à equipe vermelha se concentrem em selecionar argumentos que defendam que "cidadãos podem ser corruptos", ou seja, que a idéia de corrupção não é incompatível com a de ser cidadão, em outras palavras, nada impede que alguém que pratique a corrupção seja considerado um cidadão. Já os grupos pertencentes ao azul devem defender a tese de que os "cidadãos não podem ser corruptos", ou seja, alguém que pratica a corrupção não pode ser considerado um cidadão.

7) Organizar as informações encontradas e selecionar argumentos que defendam a tese de seu grupo em "resposta" à pergunta-problema.

8) Criar o blog e publicar as notas (posts) sobre a questão do "mensalão" e outros assuntos e as primeiras argumentações que os grupos azul e vermelho chegaram sobre o tema, em função de suas teses.

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Comunidade do Orkut Uso de blogs pedagógicos (Crédito: Reprodução)

9) Visitar o blog e ler com os alunos as duas teses e os argumentos publicados. Se houver contribuições externas aos grupos, melhor ainda.

10) Se julgar oportuno e valioso que haja contribuições de outras pessoas, um bom expediente seria convidar, por email, pessoas estratégicas para aprofundar o debate.

11) Voltar a discutir nos grupos e construir outras argumentações a partir das que foram publicadas.

12) Se for o caso, empreender novas pesquisas e criar outros posts.

13) Animar o debate, caso você perceba que uma ou outra argumentação possa render uma discussão mais apurada. Portanto, pesquisar para aprender, requer uma elaboração por parte do estudante, tendo o professor como um importante orientador neste percurso.

14) Como se trata de uma experiência educativa e pedagógica, cabe ao professor "encerrar" o blog, publicando a sua síntese sobre o debate produzido e fazendo observações sobre as argumentações e o nível de elaboração que seus alunos foram capazes de fazer sobre o assunto.

15) Indicar no próprio blog resenhas de alguns livros e links que os alunos poderão ler e investigar para ampliar o repertório sobre o assunto.

16) Uma outra possibilidade ainda, seria propor um debate neste formato entre duas ou mais escolas.

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Blog Mulher na História (Crédito: Reprodução)

Por Flávia Aidar, educadora e autora da concepção pedagógica do Yahoo! Busca Educação

Publicado por renata em 13 de julho de 2005

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Use blogs como instrumentos pedagógicos

Atividade sugerida - Falar em blog hoje já não causa tanto estranhamento, dispensa as aspas e os parênteses explicativos. Por outro lado, corre-se o risco de pensar que por trás dele há um grupo de adolescentes ávido por trocar experiências através da publicação de seus diários.

Nós, do Yahoo! Busca Educação, estamos propondo formar uma comunidade de aprendizagem colaborativa, disponibilizando por meio deste blog um conjunto de informações, notas, dicas e sugestões de atividades para serem desenvolvidas por professores e seus alunos em sala de aula.

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Blogs de Jonas Galvez (Crédito: Reprodução)

Site e blog são diferentes

Propusemos um blog e não um site. Por que? Qual a diferença entre eles?

Nesta sugestão de atividade estamos propondo a pesquisa sobre as possíveis funções dos blogs para fins educativos.

Na verdade, queremos potencializar o uso das ferramentas de busca para ampliar as possibilidades de pesquisa no processo de formação de estudantes. Propusemos conversar diretamente com vocês, os professores destes alunos, na perspectiva de construirmos coletivamente e diariamente um espaço de troca e de aprendizado em um novo território, onde pudéssemos nos sentir mais livres para debatermos nossas idéias e publicarmos nossas experiências.

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Blog de Suzana Gutierrez (Crédito: Reprodução)

De certa maneira, um site pressupõe autorias e não a co-autoria como o blog sugere. Supõe-se que o site disponibilize informações organizadas, já um blog propõe a construção de conhecimento a partir das informações selecionadas e eleitas por seus participantes.

A concepção de blog favorece o trabalho do professor que se pensa um orientador de processos de aprendizagem e um co-autor na busca e elaboração de conhecimento.

Que tal propor a criação de blogs em que seus alunos poderão debater entre si e com você e com todos os que quiserem entrar na conversa, determinado assunto que se considera importante ser aprofundado?

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Blog Lousa Digital (Crédito: Reprodução)

O que é um weblog ou blog?

O blog é uma página web atualizada freqüentemente, composta por pequenos parágrafos apresentados de forma cronológica. É como uma página de notícias ou um jornal que segue uma linha do tempo com um fato após o outro. O conteúdo e tema dos blogs abrange uma infinidade de assuntos que vão desde diários, piadas, links, notícias, poesia, idéias, fotografias, enfim, tudo que a imaginação do autor permitir.

Usar um blog é como mandar uma mensagem instantânea para toda a web: você escreve sempre que tiver vontade e todos que visitam seu blog tem acesso ao que você escreveu.

Vários blogs são pessoais, exprimem idéias ou sentimentos do autor. Um outro tipo são os utilizados por empresas que querem manter com seus clientes uma relação particular entre fornecedor/consumidor, ouvindo-os sobre lançamentos de produtos e fidelizando-os de uma maneira inusitada. Vale lembrar que os próprios consumidores se valeram inicialmente dos blogs para falar, defendendo ou destruindo, determinados produtos de seu interesse, organizando grupos de aficcionados pelo modelo x da moto, ou do último lançamento tecnológico.

Quando nós nos propusemos a criar um blog para falarmos do uso que as ferramentas tecnológicas podem ter pelos educadores, estávamos exatamente propondo isto, a apropriação dos novos meios buscando explorar todos os seus recursos e com isto ampliar as fronteiras e as possibilidades do trabalho educativo.

"Ninguém aprende sozinho. Tampouco ninguém ensina ninguém. Os homens aprendem em comunhão, mediatizados pelo mundo". Paulo Freire

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Blog de Mary Grace (Crédito: Reprodução)

Tire suas dúvidas

* O que é blog?

Encontre a resposta em uma busca com a expressão exata no Yahoo!

* Quais são os exemplos de melhores blogs do Brasil?

Visite concursos, rankings e dicas de jornais e sites com os endereços de blogs brasileiros de destaque.

* Onde aprendo a fazer um blog?

Procure por tutoriais de blog, artigos que ensinam a melhor maneira de começar a publicar seu diário virtual.

* O que posso usar para construir um blog?

Veja sites para criar um blog de todos os tipos com uma busca no Yahoo!. Escolha o que mais oferece os requisitos que você procura.

Por Flávia Aidar, educadora e autora da concepção pedagógica do Yahoo! Busca Educação

Publicado por renata em 11 de julho de 2005

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Conheça o método Webquest

Entrevista - Jarbas Novelino Barato é um dos professores que mais divulga no Brasil uma metodologia considerada uma jóia do ensino com tecnologia. O Webquest (tradução literal: busca na web) é um sistema para propor tarefas educacionais com auxílio da Internet. Nessa entrevista, o professor conta mais sobre o assunto.

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Jarbas Novelino Barato, pioneiro de webquests no Brasil e autor do blog Aprendente (Crédito: Arquivo pessoal)

Como começou seu interesse por tecnologia e educação e pelo Webquest?

Comecei a trabalhar com educação e tecnologia quando fui fazer mestrado em 82 na San Diego State University. Já trabalhava no Senac e, ao voltar, trabalhei no PIE (Programa de Informática em Educação do Senac-SP). Criávamos softwares educacionais e o uso de computadores na sala de aula já era uma grande preocupação. Quando estudei na San Diego State University, conheci o trabalho de Bernie Dodge, criador do método webquest. Traduzi os textos de Dodge e trouxe-os para o Senac-SP. Em 2000, consegui trazer Bernie para o Brasil. Após isto, algumas pessoas comecaram a utilizar esse tipo de proposta. Com a ajuda de pesquisadores americanos, fizemos ainda o Sherlock, software educacional ainda comercializado pela Editora Senac. Em 2001, Carlos Seabra da Escola do Futuro/USP conversou comigo para fazer um site para webquest no Brasil. Lançamos esse site e adotei o webquest como uma das coisas que os alunos podem fazer para usar a internet em educação. O percurso inteiro foi marcado por conhecimento e amizade com Bernie Dodge.

Quais os conceitos fundamentais do webquest?

Todo mundo sabe que hoje temos a maior biblioteca do mundo à disposição, a web. O problema é que, quando você manda alguém apenas buscar informações, não se tem resultados significativos. Para pesquisar na Internet, é preciso ter critérios, o que significa ter algum conhecimento prévio do que se está procurando. O webquest é uma proposta de organização de informação para trabalhar com a Internet. O professor precisa fazer um trabalho prévio que ajude os alunos a conseguir informação significativa. Ao fazer o primeiro trabalho, o que Bernie fez foi dividir o assunto em 3 ou 4 fontes diferentes. Dividiu seus alunos em grupos de trabalho com tarefas específicas. Quando os integrantes dos grupos se reuniam novamente, cada um tinha um conhecimento especial, diferente dos outros. Trata-se de uma idéia de aprendizagem cooperativa. O webquest em si não é um provedor de conteúdo, é um modo de organizar informações. Hoje se pode encontrar milhares de webquests online.

Como os professores vêem essas mudanças nas propostas de atividades em sala de aula?

Os professores são sempre injustamente culpados pela defasagem entre a presença da tecnologia na sociedade e na educação. Todas as reclamações vão para o professor. Não gosto disso. Para que dê certo usar a tecnologia na educação, é preciso que existam mudanças na organização. Apenas colocar um laboratório e botar o professor para usar computadores não funciona. Tem que mudar até mesmo a relação da administração da escola com o professor. São mudanças significativas em termos de carga horária, currículo etc. Outro erro é acreditar que boa tecnologia substitui maus professores. A escola que quer começar a usar tecnologia para valer, tem que começar com os melhores professores.

Qual a sua opinião sobre o problema do plágio online?

A metodologia webquest é uma boa resposta para diminuir isto. O coração do webquest é a tarefa, um desafio que o professor cria para que os alunos resolvam. A tarefa tenta imitar o que as pessoas precisam produzir na vida prática. Assim se evita aquele trabalho que pode ser feito por cópia. É importante notar que não adianta apenas proibir o plágio. Mais inteligente é ter modelos de informação e propostas para que o que estude e o que se apresente em termos de resultado não possa ser copiado. O essencial é modificar a educação que temos, onde cobramos mais acumulação de informação que resolução de problemas. Com as novas tecnologias temos oportunidade de virar o jogo, fazer propostas para que os alunos possam estudar informações para transformá-las.

Publicado por renata em 9 de julho de 2005

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CDI tem blog para inclusão digital

Notícias - Uma atividade realizada dentro das Escolas de Informática e Cidadania (EIC), organizadas pelo CDI (Comitê para a Democratização da Informática), virou tema de um blog. A ONG, que promove a inclusão digital, realiza cursos os alunos aprendem como utilizar a tecnologia em questões do dia-a-dia.

A Semana da Inclusão Digital, promovida pela ONG de 26 de março a 01 de abril, teve entre suas atividades uma pesquisa no Terminal Rodoviário Tietê. Os pesquisadores foram internos que estão em regime de semi-liberdade da Febem e que estudam na EIC da Unidade de Semi-Liberdade Inicial (USI). O objetivo da pesquisa foi identificar os hábitos em relação à tecnologia. Os alunos da EIC que participaram das atividades montaram o blog Diário dos pesquisadores, onde relatam a experiência.

Hoje, o CDI-SP conta com 65 EICs na cidade, atendendo cerca de 20 mil jovens anualmente. Das 65 Escolas de Informática e Cidadania, 13 estão dentro de Febens. Uma parceria com o CDI, a Microsoft e a Febem irá aumentar até outubro de 2005 o número de EICs para 21 escolas. Com o aumento, cerca de 3 mil jovens passarão pelas EICs dentro da Febem.

Publicado por renata em 8 de julho de 2005

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Sônia Bertocchi fala sobre plágio e formação com web

Entrevista - Sônia Bertocchi iniciou na área de educação como professora de Língua Portuguesa e Literatura em uma escola pública do ABC paulista. Há cerca de nove anos, Sônia decidiu montar seu próprio site para ministrar aulas. Desde então, a professora experimentou diversas maneiras de incorporar a Internet à sua prática pedagógica. Hoje, Sônia é formadora do Cenpec, coordenadora de projetos do EducaRede e responsável pelo blog Lousa Digital, que tem o objetivo de ser um espaço para reflexão coletiva sobre o uso pedagógico da Internet. Confira a nossa conversa com a professora sobre os aspectos interessantes e os problemas da formação com Internet.

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Sônia Bertocchi, educadora e especialista em tecnologia educacional (Crédito: Lousa Digital)

Recomendar aos alunos que utilizem a Internet já é um procedimento adotado por muitos professores. Há, no entanto, algum cuidado que se deva ter com essa recomendação? É possível que maus alunos usem a Internet apenas para copiar conteúdo e trabalho duro?

Sim, é possível mas é preciso ter cuidado com a generalização desse medo. É necessário notar que a prática de copiar trabalhos é anterior à Internet. Desde os anos 70 se podem ver anúncios nos murais das faculdades de venda de trabalhos. O que acontece agora é só a transposição de uma prática existente para o mundo virtual. Para solucionar esse problema, basta agir como no mundo real. Há quem acredite em medidas tecnológicas para inibir a cópia ou a visita a certos sites. No entanto, mais interessante é ter um direcionamento para as tarefas que favoreça mais o processo de criação que o produto final. Privilegiar a criação e monitorar todas as suas fases torna a possibilidade de plágio muito menor.

É possível ter um programa pedagógico com Internet 100% a prova de plágio?

Não, 100% de sucesso será sempre impossível. Mas há como inibir bastante essa prática. As webquests, por exemplo, são um tipo de proposta pedagógica que inibem o plágio. As tarefas não são iguais para todos no grupo, o que dificulta a busca de algo específico para copiar. Importante é a capacidade do professor de propor algo novo e acompanhar a criação. O professor deve tomar cuidado apenas para não ser muito direcionador, restringir o aluno a determinadas fontes ou formatos. Ser interdisciplinar também favorece muito.

O que você espera que será mais forte no futuro da educação?

Acho muito importante a autonomia do aluno. A questão do plágio tem a ver com isso também. O professor tem que deixar o aluno buscar informação e interpretar. A grande mudança será quando tanto professor quanto aluno deixarem de ser meros consumidores de informação na Internet. Outro aspecto importante é a apropriação do espaço. Todos podem se apropriar do espaço cibernético. Tem a ver com cidadania, inclusão, igualdade. Estamos ainda um pouco longe disso mas sou bem otimista, consigo enxergar novidades vindo por aí.

Links recomendados por Sônia Bertocchi

* Um presente de Dia das Mães inesquecível - Relato do início de Sônia na Internet.
* Avaliação: o combinado não sai caro – Por Sônia Bertocchi
* Lousa Digital – Blog para reflexão coletiva sobre o uso pedagógico da Internet
* Entender, criticar e incorporar novas tecnologias - Por Sônia Bertocchi
* As coisas boas da minha terra - Projeto "de estimação" que Sônia atua no momento. Em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.
* Internet & Cia – Informática na Escola – Seção do portal EducaRede

Publicado por renata em 7 de julho de 2005

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DF, RJ e PE juntos com o Yahoo! Busca Educação

Notícia - Foi lançada, no último dia 28 de junho, a parceria do Yahoo! Brasil com a Secretaria de Educação do Distrito Federal.

O evento teve a presença de coordenadores e técnicos dos NTES do Distrito Federal e do assessor de Tecnologia da Informação da Secretaria de Educação, Valdir Moizinho, além do presidente do Yahoo! Brasil, Bruno Fiorentini Jr.

A parceria irá implementar na rede pública estadual o programa Yahoo! Busca Educação. Serão distribuídos dois mil exemplares do Manual Yahoo! de Busca na Internet. Os professores de 130 escolas de ensino médio e fundamental que possuem laboratórios de informática com acesso à Internet no DF receberão os manuais e serão formados pelos Núcleos de Tecnologia Educacional. Outras 80 escolas da rede serão conectadas à Internet pela Secretaria e incluídas no programa até o final do ano. Os professores irão trabalhar o conteúdo em sala de aula, beneficiando cerca de 66 mil alunos por ano.

A Secretária de Educação, Vandercy de Camargos, também falou sobre a importância da parceria. A secretária lembrou que 25 mil dos 400 mil estudantes do DF têm acesso à Internet.

O presidente do Yahoo!, Bruno Fiorentini Jr., publicou um artigo sobre o Yahoo! Busca Educação no Jornal de Brasília. Novas parcerias com o Rio de Janeiro e Recife também foram anunciadas e serão detalhadas no futuro. Confira o artigo publicado no Jornal de Brasília em 27 de junho de 2005.

Educação no Século XXI – Por Uma Sociedade Colaborativa
Bruno Fiorentini Jr., presidente do Yahoo! Brasil

Durante muito tempo estivemos preocupados em como planejar o conteúdo programático do Ensino, para garantir aos jovens educandos informações atualizadas. Hoje sabemos que o importante é instrumentar esses jovens para viverem na sociedade contemporânea. Se tivermos como premissa que as pessoas são o grande diferencial no novo cenário econômico mundial, e se acreditarmos que o investimento principal para ter pessoas mais conscientes e críticas é na Educação, entenderemos que o futuro e o grau de competitividade de nosso país está diretamente relacionado aos investimentos que fizermos nesta área.

O espiral de mudanças pelo qual passa a sociedade nos dias de hoje está cada vez mais acelerado. Acompanhar as novas tecnologias, as novas possibilidades, manter-se atualizado e conectado exige um esforço monumental e um tempo que, definitivamente, não estava previsto nas 24 horas diárias brindadas por Deus. Precisa-se, portanto, de um esforço conjunto entre Estado e iniciativa privada que garanta um ensino conectado à realidade e de qualidade, com foco nas competências e habilidades que serão solicitadas e valorizadas de hoje aos próximos vinte anos.

Abro aqui um parêntese para dizer que, mais do que nunca, deve-se estimular nesta nova geração a idéia de educação continuada. Ou seja, a partir de hoje ninguém pode dar por concluída a fase de aprendizado. Certamente, não fazemos idéia de que tecnologia teremos que dominar daqui a vinte anos. Temos que preparar pessoas que se adaptem rápido, sejam desprovidas de preconceitos ou tenham muita facilidade para transformá-los e que filtrem e absorvam as informações precisa e eficazmente.

A busca por um modelo competitivo e por um País melhor passa, portanto, por responsabilidade social. Melhor, o que se requer é visão de futuro. Formando uma mão de obra qualificada e adequada ganham todos. A sociedade, porque as diferenças tendem a diminuir e, conseqüentemente, os distúrbios sociais, causados pelas enormes diferenças e desequilíbrios de hoje, devem ceder. Ganha o país, pois uma população mais bem preparada gera mais riquezas e torna o Estado mais forte. Finalmente, ganham as empresas que ajudam a formar um mercado mais saudável, dinâmico e rico com alto potencial de consumo. Enfim, cria-se um ciclo virtuoso que elevado ao infinito, faria da sociedade do futuro uma sociedade onde todos vamos ter vontade de viver.

O Yahoo! Brasil tem orgulho de fazer parte do mercado brasileiro e, através do Programa Yahoo! Busca Educação, espera contribuir para a formação desta sociedade. Um dos grandes objetivos é levar conhecimento e formação à camada da população que hoje tem dificuldades de acesso a esse tipo de informação. O Yahoo! Busca Educação nasceu da constatação de que muitos professores e alunos utilizam freqüentemente a Internet, especialmente para as suas pesquisas, sem, contudo, utilizarem todo o potencial das ferramentas de busca.Além disso, as redes públicas de ensino estão cada vez mais equipadas com computadores, porém, nem sempre conseguem formar seus professores para o uso correto das ferramentas em sala de aula. O trabalho é coordenado por uma equipe multidisciplinar, que reúne educadores, jornalistas e especialistas na área social.

Por meio do projeto, 40 mil professores de mais de mil escolas rede municipal da cidade de São Paulo receberam o Manual Yahoo! de Busca na Internet, um completo guia de uso das ferramentas de busca disponíveis na rede mundial de computadores. Neste mês de junho, uma parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal permitiu que outros dois mil professores de 130 escolas de ensino médio e fundamental recebessem os manuais. Os educadores serão formados pelos núcleos locais de Tecnologia Educacional. Também estão em andamento parcerias com as secretarias de Educação do Recife e do Rio de Janeiro que prevêem a distribuição de manuais a mais de 15 mil professores atingindo cerca de 310 escolas e colaborando para que mais de 470 mil alunos possam ter acesso a mais informação e tecnologia. Por seu pioneirismo e excelência, o programa já chamou a atenção das propriedades mundiais do Yahoo! e deverá ser estendido em breve a outros países. Estamos engajados em levar este projeto de educação para a Internet à frente e de mãos dadas com o Estado e com a sociedade civil, procurando fazer do Brasil um país melhor.

Publicado por renata em 5 de julho de 2005

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Educar para as mídias

Notícia - O trabalho com as novas tecnologias de informação e comunicação em sala de aula já é tido como necessário em nosso sistema educacional. Os educadores compreenderam que é necessário pensar em formas de diálogos e mediatizações entre a mídia e a sala de aula. A questão que se coloca é como fazer isto e quais as formas mais adequadas para produzir a apropriação por parte das crianças e jovens desta nova linguagem, para inseri-los no universo midiático de forma crítica e participativa.

Neste sentido, gostaria de destacar aqui dois livros lançados agora que podem auxiliar os educadores a pensar e/ou a repensar estas questões: "Educação, Imagem e Mídias", de Cristina Costa, Coleção Aprender e Ensinar com Textos, vol. 12, Cortez Editora, SP, 2005 e "Mídia e Escola - perspectivas para políticas públicas", de Fernando Rossettti, Unicef Brasil (www.Unicef.org.br), Editora Jogo de Amarelinha, SP, 2005.

No primeiro, a professora doutora Cristina Costa, da ECA/USP, partindo de sua experiência em levar a questão das imagens para a sala de aula, produz um roteiro bastante prático e rico para quem deseja trabalhar com as mídias em sala de aula. E o segundo, uma publicação da Unicef coordenada pelo jornalista Fernando Rossetti, faz um registro importante das experiências de diversas ONGs que trabalharam com projetos de comunicação, educação e participação em todo Brasil, mostrando um quadro crítico e abrangente do que pode ser feito com esta temática na escola. Leituras obrigatórias para quem se interessa pelo tema!

Por Januária Cristina Alves, pesquisadora em educação e comunicação e conteúdo do Yahoo! Busca Educação

Publicado por renata em 5 de julho de 2005

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